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Em novo Relatório de Sustentabilidade, Sabin reafirma compromisso com inclusão social, diversidade e questões climáticas

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Legenda: Presidente-Executiva, Lídia Abdalla, e diretoria do Grupo Sabin

Grupo chegou a 67% de energia limpa do total da energia consumida pelo Grupo e 74,0% de liderança feminina, sendo 47,2% de mulheres negras entre todas as lideranças, segundo indicadores de 2024

Em meio ao intenso debate global, entre grandes companhias, sobre a urgência das questões climática e a pertinência das políticas de diversidade e inclusão, o Grupo Sabin publica seu Relatório de Sustentabilidade 2024 com números que indicam o compromisso e expansão da sua agenda ESG, com desempenho expressivo em áreas como redução do uso de plástico e outros resíduos e aumento da utilização de energia limpa, liderança feminina e inclusão de raça e gênero.

O terceiro maior player de medicina diagnóstica do país anunciou, em seu balanço anual, um crescimento consistente de 12% em 2024, quando inaugurou 16 novas unidades. Em 2024, foram atendidas mais de 7 milhões de pessoas, com a oferta de 7,4 mil tipos de exames.

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Em 2025, o crescimento deve se manter em dois dígitos e a empresa prevê novas 20 unidades, algumas das quais no estado do Pará, onde o Sabin criou, no ano passado, uma joint venture com o Grupo Porto Dias, o maior da região norte, para expandir os serviços de medicina diagnóstica e imunização.

Para a presidente executiva Dra. Lídia Abdalla, esse é um ponto no qual os princípios ESG encontram a vocação do Sabin, um grupo de saúde que oferece serviços de excelência com alta capilaridade em regiões distantes dos grandes centros, como os exames genômica que compõe o portfólio do Sabin para os 46 mil habitantes de Altos, no Piauí, ou para os 35 mil de Barra do Bugres (MT).

“A nossa visão é ser referência em saúde na América Latina com o propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas, além de oferecer serviços com qualidade, atendimento humanizado, cuidado e respeito com as pessoas, temos como compromisso cuidar do planeta e contribuir no fortalecimento das comunidades onde estamos. Em pesquisas com stakeholders, percebemos o impacto positivo dessas ações, ou seja, é o que o cliente espera de nós”, considera a executiva.

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“Desde o início, o Sabin sempre promoveu e investiu em ações sociais. Está em nossa essência, e este é também o legado das nossas fundadoras”, complementa. Lídia se refere a Janete Ribeiro Vaz e a Sandra Soares Costa, que fundaram a empresa há 41 anos e, em 2013, implementaram um modelo de governança corporativa robusto, assumiram a liderança estratégica a frente do Conselho de Administração, estrutura fundamental para o ousado crescimento geográfico e integração de novos negócios ocorridos nos 12 últimos anos.

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Confira, abaixo, alguns destaques do Relatório de Sustentabilidade 2024:

Água e resíduos

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Como a primeira empresa de medicina diagnóstica da América Latina a se tornar signatária, em 2007, do Pacto Global da ONU, o Sabin desenvolveu um plano para atingir os oito Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estratégicos em sua atuação, um dos quais se refere à economia no uso da água, que, em 2024, foi de 4%. O plano inclui também o tratamento dos resíduos gerados, perigosos ou não, e a ampliação dos programas de reciclagem. O Sabin gerencia a destinação dos resíduos pelo Programa Nacional de Reciclagem e já enviou para reaproveitamento, desde o início da iniciativa, em 2022, 691,7 toneladas de materiais. Em 2024, o programa registrou aumento de 16%.

Energia limpa e emissões

Em 2024, 67% da energia consumida pelo grupo foi proveniente de fontes limpas, vindas de fazendas fotovoltaicas ou do Mercado Livre de Energia –aumento de 13% em relação a 2023. As matrizes de Ribeirão Preto (SP), Florianópolis (SC), Uberlândia (MG) e Campo Grande (MS) foram as últimas a passarem pela transição. Como parte das boas práticas, o Sabin realiza anualmente o inventário das emissões de carbono do ano anterior e faz a compensação por meio de projetos certificados pela ONU. Em 2024, foram compensadas 2.270 toneladas de CO², o que garantiu, pelo quarto ano consecutivo, o Certificado de Neutralização das Emissões de GEE.

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Liderança feminina

Fundado por duas mulheres e presidido por uma, o Sabin atingiu a marca de 74,0% mulheres na liderança. Entre os 30 prêmios e reconhecimentos concedidos ao grupo no ano passado, o Women Corporate Directors Foundation, de Orlando (EUA), tornou o Sabin a primeira empresa brasileira a receber reconhecimento internacional pela liderança feminina, recebendo o Visionary Awards, na categoria Leadership and Governance of a Private Company.

Diversidade e inclusão

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Desde 2018, o Plano Sabin de Diversidade e Inclusão orienta as iniciativas do grupo, que, em 2024, registrou 11,3% de colaboradores que se declaram LGBTQIA+, 69,6% que se definem como pretos e pardos, 5% como PCD e 11,2% têm idade superior a 50 anos. Das várias iniciativas, líderes receberam treinamento para adotar um modelo de gestão que valoriza as diferenças.

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Instituto Sabin

Criado em 2005, com 20 anos de atuação, e gerido sob governança independente, o Instituto é uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) para o qual o Sabin destina o seu investimento social privado. A missão da entidade é promover o bem-estar, a prosperidade e a melhoria da qualidade de vida nas comunidades onde o grupo está inserido.

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Com eixos estratégicos bem definidos, o Instituto Sabin privilegia a inovação e ações de impacto social. Em 2024, foram investidos R$ 4,5 milhões em 67 parcerias, programas e projetos, além de 98 parcerias estratégicas, beneficiando cerca de 1 milhão de pessoas e 261 organizações. Apenas em programas de saúde, foram distribuídos 21,6 mil exames gratuitos.

Grupo Sabin

Com 41 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades, o Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.000 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas. O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 358 unidades distribuídas de norte a sul do país.

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O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo. Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde – Rita Saúde – solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.

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FGC e a crise de notas: a responsabilidade sob exame

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Com os sobressaltos que ocorrem a cada dia nos inusitados caminhos do banco e da banca (rumos do sistema bancário), causa espanto constatar, segundo informações de autorizado especialista do setor, que certa agência classificadora  de risco deu nota A para o banco liquidado e desliquidável (sem salvação).

Aliás, o mesmo especialista indicou como funcionam as coisas. São solicitadas as avaliações às abalizadas agências, de reconhecida idoneidade, e se divulgam tão somente as melhores ou, até mesmo, só a melhor nota. As más avaliações são guardadas no sexto arquivo.

É bem possível que, se algum dos órgãos investigadores fosse atrás de saber o que motivou a nota A, sairia correndo para comprar títulos podres remasterizados, para guardar como relíquia dessa época atípica.

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A chancela oficial, concedida sob o manto de uma tecnicidade questionável, mascara o risco real que corrói o patrimônio de terceiros. Esse descompasso entre a classificação e a realidade operacional denota uma fragilidade alarmante nos mecanismos de controle vigentes.

Diante de tal cenário, a confiança, que deveria ser o pilar mestre do sistema financeiro, transforma-se em mercadoria volátil e de procedência duvidosa. O investidor, desamparado por laudos de conveniência, torna-se a peça vulnerável em um tabuleiro de interesses opacos.

Um respeitável e sóbrio economista não teve dúvida em asseverar que, no caso presente — o do banco nota A —, “tem muita gente que quer assar uma pizza do tamanho do Maracanã”.

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Sei que, para a maior parte dos leitores, inclusive para mim, a pizza é quase um bem de consumo direto carregado de unanimidade. Pode-se dizer, parafraseando o sambista, que quem não gosta de pizza bom sujeito não é.

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Entretanto, o odor insuportável dos ingredientes estragados torna esse tão apreciado alimento algo repugnante.

O odor que perpassa essa preparação da imensa pizza deixa, em seu rastro, a podridão dos consignados que, já exalando mau cheiro de outros locais, avançam pela pimenta vermelha estragada das invasões de competência — onde todos querem aparecer, sempre em cumprimento daquela missão que Chacrinha ironicamente se atribuía: “Eu vim para confundir, não para explicar”.

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Nessa linguagem cifrada, que pouco ou nada significa para nós, os leigos, aparece uma tábua de salvação que, talvez, tenha de salvar a si mesma. É o Fundo Garantidor de Créditos. Este fez sua parte, emitindo nada menos que trinta e oito alertas sobre os ingredientes estragados que poderiam matar quem ingerisse a deformada pizza.

Agora, os custos serão repartidos entre todos.

Até os beneficiários de fundos de pensão — que confiaram no zelo de aplicações destinadas a um futuro menos aflitivo — serão forçados a engolir um naco de pizza podre.

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Ainda bem que foi vetada a compra do Banco nota A por um banco público, cujos avaliadores internos deveriam estar comprando gato por lebre; ou seja, recebendo, em suas sofisticadas due diligences, apenas os laudos enviesados de agenciadores que torciam pelo sucesso da transação. Essa foi a pizza que desandou antes de ir para o forno.

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A crise mundial — na qual o Brasil se encontra perfeitamente inserido — revela que a capacidade de previsão tem falhado em quase tudo.

Agora já se chegou ao ponto de um órgão do poder público projetar a organização de um dos maiores eventos de certa cidade mediante a previsão de um falecido cacique, de que não haveria chuva naquele dia.

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O sistema, envolto em fumaça de conveniência, prefere ignorar o óbvio em favor de uma estabilidade de fachada. Enquanto os ingredientes da má gestão apodrecem à vista de todos, as notas oficiais seguem perfumando o que já não tem mais salvação.

Essa cegueira deliberada, que ignora alertas técnicos para servir fatias de prejuízo ao público, é o sintoma de uma ética em colapso. No banquete dos conchavos, o custo da indigestão recai sempre sobre o cidadão que acreditou na higidez do cardápio.

Caminhemos, pois, para um ponto final de previsões. Chega de invasão de competências, preparatórias de montagem de pizzarias falidas, vendedoras de ilusões.

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Wagner Balera é Professor Titular de Direitos Humanos da PUC-SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister. 

Informações para a imprensa e entrevistas: Gabriela Romão – RV Comunicação(11)97530-0029

Fotos – Divulgação

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