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ZEISS Vision Brasil nomeia nova diretora de Recursos Humanos e ESG

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Fabíola Ancioto possui mais de 18 anos de experiência em metodologias ágeis, gestão de pessoas e cultura organizacional, tendo atuado em renomadas empresas, como Novartis, Zurich Brasil Seguros e AmBev

Fabíola Ancioto – Diretora de Recursos Humanos e ESG da Zeiss Vision Brasil

A ZEISS Vision Brasil, divisão de lentes corretivas e produtos de saúde visual do grupo alemão ZEISS, nomeou a relações públicas Fabíola Ancioto para o cargo de diretora de Recursos Humanos e ESG. Ancioto possui vasta experiência em projetos de desenvolvimento de liderança, gestão de desempenho, sucessão, assessment, recrutamento e seleção, e recolocação profissional.

Ao longo de sua carreira, Fabíola integrou equipes das empresas AmBev, GVT, Raízen, Zurich Brasil Seguros, Novartis, Vittude e FCamara. Ela possui formação em Comunicação Social – Relações Públicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), em Coaching Integrado pelo Integrated Coaching Institute (ICI) e é especializada em Gestão de Pessoas e Competências pelo Centro Universitário Filadélfia (UniFil).

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“O que me motivou a aceitar essa posição foi o olhar cuidadoso da ZEISS Vision Brasil para as pessoas e o profundo respeito pela sociedade em que está inserida”, afirma Ancioto. “Como área totalmente direcionada às pessoas, temos um papel fundamental na clareza de senso de propósito no ambiente de trabalho. Em alinhamento à cultura da empresa, também pretendemos reforçar nossa atenção para iniciativas de diversidade e ESG”, completa.

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Fabíola tem a missão de promover uma gestão humana e de alta performance, dando continuidade ao trabalho realizado até então por Gabriele Carlos, que deixou o posto para assumir o cargo de CEO da ZEISS Vision Brasil. A nova diretoria da empresa mostra o compromisso da ZEISS Vision Brasil com a equidade de gênero no mercado de trabalho: 50% das posições são ocupadas por mulheres.
board de 2024 da ZEISS Vision Brasil é o seguinte: Gabriele Carlos – CEO; Marcello Cuoco – diretor de Serviços e Operações; Fabíola Ancioto – diretora de RH e ESG; Paula Queiroz – diretora de Marketing & Produtos; Rogério Guerra – diretor comercial; Marcelo Frias – diretor de Varejo; Felipe Souza – gerente de Transformação Digital e Sandra Abreu – gerente de Estratégia, Inovação e Agilidade.

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Catadoras de materiais recicláveis protagonizam livro que será lançado em Brasília amanhã (20)

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Foto por Magali Moraes – Divulgação
“Mulheres que Reciclam o Futuro” reúne relatos de catadoras de várias regiões do país e será lançado na Câmara dos Deputados
Histórias de mulheres que encontraram na reciclagem uma forma de sustento, acolhimento e transformação social ganham destaque no livro Mulheres que Reciclam o Futuro, que será lançado amanhã (20), em Brasília. A obra reúne relatos de 25 catadoras de diferentes estados brasileiros, com trajetórias marcadas por coragem, superação e trabalho coletivo em torno do cuidado com o meio ambiente e da preservação.
Lançado no mês em que é celebrado o Dia Mundial da Reciclagem, comemorado em 17 de maio, o livro aborda os desafios enfrentados por essas mulheres, que representam 70% da força de trabalho dos cerca de 800 mil trabalhadores do setor no Brasil, segundo o Movimento Nacional de Catadores e Catadoras de Recicláveis (MNCR), reforçando o papel da reciclagem como motor essencial para a economia e o meio ambiente. Realizada pela Rede Educare, com patrocínio da Novelis via Lei de Incentivo à Cultura, a obra poderá ser baixada gratuitamente no site www.redeeducare.com.br ou adquirida em versão física.

A Novelis, líder mundial em laminação e reciclagem de alumínio, mantém, no Brasil, uma operação que conecta a indústria recicladora dos elos iniciais da cadeia de reciclagem, valorizando e reconhecendo a atuação de cooperativas, catadores e catadoras. “As histórias apresentadas mostram que a reciclagem vai muito além do material, ela transforma vidas. Para a Novelis, é um orgulho apoiar uma iniciativa que reconhece as catadoras como agentes essenciais da preservação ambiental e da criação de um presente e futuro mais sustentável. Juntas, ao lado de mais 800 mil pessoas, elas impulsionam a economia circular no país e transformam resíduos em oportunidade, renda e dignidade”, afirma Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul.

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A escritora Viviane Mansi dá voz às histórias das catadoras brasileiras a partir de uma escuta cuidadosa e de uma escrita sensível, que desconstrói visões simplificadas e estigmatizadas sobre a realidade dessas mulheres, evidenciando que muitas delas foram levadas ao trabalho com resíduos por contextos de vulnerabilidade e encontram nesses espaços fonte de renda, acolhimento e pertencimento. A obra também se expressa na linguagem fotográfica de Magali Moraes, que amplia e aprofunda essas narrativas.

“Muitas vezes, a gente está distante dessa realidade e tem menos empatia simplesmente por não conhecer. O livro tenta fazer essa conexão entre o que se imagina e o que é real, para provocar um olhar mais cuidadoso e empático sobre essas mulheres que, em sua maioria, estão nesse trabalho e, ainda assim, seguem fazendo o melhor que podem com o que têm. É sobre elas e, especialmente, sobre o impacto que a gente gera no mundo e na vida das pessoas ao nosso redor”, afirma a escritora.

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“A reciclagem no Brasil tem rosto de mulher. São elas que, no cotidiano invisível, estruturam a base real da sustentabilidade no país, muito antes de qualquer política pública reconhecer”, destaca a CEO da Rede Educare, Kátia Rocha

Sete filhos criados a partir da reciclagem –  Uma das histórias do livro é a de Aparecida Ferreira de Maria, de Brasília. Filha de catadores, ao enfrentar a maternidade precoce, aos 18 anos, encontrou na catação uma alternativa viável de renda. Hoje, aos 41 anos, e com sete filhos criados com a reciclagem, atua na defesa da valorização dos catadores. “Aqui a gente conversa muito, cada uma conta a sua história, e eu vejo que são mulheres muito guerreiras. Elas chegam com histórias parecidas, de dificuldade, e encontram acolhimento. É um lugar onde a gente se escuta, se apoia e vai seguindo em frente”, destaca.

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Já Dulce Vale, de Goiânia, iniciou na reciclagem aos 40 anos, após perder o emprego como secretária e precisar reorganizar a vida como mãe solo e chefe de família. Atualmente, é presidente da Central e Forte e é uma das principais lideranças do movimento no país. “Quando você é mulher, já existem muitas barreiras para conseguir um trabalho. Aqui na cooperativa, a gente consegue conciliar, conversar, se apoiar. Por isso tem tantas mulheres. Aqui a gente encontra oportunidade e consegue seguir trabalhando, mesmo com as dificuldades do dia a dia”, afirma.

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De acordo com o Anuário da Reciclagem 2024, são mais de 3 mil organizações de catadores mapeadas no país, reunindo mais de 70 mil trabalhadores formalizados em cooperativas. Esse número, no entanto, representa apenas uma parcela da categoria estimada pelo MNCR. Cerca de 800 mil pessoas vivem da atividade no Brasil. Juntos, esses trabalhadores são responsáveis por impulsionar a recuperação de materiais e fortalecer a cadeia da reciclagem no país.

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