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Marta sofre lesão e é cortada da Seleção Brasileira

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Camisa 10 não poderá atuar diante da Inglaterra e da Alemanha nos próximos dias. Duda Santos, do Palmeiras, foi chamada por Pia

Sam Robles/CBF

Principal nome do futebol feminino brasileiro, a experiente Marta vem sofrendo com as lesões e não vai defender a Seleção Brasileira na Finalíssima, dia 6 de abril, diante da Inglaterra, e no amistoso com a Alemanha, cinco dias depois. A jogadora foi cortada pela técnica Pia Sundhage nesta quinta-feira (30/3), por causa de uma lesão muscular. Para sua vaga, a palmeirense Duda Santos foi chamada.

Os jogos com Inglaterra e Alemanha serviriam para Pia Sundhage ver como Marta se comportaria no renovado time nacional após ficar afastada por 11 meses tratando um grave lesão no joelho. A técnica já havia convocado a estrela para a She Believes e gostaria de aprimorar seu entrosamento com as companheiras.

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O Orlando Pride, clube de Marta nos Estados Unidos, contudo, informou à CBF que a jogadora não poderia se apresentar à seleção brasileira por causa de uma lesão no bíceps femoral da posterior esquerda e o corte acabou anunciado.

Fonte: Metropoles
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Vivace transforma histórias dentro e fora das quadras e se consolida como projeto de acolhimento no DF

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Iniciativa social que nasceu de encontros informais entre mulheres mostra, por meio de trajetórias como a da atleta Patrícia, o impacto do esporte na saúde mental e na reconstrução de vidas.

O que começou como reuniões despretensiosas entre mulheres apaixonadas por futebol se tornou, ao longo dos anos, uma rede de apoio e transformação. Fundado em 2017, o Vivace se consolidou como um projeto social no Distrito Federal que vai além das quatro linhas, promovendo acolhimento, inclusão e impacto direto na vida de suas participantes — especialmente em um cenário em que 14,7% das mulheres brasileiras relatam diagnóstico de depressão, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Ministério da Saúde em parceria com o IBGE.

 

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A história da goleira Patrícia traduz, em primeira pessoa, a dimensão desse impacto. “Cheguei ao Vivace em um dos momentos mais difíceis da minha vida. Eu estava sem forças, sem esperança. Aqui encontrei acolhimento, apoio e pessoas que acreditaram em mim quando eu mesma já não acreditava mais”, relata a atleta, que enfrentou depressão, ansiedade e situações de violência doméstica antes de reencontrar no esporte um caminho de reconstrução.

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Mãe solo de Yasmin, de 8 anos, uma criança autista, Patrícia também encontrou no projeto um ambiente de inclusão que ultrapassa o esporte. “Minha filha é sempre bem recebida nos treinos. Esse espaço também virou uma forma de cuidado para ela e para mim”, completa.

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Atualmente, o Vivace realiza treinos às segundas-feiras no Centro Olímpico do Recanto das Emas, com futebol society, e às terças e quintas-feiras na quadra da QNL 08, em Taguatinga, com futsal. Sem processo seletivo, o projeto mantém a proposta de acesso democrático ao esporte, reunindo iniciantes, atletas experientes, jovens, adultas e mães em um mesmo espaço.

 

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A idealizadora do projeto, Glaucy Falcão, destaca que o propósito sempre foi olhar para além da atleta. “O Vivace nasce com o propósito de acolher e transformar. A gente entende que o esporte é uma ferramenta potente, mas o mais importante é olhar para cada mulher de forma integral, respeitando suas histórias e criando oportunidades reais de recomeço”, afirma.

 

Esse olhar se reflete também nos resultados dentro de quadra. O time já representou o Distrito Federal em competições nacionais, como a Copa do Brasil de Beach Soccer, onde conquistou o 4º lugar — um marco que, para as atletas, simboliza muito mais do que desempenho esportivo. “Para muita gente pode ser só um resultado, mas para mim significa superação, vitória contra tudo aquilo que eu vivi”, diz Patrícia.

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Outro destaque é o Torneio Vivace, que amplia a visibilidade do futebol feminino e cria oportunidades para novas atletas. Nesta edição, a iniciativa passa a incluir também categorias masculinas, reforçando o papel do projeto como plataforma de inclusão e desenvolvimento social por meio do esporte.

 

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Para a psicóloga Kenia Ramos, do grupo Mantevida, iniciativas como o Vivace têm impacto direto na saúde mental. “O esporte, quando aliado a um ambiente acolhedor, fortalece vínculos, resgata a autoestima e cria uma rede de apoio fundamental, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade”, explica.

 

Mais do que formar equipes, o Vivace constrói trajetórias. Entre treinos, competições e histórias de superação, o projeto reafirma diariamente que o esporte pode ser, acima de tudo, um ponto de recomeço.

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CRÉDITOS:

Fotos: Divulgação

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