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Policiais

Homem é flagrado estuprando mulher, agride testemunha e acaba preso no DF

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Arte/Metrópoles

Caso de estupro ocorreu no último domingo (9/7), por volta das 11h, na Vila São José, em Vicente Pires. Agressor tem 48 anos

Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu um homem de 48 anos momentos depois de ele ser flagrado estuprando uma mulher. O caso ocorreu no último domingo (9/7), por volta das 11h, na Vila São José, em Vicente Pires.

As investigações da Operação Rapist (estuprador, em inglês) foram conduzidas pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). Policiais iriam realizar uma intimação quando viram dois homens brigando em uma multidão.

Ao se aproximarem, os agentes tiveram que conter um dos homens, que passou a desferir chutes contra a viatura e os policiais. Ele precisou ser algemado. A ação acabou lesionando um dos PMs.

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Os policiais foram informados que o detido foi flagrado estuprando uma mulher minutos antes.

Testemunha agredida

Um homem que passava pela rua ouviu gritos de uma mulher vindo do interior do barraco de lona onde o agressor residia. Ao entrar, a testemunha viu uma mulher deitada na cama e o estuprador, com a calça abaixada e com o pênis para fora, em cima dela.

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Ao perceber que foi flagrado, o criminoso partiu para cima do outro homem. Aproveitando a distração, a mulher correu para fora do barraco e, chorando, afirmou para pessoas que passavam por lá que foi vítima de estupro. Em seguida, desmaiou e foi socorrida.

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A briga entre o estuprador e a testemunha terminou somente com com a intervenção dos policiais da 38ª DP.

Vítima seria usuária de drogas

Conforme apurado, a vítima seria uma pessoa em situação de rua e usuária de drogas. Ela teria ido até o barraco do autor para juntos realizarem o consumo de entorpecentes.

Após a prisão, o autor foi apresentado na 8ª DP (SIA), tendo sido autuado em flagrante pelos crimes de estupro, lesão corporal contra policial, resistência e dano qualificado. Somadas, as penas podem alcançar 16 anos de prisão.

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A vítima do estupro ainda não foi localizada. A PCDF pede que quem tiver informações sobre o seu paradeiro que informe pelo telefone 197, disque denúncia da Polícia Civil.

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Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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