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Jovem tem parte do lábio arrancado após tentar beijar cachorro

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Foto: Reprodução

Eryka Costa, 17, brincava com o animal, apelidado ‘Bolinha’, quando quis beijá-lo

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS)

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Uma jovem teve parte do lábio arrancado por uma mordida de cachorro, após tentar beijar o animal, em Teresina (PI), na última segunda-feira (18).

Eryka Costa, 17, brincava com o animal, apelidado ‘Bolinha’, quando quis beijá-lo. O cachorro vira-lata de médio porte reagiu à aproximação da jovem e a mordeu no lábio superior. A jovem tentou afastar o animal, mas ele voltou a mordê-la, agora em um dos braços, segundo relato dela nas redes sociais.

Parte do lábio superior foi arrancado. Eryka buscou socorro em uma UBS (Unidade Básica de Saúde) e precisou levar 10 pontos. Ela terá que fazer um procedimento para reconstrução e recuperação do tecido da área afetada na mordida.

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Repouso. A jovem contou que precisará passar 20 dias evitando falar e fazer outros movimentos que possam prejudicar a cicatrização do ferimento. Ela compartilhou fotos em que mostra a parte da região afetada e tem feito uso de máscaras para evitar agravamento do quadro.

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Eryka garante que não ficou enfurecida com ‘Bolinha’. Ela afirmou compreender que o animal não tem conhecimento de suas ações e destacou que o cachorro permanece na família.

Fonte: Jornal de Brasilia
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Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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