Policiais
Três professores morrem em acidente após aula
Driely Cunha, João Fernando Gonçalves de Almeida e Roberto Costa Neto eram professores da Escola Estadual Maria Ilydia Resende Andrade (Crédito: Divulgação/CBMMG)
Três professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais morreram em um acidente que envolveu dois veículos e ocorreu durante a noite da terça-feira, 19, enquanto os docentes voltavam do trabalho na BR-267, em Juiz de Fora.
Driely Cunha, João Fernando Gonçalves de Almeida e Roberto Costa Neto, todos professores da Escola Estadual Maria Ilydia Resende Andrade morreram no acidente. Outras quatro pessoas ficaram feridas.
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Em contato com a IstoÉ, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais afirmou que agentes da corporação foram acionados e encontraram os três professores já mortos nas ferragens de um dos veículos. Duas pessoas estavam do lado de fora do carro.
No outro carro, havia duas vítimas presas no automóvel. Agentes das forças de segurança retiraram as pessoas das ferragens e acionaram uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que prestou atendimento aos feridos.
O Corpo de Bombeiros concluiu que havia equipes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e da Polícia Civil envolvidas na ação.
Nas redes sociais, Marinez Miranda, diretora da E.E Maria Ilydia Resende Andrade, lamentou a morte dos docentes. “Nossos corações estão em pedaços, agora nossos queridos professores irão dar aula em um plano maior e que olhem por nós aqui”, publicou.
A instituição de ensino também emitiu uma nota de pesar após o ocorrido. “Professores do braço de Valadares, infelizmente não resistiram ao acidente que sofreram voltando da escola após mais um dia de trabalho”, afirmou a E.E. Maria Ilydia Resende Andrade acrescentando que a educação está de luto.
A UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) publicou um comunicado em que presta homenagens a Driely Cunha, que morreu no acidente e era aluna de pedagogia na faculdade. “A instituição lamenta esta fatalidade e, neste momento difícil, transmite os sentimentos aos familiares, amigos e colegas”, declarou.
Fonte: IstoÉ
feminicidio
Mulher de 30 anos morta a tiros perto de casa é velada neste sábado no DF
Mayara Varela chegou a ser levada em estado grave ao hospital, mas morreu no dia seguinte. Ex-companheiro André Eduardo da Silva é suspeito. Ele tirou a própria vida após ser encontrado pela polícia.
Mayara Varela, de 30 anos, que morreu após ser baleada na cabeça em uma rua perto de sua casa na Candangolândia, no Distrito Federal, será velada na tarde deste sábado (17).
O crime aconteceu na noite de quinta-feira (15). Mayara chegou a ser levada em estado grave ao hospital, mas morreu na manhã de sexta (16).
O ex-companheiro André Eduardo da Silva, de 40 anos, é suspeito do feminicídio. Ele tirou a própria vida após ser encontrado por policiais no Riacho Fundo I, na noite de sexta (16), segundo as polícias Militar e Civil.
A família disse que Mayara já havia feito um boletim de ocorrência contra André Eduardo e que acredita que o crime foi motivado por uma disputa relacionada à pensão alimentícia da filha, de 3 anos.
Mulher foi abordada a caminho de casa

Feminicídio: imagens de câmeras de segurança mostram suspeito atacando Mayara Varela no DF
A família disse que Mayara voltava do trabalho e estava perto de casa, quando teria sido abordada por André. Imagens de câmeras de segurança mostram um homem agindo de forma agressiva com a vítima (veja acima).
Segundo testemunhas, os dois discutiram na rua e o suspeito atirou contra a vítima. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o local. Mayara foi socorrida e levada para o Hospital de Base.
“A gente mora aqui na rua de trás e eu ouvi os tiros, mas eu nunca imaginei que fosse com a minha filha. Ouvia a ambulância passando também. Eu liguei no celular dela, porque ela nunca se atrasa, ela é muito responsável. Eu liguei no celular dela e a médica atendeu, falou que a minha filha estava no hospital, baleada”, diz Josilene Varela, mãe da vítima.
Violência contra mulher: como pedir ajuda
A violência contra as mulheres pode ser denunciada por qualquer pessoa por meio de diversos canais oficiais.
📞 Entre os canais disponíveis estão o número 190 da Polícia Militar, o número 197 ou em qualquer delegacia da Polícia Civil, e o número 180 da Central de Atendimento à Mulher.
Mulheres também podem solicitar medidas protetivas. Elas obrigam o agressor, por exemplo, a se afastar do lar e não entrar em contato com a vítima.
FONTE:
Por TV Globo e g1 DF
Foto: Reprodução
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