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Policiais

Advogada Deolane Bezerra é investigada por debochar da polícia e usar joias de chefão do tráfico

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Deolane Bezerra e TH – (crédito: Reprodução Instagram)

Deolane Bezerra debocha da polícia após surgir com joias de chefão do tráfico

A influenciadora afirma que não cometeu crime e só curtiu um baile de favela

Mariana Morais

A Polícia Civil do Rio investiga a advogada Deolane Bezerra por suposta ligação com o tráfico de drogas do Complexo da Maré. Nesta quarta-feira (14), a influenciadora foi para o conhecido “baile da Disney”, na comunidade Vila do João e apareceu em imagens usando o cordão do chefe do tráfico.

O dono do cordão usado por Deolane é Thiago da Silva Folly, conhecido como TH. Após a repercussão das imagens, a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) abriu um inquérito para apurar a possível ligação da influencer com a quadrilha do Terceiro Comando Puro (TCP).

Os investigadores querem entender quem convidou e recebeu a influenciadora na favela para fazer uma presença “VIP”. Além disso, a polícia civil também investiga a verdadeira relação de sua irmã, Dayanne Bezerra com o chefão TH e se as duas receberam algum valor para participarem do baile.

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Contudo, após a repercussão, Deolane Bezerra se pronunciou no Instagram. Sem papas na língua, a advogada confirmou que esteve no “baile da disney” e que usou o cordão do chefão do tráfico. “Fui no Complexo da Maré ontem, estava no baile da disney, Oruam cantou lá. Fui bem recebida, não gastei um real, bebi que só o cace**, sai às 10h da manhã, tirei foto com geral… com cordão e sem cordão”.

Na sequência, a influenciadora debochou da investigação aberta pra apurar a presença dela na comunidade. A loira repostou um vídeo de uma seguidora mostrando ela dançando e escreve: “Olha ai o crime que eu estava cometendo. Vão a merda”. Logo depois, publicou um vídeo zombando com imagens de uma mulher posando para fotos dentro da delegacia: “Eu depois de ter feito tudo que tenho vontade”.

  • Dayanne Bezerra
    Dayanne BezerraReprodução Instagram
  • TH
    THReprodução Instagram
  • Deolane debocha da polícia
    Deolane debocha da políciaReprodução Instagram
  • TH
    THReprodução Instagram
Fonte: Correio Brasiliense
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feminicidio

Justiça do Rio condena homens por estupro coletivo de jovem de 17 anos

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Na época do crime, acusados tinham entre 18 e 19 anos de idade
Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

A Justiça do Rio de Janeiro condenou quatro homens a 15 anos de prisão, em regime fechado, pela participação no dia 31 de janeiro deste ano no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos de idade, em um apartamento em Copacabana, na zona sul da cidade. 

Os condenados são Bruno Felipe dos Santos Allegretti, João Gabriel Xavier Bertho, Mattheus Verissimo Zoel Martins e Vitor Hugo Oliveira Simonin, que tinham idades entre 18 e 19 anos, quando o crime foi cometido.

Além da condenação, a sentença da 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e ao Adolescente da Capital do Rio de Janeiro determina o pagamento de indenização pelos danos morais causados à vítima, no valor de 40 salários mínimos.

Os quatro foram absolvidos da acusação de cárcere privado.

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Conforme as investigações, a vítima foi levada por um jovem de 17 anos a um apartamento que seria de um amigo e quando chegou lá ele insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi recusado por ela. Em um quarto do imóvel estavam os quatro que foram condenados agora pela Justiça do Rio e que insistiram em manter relações com a vítima.

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Em abril deste ano, a juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e Juventude da Capital, determinou a internação do adolescente que planejou a ida da jovem ao local, onde outros homens também participariam de estupro coletivo.

A magistrada considerou a gravidade da conduta e a violência empregada, com base no entendimento de que ele armou uma emboscada contra a vítima, com quem mantinha um relacionamento afetivo.

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Na época, o jovem foi condenado à medida de internação, sem possibilidade de atividades externas por um período inicial de seis meses.

“A gravidade da infração e a falha da rede familiar em prover limites adequados justificam a medida extrema, visando à ressocialização do jovem e a preservação da ordem pública”, argumenta a juíza na sentença, que teve como um dos pontos centrais, a valorização do depoimento da vítima.

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