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PF prende mulher que pichou estátua do STF e homem que sentou na cadeira de Moraes

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(crédito: Reprodução Telegram)

PF prende mulher que pichou estátua do STF e homem que sentou na cadeira de Moraes

Operação contra suspeitos de participação nos ataques de 8 de janeiro foi deflagrada nesta sexta-feira (17/3)

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (17/3) uma mulher acusada de pichar a expressão “perdeu, mané” na estátua da deusa Têmis, fixada em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF). Também foi preso um homem que aparece em vídeo sentando na cadeira do ministro Alexandre de Moraes, arrancada do plenário.

A corporação deflagrou uma ação em nova fase da operação Lesa Pátria para cumprir 42 mandados de busca e apreensão e 32 de prisão contra acusados de participação nos ataques de 8 de janeiro.

“Perdeu, mané” é uma referência ao ministro Luís Roberto Barroso, que disse a frase em Nova York, quando estava na cidade norte-americana para participar de um evento e foi hostilizado por um manifestante que não aceitava o resultado da eleição.

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Abolição violenta do Estado de Direito

Os mandados de prisão preventiva de hoje são cumpridos nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, São Paulo, e no Distrito Federal.

“Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido”, informou a PF, em nota.

O homem que se sentou na cadeira do ministro Alexandre de Moraes foi flagrado em vídeo. A cadeira, histórica, foi arrancada do plenário do Supremo. Após o atentado, tanto ela quanto objetos precisaram passar por restauro para serem utilizados novamente.

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Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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