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Polícia prende homem foragido por estuprar vulnerável em Sobradinho

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Mulher com a mão a frente do rosto, sobre os olhos. Violência. Feminicídio. Abuso. Estupro. – (crédito: Fernando Lopes/CB/D.A Press)

Policiais militares do Grupo Tático Operacional do 13º Batalhão (Gtop 33) realizavam o patrulhamento quando receberam uma denúncia de que o foragido pelo crime de estupro de vulnerável estava na região. Ele foi preso, na tarde desta sexta-feira (24/11)

Um homem com mandado de prisão em aberto por estupro de vulnerável foi preso, na tarde desta sexta-feira (24/11), no Setor de Chácaras Córrego do Arrozal, em Sobradinho Policiais militares do Grupo Tático Operacional do 13º Batalhão (Gtop 33) realizavam o patrulhamento quando receberam uma denúncia de que o foragido pelo crime de estupro de vulnerável estava na região.

Ele foi encontrado pelos militares com a ajuda do serviço de inteligência do 21ºBPM de Planaltina Goiás. O foragido foi conduzido à 13ª Delegacia para registro, onde foi confirmado que era o homem procurado pela Justiça.

Outro caso 

Outro caso semelhante ocorreu no começo deste mês. Um homem foi preso por suspeita de estupro de vulnerável e envolvimento em crimes ligados a pornografia infantil, em 13 de novembro, na região rural de São Sebastião. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Grupo Tático Rural (GTR) Leste, efetuou a prisão.

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Os militares receberam uma denúncia grave, na qual apontava que uma criança, 6 anos, havia sido vítima de abuso sexual por parte de um amigo da família. Com base nas informações recebidas, os policiais realizaram buscas na área rural de São Sebastião. E localizaram e detiveram o suspeito, que, ao ser questionado, não admitiu o estupro de vulnerável, mas assumiu a prática criminosa de armazenar, solicitar e compartilhar material pornográfico envolvendo crianças.

Todos os conteúdos ilícitos estavam registrados em seus dispositivos celulares e eram enviados em grupos do Telegram. Os arquivos incluem vídeos e imagens com crianças de diversas idades, inclusive de uma com 2 anos de idade. Ainda não se sabe se algum dos vídeos foi produzidos pelo suspeito. O indivíduo foi conduzido à 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião), onde foi autuado em flagrante por posse e distribuição de pornografia infantil, além de investigado por estupro de vulnerável.

Denuncie 

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Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o cuidado com as crianças é responsabilidade de todos. Família, sociedade e Estado devem assegurar os direitos da criança e do adolescente, com absoluta prioridade.

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Fonte: Correio Brasiliense

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Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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