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Orientações ajudam a prevenir suicídios e acolher pessoas em sofrimento

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Os especialistas em saúde mental podem ser acionados em vários contextos da SES-DF, como unidades de urgência e emergência, hospitais gerais e especializado e os centros de Atenção Psicossocial (Caps) | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Este domingo é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio; diversos locais da rede pública, como unidades de urgência e emergência e Caps, contam com especialistas para atendimento

Saber agir com empatia e ter informações adequadas podem auxiliar nos cenários em que é preciso oferecer suporte para pessoas em situação de risco suicida. Diante da importância do tema na sociedade, 10 de setembro marca o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Em 2023, o tema da iniciativa é Criar esperança através da ação.

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Para ajudar na prevenção, a especialista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Fernanda Benquerer, reúne algumas orientações, como o acolhimento de formas positivas. “Escutar ativamente é realmente estar disponível junto à pessoa e suspender os próprios julgamentos. É muito comum a gente querer trazer uma resposta, apresentar uma solução, mas é mais importante criar um bom vínculo com a pessoa e, assim, construir alternativas”, explica a Referência Técnica Distrital (RTD) em psiquiatria.

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Nos momentos de crise, é importante não deixar a pessoa sozinha e mobilizar familiares ou pessoas próximas para acompanhá-la. Neste contexto, também é relevante afastá-la de locais, objetos e métodos potencialmente perigosos.

Cada situação exige estratégias específicas, pois cada caso tem particularidades. Porém, orientações básicas de como agir podem ajudar de fato pessoas com comportamento suicida. “Há várias medidas que são efetivas para reduzir o risco de suicídio. Há ainda muitos mitos que podem prejudicar a busca e a oferta de ajuda”, aponta a médica.

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Encaminhamento

Após o acolhimento inicial, deve-se prosseguir a avaliação de risco de suicídio, para seguir com as demais intervenções. Os especialistas em saúde mental, que incluem psicólogos e psiquiatras, podem ser acionados em vários contextos da rede, como unidades de urgência e emergência, hospitais gerais e especializado e os centros de Atenção Psicossocial (Caps).

Para intervenções imediatas nos casos de urgência, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) deve ser acionado pelo telefone 192. O Samu conta com um Núcleo de Saúde Mental, que oferece atendimento diariamente à população e suporte às demais equipes.

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A prevenção do suicídio é responsabilidade de toda a sociedade e demanda ações, entre vários setores, articuladas e embasadas em evidências para apresentar efetividade.

Para uma melhor orientação, a Diretoria de Serviços de Saúde Mental (Dissam) da Secretaria de Saúde do DF reúne normas e regulamentações, como o Plano Distrital de Prevenção do Suicídio e notas técnicas sobre o tema, que podem ser conferidas na página de Saúde Mental, no tópico Prevenção do Suicídio. No mesmo local também está acessível o Manual de Orientações para o Atendimento à Pessoa em Risco de Suicídio, publicado pelo Comitê Permanente de Prevenção do Suicídio.

Com informações da Agência Brasília

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Fonte: Jornal de Brasilia

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Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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