Os seis leitores da coluna já sabiam, mas na última sexta-feira (7/7), a Polícia Civil de Minas Gerais confirmou que Fabiana Coelho de Sousa confessou que pediu dinheiro ao goleiro Éverson para manter sigilo sobre seu relacionamento extraconjungal. A moça pediu R$ 500 mil – o equivalente a um salário do craque – para ficar em silêncio e não expor a situação entre eles para Rafaela Vieira, esposa do jogador.
Na última quarta-feira (5/7), Fabiana deu uma entrevista coletiva negando a extorsão. Mas, segundo uma fonte exclusiva da coluna, a polícia tem a confissão de Fabiana assinada por ela, inclusive.
Durante os dois anos em que ficaram juntos, Éverson fez alguns depósitos na conta de Fabiana. Mas essas quantias – de menor valor – não caracterizam extorsão. Foram “presentes” dados pelo jogador por livre e espontânea vontade. Na transmissão, ela se defendeu afirmando que é apaixonada pelo rapaz e que a situação se transformou após um pedido de união estável, já que ele fazia promessas de separação de sua atual esposa para ficar com ela.
A extorsão começou quando Éverson resolveu colocar um ponto final na relação. Aí Fabiana ameaçou contar tudo para Rafaela. Em troca do silêncio, o jogador teria que fazer um depósito de R$ 500 mil na conta dela. Éverson não se intimidou e resolveu ele mesmo contar sobre a traição para Rafaela, embora a ex-amante tenha enviado um vídeo para a esposa do atleta. Ele também procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência contra a amante, na semana passada.
Éverson, goleiro e ídolo do Atlético Mineiro, e Rafaela Vieira Instagram/Reprodução
Goleiro traiu a esposa e a amante filmou o ato Instagram/Reprodução
Mesmo em crise, Éverson e Rafaela seguem juntos Instagram/Reprodução
O caso de traição foi parar na polícia Instagram/Reprodução
Depois, a amante passou a chantagear o atleta Instagram/Reprodução
Éverson, goleiro e ídolo do Atlético Mineiro, e Rafaela Vieira Instagram/Reprodução
A Polícia então foi até a casa de Fabiana e apreendeu notebooks, o celular dela e o celular do filho, já que ela também usava o aparelho dele para se comunicar com Éverson. Todo o material foi para a perícia.
Enquanto isso, a relação de Éverson e Rafaela, que já dura mais de 15 anos, vai muito bem, obrigada. Os dois, que têm três filhos, foram vistos jantando juntos na noite da última segunda-feira (3/7).
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.
Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.
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Critérios para solicitar o benefício
⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha
⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social
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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência
⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar
⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia
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⇒ Residir no Distrito Federal
⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos
⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.
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Como solicitar
O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.
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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.
O que é necessário durante o recebimento
Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.
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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.
O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.
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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador
A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.
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