Politica
Detran-DF fará o controle do tráfego em vias de Águas Claras, Asa Sul, Parque da Cidade e Taguatinga
Jaqueline Costa
Devido a eventos que ocorrerão neste sábado (14/2) e domingo (15/2), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizará interdições em vias de Águas Claras, Asa Sul, Parque da Cidade e Taguatinga.
Águas Claras
No sábado (14), a Rua do Lazer de Águas Claras, na Avenida Boulevard Norte, no trecho entre a Rua das Paineiras e a Avenida Parque Águas Claras, recebe o Bloco Baile da Piki, das 14h às 22h. No domingo (15), no mesmo local, a programação continua com o Bloco Florestino, das 9h às 14h, e, em seguida, com o Bloco da Toca, das 14h às 22h.
Para garantir a organização do trânsito, as equipes de fiscalização implantarão sinalização nas vias adjacentes a fim de coibir o estacionamento irregular. Durante os eventos, além de auxiliar na travessia de pedestres, os agentes realizarão patrulhamento na região para assegurar a fluidez do tráfego e coibir infrações.
Parque da Cidade – Ana Lídia
No domingo (15/2), das 13h às 20h, será realizado o Bloco da Baratinha, no estacionamento do Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade. Em razão do evento, no sábado (14), a partir das 23h59, equipes do Detran-DF realizarão o fechamento do estacionamento e implantarão sinalização viária nas imediações.
Durante a programação, agentes de trânsito atuarão na região para auxiliar na travessia de pedestres e garantir a segurança viária. O acesso à via S2, pela via S1, na altura do Parque da Cidade, será interditado. O trecho isolado na via S2 facilitará a circulação de pedestres. Aos condutores, a orientação é que utilizem o estacionamento nº 13 do Parque da Cidade.
Parque da Cidade – Pavilhão de Exposições
No Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, de sábado (14) até terça-feira (17), será realizado o Congresso Geral da União de Mocidades das Assembleias de Deus de Brasília (UMADEB). No sábado, o evento será realizado das 18h às 23h, e nos demais dias, ocorrerá das 9h às 23h.
Durante os dias do evento, os agentes do Detran-DF atuarão no controle de tráfego nas imediações do Pavilhão, em pontos fixos e realizando o patrulhamento na região a fim de melhorar a fluidez, auxiliar a travessia de pedestres e coibir infrações. As equipes farão a sinalização da faixa de desaceleração para a entrada e a saída de veículos dos estacionamentos nº 1 e nº 2. Além disso, também vão sinalizar as faixas de pedestres nas proximidades do Pavilhão de Exposições.
Taguatinga
No sábado (14), das 13h às 20h, será realizado o evento carnavalesco do Bloco Mamãe Taguá no estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque, em Taguatinga Norte. No domingo (15), das 16h às 23h, o mesmo local receberá o Bloco Àsé Dúdú.
Nos dois dias, as equipes do Detran-DF farão a sinalização da via principal do Taguaparque, em frente à administração, para evitar a prática de estacionamento irregular. Agentes do Detran-DF e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) também realizarão patrulhamento nas vias adjacentes, com o objetivo de garantir a fluidez do trânsito e a segurança viária.
Asa Sul – Setor Bancário Sul (SBS)
Devido ao Bloco Aparelhinho, que acontece no sábado (14/2), o Detran-DF realizará interdições no trânsito no Setor Bancário Sul (SBS). O evento ocorrerá das 11h às 19h, no estacionamento próximo ao edifício do Banco do Brasil.
A partir das 23h59 desta sexta-feira (13), os agentes de trânsito farão a interdição da via interna do SBS, que será utilizada para o deslocamento do público. Durante o evento, as equipes de fiscalização do Detran-DF atuarão na região para garantir a fluidez do trânsito e coibir infrações.
Politica
Mulheres são contenção à extrema direita, mas barreiras ainda afastam parcela de baixa renda
As mulheres são maioria do eleitorado brasileiro e podem ser decisivas no segundo turno das eleições presidenciais. O aumento da participação política de mulheres também fica evidente no poder Legislativo, com figuras de diferentes espectros políticos garantindo votações expressivas, como a deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP) e a deputada federal Érika Hilton (Psol-SP).
Ainda assim, segundo pesquisa do Projeto Brief, milhões ainda estão distantes da política, principalmente entre as mulheres de menor renda, não por considerarem que são incapazes de votar, mas por acharem que seus posicionamentos e votos não farão diferença substancial.
A cientista política Carolina Altalher, diretora executiva do Update, explica que, nas justificativas dessas mulheres, estão a descrença na mudança, custos para participar da política e uma certa frustração com o cenário atual. “Antes da gente falar de um desinteresse, a gente precisa entender quais são as barreiras que elas enfrentam e por que elas não estão enxergando resultados nessa participação”, afirma em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.
Altalher avalia que campanhas que desencorajam o voto feminino e, mais que isso, questionam a capacidade das mulheres de fazer política, muito comuns nos círculos conservadores, acabam beneficiando a extrema direita. “A gente sabe que as mulheres são a contenção da extrema direita em todo o mundo e, por conta disso, acaba viralizando esse tipo de comportamento e de ideia, principalmente no Brasil, onde as mulheres são 52,8% da população. Em diferentes partes do mundo, [existe] esse tipo de estratégia para chamar atenção e para fazer algum tipo de cortina de fumaça em relação a esse voto, que é tão precioso para que a gente não tenha um avanço da extrema direita”, pondera.
Sobre alguns fenômenos nas urnas de candidaturas femininas que se elegeram com discursos violentos e até de retrocesso dos direitos das mulheres, a cientista política observa que a eleitora “não necessariamente concorda com tudo aquilo que diz a candidata”, mas faz sua escolha, muitas vezes, orientada por rejeição. “Há uma combinação entre identificação com valores, rejeição aos próprios adversários e também o reconhecimento dessa liderança, dessas falas que provocam rejeição em alguns públicos, mas para outros podem ser identificadas como algum tipo de firmeza”, avalia.
Para Carolina Altalher, só será possível compreender essas contradições se despindo de conceitos pré-estabelecidos. “Reconhecer a legitimidade da eleição também permite a gente criticar essas posições e cobrar responsabilidade por esse mandato”, pontua.
FONTE:
brasildefato
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