Politica
Gracinha Caiado inaugura nova sede da Delegacia da Mulher em Aparecida de Goiânia
Estrutura amplia atendimento a mulheres vítimas de violência. Estado conta com 26 unidades especializadas. Em discurso, primeira-dama anunciou ainda que todas as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams) do estado passarão por reforma e reestruturação
Reforçando a proteção às mulheres no estado, a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, inaugurou, nesta quarta-feira (19/3), a nova sede da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, localizada no Parque Veiga Jardim. Durante a cerimônia, Gracinha também entregou uma nova viatura para reforçar o trabalho da unidade especializada, totalizando seis veículos.
“Desde o primeiro momento do governo, trabalhamos arduamente para combater o feminicídio e a violência contra as mulheres. A Deam é uma ferramenta extremamente importante para que elas tenham proteção e cuidado em um momento tão delicado como o de vir prestar queixa em uma situação de agressão”, ressaltou Gracinha. “Vamos trabalhar todos os dias para apoiar a mulher em todas as ocasiões, dando oportunidades e ferramentas para que elas possam mudar o curso de sua vida”, completou.
A Deam de Aparecida soma-se a outras 26 unidades do gênero espalhadas pelo estado, com a função principal de atendimento e acolhimento às mulheres vítimas de violência. O delegado-geral da Polícia Civil, André Ganga, explicou que as equipes utilizam uma nova ferramenta de inteligência artificial para filtragem dos casos. “Isso permite o ranqueamento da gravidade da situação dessas mulheres e, assim, temos condições de acompanhar cada uma de forma mais pontual e certeira”, disse. A titular da Deam de Aparecida de Goiânia será a delegada Bruna Coelho Soares.
Adicionalmente, o espaço onde funcionava a antiga delegacia da mulher, na Vila Brasília, está fechado para reforma e, em breve, a unidade deverá retomar os atendimentos, funcionando 24 horas. Durante o evento, Gracinha Caiado anunciou ainda que todas as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams) do estado passarão por reforma e reestruturação para garantir um acolhimento mais digno e humanizado às vítimas.
Investimentos
A nova delegacia amplia os esforços do Governo de Goiás no combate à violência contra as mulheres. Em 2020, foi criado o Batalhão Maria da Penha, alcançando 16 municípios com equipes especializadas. Em 2023, o Estado criou o Aplicativo Mulher Segura, que permite às mulheres pedirem auxílio policial de maneira rápida em situações de violência. No ano passado, a Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher (DEAEM), em Goiânia, foi ampliada e revitalizada, além de receber novas viaturas, armas e coletes balísticos.
Fotos: Romullo Carvalho
Legenda: Delegacia da Mulher oferece ambiente seguro e acolhedor para mulheres em situação de violência: novo prédio foi inaugurado com a presença da primeira-dama, Gracinha Caiado
Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás
Politica
Judicialização de concursos cresce no DF e especialista explica como candidatos podem evitar disputas judiciais
DF registrou mais de 53 mil ações relacionadas a concursos públicos em 2025. Especialista aponta que atenção ao edital pode evitar processos.
O número de ações judiciais relacionadas a concursos públicos tem crescido no Distrito Federal. Levantamento recente aponta que o DF registrou mais de 53 mil processos envolvendo classificação em concursos em 2025, sendo a segunda unidade da federação com maior volume de judicializações no país. Entre os principais motivos estão questionamentos sobre notas, formulação de questões e critérios de correção.
A judicialização de concursos públicos costuma ocorrer quando candidatos identificam possíveis irregularidades no processo seletivo ou discordam de decisões tomadas pelas bancas examinadoras. Nesses casos, o recurso ao Judiciário surge como alternativa para contestar resultados ou etapas do certame.
Segundo a advogada administrativista Flávia de Sá Campos, do Centro Universitário UniProcessus, a atuação da Justiça nesses casos ocorre apenas quando há indícios claros de ilegalidade no processo.
“A intervenção judicial é legítima quando há ilegalidade, como erro material, violação ao edital, cobrança de conteúdo fora do programa previsto ou ausência de critérios objetivos de correção”, explica.
A especialista destaca que muitos conflitos poderiam ser evitados ainda nas etapas administrativas do próprio concurso.
“O candidato bem preparado não estuda apenas o conteúdo da prova, mas também acompanha atentamente as regras do edital e os prazos para apresentação de recursos, evitando uma judicialização desnecessária”, afirma.
Flávia também aponta que parte das ações surge em etapas específicas dos certames.
“Grande parte das judicializações em concursos públicos ocorre após reprovações em fases como exames médicos, investigações de vida pregressa ou avaliações documentais. Muitas dessas situações poderiam ser evitadas com a leitura atenta do edital e com a apresentação correta dos documentos exigidos pela banca examinadora”, conclui.
Estudos sobre judicialização em concursos públicos também indicam que grande parte das ações não resulta em alteração no resultado dos certames. Levantamento do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos aponta que mais de 75% das decisões analisadas foram consideradas improcedentes, o que reforça a importância de atenção às regras do edital e aos recursos administrativos previstos nos processos seletivos.
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