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CLDF realiza sessão solene em homenagem ao Programa Bombeiro Amigo do CBMDF
Iniciativa do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal é voltada à promoção da qualidade de vida da população idosa
A Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza, nesta quinta-feira (25), a partir das 15h, sessão solene em homenagem ao Programa Bombeiro Amigo, iniciativa do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) voltada à promoção da qualidade de vida da população idosa. O evento foi proposto pelo deputado Roosevelt Vilela (PL) e reconhece a relevância social do programa para o DF.
De acordo com o parlamentar, a iniciativa desempenha um papel fundamental no acolhimento e na proteção de idosos, contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva. “O Programa Bombeiro Amigo constitui uma das mais relevantes iniciativas de caráter social promovidas pela corporação, voltada especialmente à valorização, proteção e promoção da qualidade de vida da população idosa do Distrito Federal”, destaca.
Ainda segundo o distrital, o trabalho desenvolvido pelos bombeiros também reforça o compromisso institucional da corporação com o bem-estar coletivo. “A atuação dos militares envolvidos evidencia o compromisso do CBMDF não apenas com a proteção da vida em situações de emergência, mas também com a promoção do bem-estar social, da cidadania e da dignidade humana”, pontua.
A solenidade homenageará tanto os membros da corporação envolvidos com o programa quanto os idosos atendidos pela iniciativa. O evento ocorre no auditório da CLDF e será aberto ao público.
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Epreendedorismo3 dias agoPara quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC. “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área. O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação. “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.
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