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CASO DE DEGENERAÇÃO MACULAR DA ATRIZ JUDI DENCH ALERTA SOBRE LIMITAÇÕES NO COTIDIANO
O envelhecimento é um processo com abertura para a ocorrência de algumas doenças oculares que requerem o essencial acompanhamento com um oftalmologista. A atriz Judi Dench, 91 anos, por exemplo, contou que sofre com degeneração macular relacionada à idade (DMRI), desde 2012. Ela revelou que a condição limitou sua independência, a capacidade de andar sozinha e, até mesmo, de trabalhar.
A patologia ocular crônica compromete a área central da retina, chamada de mácula, responsável pelos detalhes da visão, provocando uma perda progressiva. Segundo a oftalmologista diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, as causas são o envelhecimento, fatores genéticos, tabagismo, obesidade, hipertensão, exposição solar intensa sem as devidas precauções e uma dieta pobre em nutrientes, como ômega 3. As mulheres apresentam um risco maior.
A doença se divide em dois tipos: seca e úmida. O primeiro tipo é considerado o mais comum, correspondendo até a 90% dos diagnósticos. A principal característica é o afinamento e deterioração do tecido da mácula, provocando um atrofiamento celular e a perda gradual da visão central.
Já o tipo úmido, apesar de pouco comum, culmina com a perda da visão mais rapidamente, em dias ou semanas. “Diferente da ocorrência anterior, os vasos sanguíneos anormais começam a crescer sob a retina e a mácula e vazam. É preciso explicar que a degeneração seca pode progredir para a forma úmida, situação que requer um check-up médico regular”, explica a médica.
Os principais sintomas são perda da visão central, embaçamento, manchas escuras ou pontos cegos no campo visual, distorção de linhas retas, dificuldade ocular para se adaptar a diferentes iluminações, focar em detalhes, diminuição na intensidade das cores, ler letras pequenas e reconhecer rostos – principalmente em ambientes com pouca luz. O monitoramento regular é essencial para prevenção e maior qualidade de vida.
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Consórcio para o 1° carro: comece a investir no sonho antes mesmo da habilitação
A modalidade permite a aquisição de veículos novos e seminovos.
Queda do primeiro dente, a primeira prova na escola, o primeiro beijo. A vida é marcada por estreias que deixam lembranças duradouras. Entre elas, poucas são tão simbólicas quanto a conquista do primeiro carro. Transformar esse desejo em realidade, porém, vai além do impulso: exige planejamento financeiro rigoroso e decisões bem fundamentadas. É essencial avaliar a real necessidade, estabelecer um orçamento compatível com a renda — considerando despesas como seguro, IPVA e manutenção —, comparar modelos, ponderar entre novo ou usado e, por fim, definir a melhor forma de aquisição do veículo.
Com os valores de automóveis nas alturas, além da taxa básica de juros no patamar de 14,75%, o consórcio desponta como a alternativa mais viável para a aquisição desse bem. “Especialmente para os motoristas que estão adquirindo seu primeiro carro, pois o motorista não precisa desembolsar um valor alto à vista para entrada ou partir para financiamento imediato”, avalia José Climério Silva Souza, diretor-executivo do Consórcio Nacional Bancorbrás.
Além disso, lembra José Climério, é possível começar a investir no carro antes mesmo de tirar a habilitação. “A modalidade possibilita organizar o investimento de forma gradual e previsível. Durante o processo para carteira de habilitação, você já pode adquirir a sua carta de crédito para consórcio de automóvel, iniciar o pagamento e já sair da autoescola com o carro na garagem”, comenta. A categoria permite a aquisição de veículos novos e seminovos em todo o território nacional.
Com alguns cuidados e paciência para pesquisar as melhores condições, os futuros habilitados podem estar melhor preparados para tomar uma decisão informada na busca pelo carro dos sonhos, garantindo uma experiência de compra mais tranquila e satisfatória. “Optando pelo consórcio, a aquisição do veículo será não apenas um sonho realizado, mas também um investimento consciente”, finaliza.
Mercado consolidado
Segundo dados da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), o consórcio de veículos leves permaneceu como o maior segmento do Sistema em número de participantes ativos no primeiro trimestre de 2026. Nos três primeiros meses do ano, foram 5,42 milhões de consorciados, com crescimento de 10,4%. Foram 493,59 mil cotas vendidas e os créditos comercializados avançaram para R$ 35,85 bilhões.
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