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Diversas

O HUB foi o hospital que mais realizou transplantes renais no DF em 2025

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Os dados são do prestigiado Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO)
Brasília (DF) – “Realizar o transplante no HUB foi além da minha expectativa”, celebra Evandir Inácio Ferreira, de 62 anos, que recebeu doação de rim da própria esposa. Ele é um dos pacientes transplantados no Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB/HU Brasil) em 2025. Ano que foi motivo de muito orgulho para todo o HUB, pois fomos o hospital que mais realizou transplante renal no Distrito Federal nesse período. As informações são do renomado Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) de 2025.
“Eu descobri que tinha problemas renais em 2017, depois do resultado de um exame que constatou que meu nível de creatinina estava alto”, relembra Evandir, que iniciou seu tratamento em um hospital de Formosa (GO), sua terra natal, onde ficou por cerca de cinco dias. Em seguida, procurou outro hospital em Goiânia, onde realizou tratamento por 10 meses. Devido aos gastos que estava tendo com transporte, decidiu buscar assistência em Brasília e terminou sendo encaminhado para o HUB, onde realizou o transplante em agosto de 2025.
“Eu não conhecia o Hospital Universitário de Brasília até então. Fui e sou muito bem tratado por todos que ali trabalham, a equipe de transplante é super competente, além de prestativa. Resumindo foi a melhor escolha”, conta Evandir, que recebeu a doação de rim da sua esposa, Antônia Ferreira, de 59 anos.
De acordo com dados do RBT, o HUB liderou a lista de transplantes renais no DF em 2025, tendo realizado 48 procedimentos desse tipo. Foram 37 transplantes realizados com rins de pessoas falecidas e 11 com pessoas vivas. “Ficamos muito felizes quando alcançamos um número significativo de transplantes. Isso quer dizer que estamos cumprindo a nossa missão com os pacientes e contribuindo para formar mais profissionais que farão parte das equipes de transplantes”, observa o chefe da Unidade de Transplantes do HUB, Gustavo Arimatea.
Uma outra paciente que se beneficiou com o procedimento naquele ano foi a Elisangela Aparecida, de 42 anos, que recebeu doação de rim da irmã mais velha, Márcia Aparecida, de 44 anos. Elisangela conta que, em setembro de 2023, foi diagnosticada com síndrome nefrótica, condição em que os rins passam a perder grandes quantidades de proteína pela urina devido a uma alteração nos glomérulos – estruturas responsáveis pela filtração do sangue. Ela fez o tratamento conservador por um ano e cinco meses, realizando uma nova biópsia o médico informou que seria necessário o transplante. A hemodiálise começou a ser realizada em janeiro de 2025 e em novembro daquele mesmo ano ocorreu o tão aguardado transplante.
“A vida pós transplante é maravilhosa, eu tomava muita água antes disso e com a restrição hídrica tive que diminuir para um litro e meio e após o transplante posso tomar minha água à vontade!”, comemora Elisangela.
Gustavo Arimatea explica que um dos pontos principais para o bom desempenho do HUB em transplantes renais diz respeito ao esforço constante feito pela unidade através de duas frentes, uma delas envolvendo a atuação da Navegação de Enfermagem, que tem contribuído com o processo de preparação dos pacientes.  “O ambulatório de Navegação de Enfermagem tem ajudado os pacientes a transitar em um processo longo e complexo, que exige a realização de diversos exames e consultas”, detalha Gustavo. Desse modo o tempo para que os pacientes estejam aptos a entrar na lista de transplantes é reduzido.
“E por outro lado, estamos tentando garantir a realização de um maior número de transplantes, especialmente através do aprimoramento logístico, para que sejamos capazes de dar o melhor aproveitamento possível para os órgãos oriundos de outros estados”, finaliza.
Rede HU Brasil
O HUB-UnB faz parte da Rede HU Brasil desde janeiro de 2013. A estatal foi criada por meio da Lei nº 12.550/2011, vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. A estatal é responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades de assistência, pesquisa e inovação por meio de uma gestão de excelência.
CRÉDITOS:
Foto: Comunicação do HUB-UnB.
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Aos 16 anos, estudante do Colégio Mackenzie conquista medalha em campeonato brasileiro de natação e mira carreira internacional

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Aos 16 anos, o estudante-atleta Lucas Tremendani já se destaca no cenário da natação competitiva brasileira, acumulando conquistas expressivas e consolidando uma trajetória marcada por disciplina, evolução e apoio institucional. Aluno do Colégio Prebiteriano Mackenzie Brasília (CPMB) desde 2015, Lucas construiu dentro da escola não apenas sua formação acadêmica, mas também a base de sua carreira esportiva.
Sua relação com a natação no ambiente escolar começou em 2017, quando foi incentivado a participar de uma seletiva para a equipe do colégio. “Sempre pratiquei natação fora, mas foi no Mackenzie que passei a integrar uma equipe e a desenvolver meu lado competitivo”, relembra.
Após um período de pausa em 2022, Lucas retomou os treinos com a chegada da treinadora Thalita, que teve papel fundamental em sua evolução. “Ela me apresentou a natação em nível mais competitivo e me federou. Em seis meses, já participei do meu primeiro Campeonato Brasileiro”, conta o atleta.
Os resultados vieram rapidamente. Em seu segundo campeonato nacional, Lucas já estava entre os oito melhores do país. “Foi uma sensação de conquista muito grande. Em pouco tempo, consegui resultados que muitos levam anos para alcançar”, destaca. Além do reconhecimento esportivo, o desempenho garantiu ao atleta acesso ao programa Bolsa Atleta, ampliando as possibilidades de investimento em sua carreira.
Recentemente, Lucas conquistou o primeiro lugar no campeonato do Centro-Oeste, resultado que já era esperado devido aos seus tempos anteriores, mas que ainda assim trouxe surpresas. A treinadora Thalita, que acompanhou de perto a evolução, destaca o comprometimento do atleta. “O Lucas é um menino de ouro. Desde o primeiro treino, mostrou ser muito focado e dedicado, sempre o primeiro a chegar e o último a sair”, afirma.
Para Lucas, o CPMB ocupa um lugar central em sua vida. “Hoje, o Mackenzie é como uma segunda casa”, conta. Ele também destaca o apoio da instituição: “O esporte é muito valorizado, tanto pela flexibilidade nos horários quanto pelo incentivo constante dos professores”.
Conciliar a rotina de treinos intensos com os estudos exige organização e foco. “Procuro aproveitar ao máximo as aulas para não acumular conteúdo, já que tenho treinos pela manhã em alguns dias da semana”, explica.
Com resultados consistentes e objetivos bem definidos, Lucas segue em busca de novos desafios, mirando o ingresso em uma universidade internacional por meio da natação e a continuidade de sua trajetória no esporte de alto rendimento

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Sobre os Colégios Presbiterianos Mackenzie

 

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Os Colégios Presbiterianos Mackenzie são reconhecidos, hoje, pela qualidade no ensino e educação que oferecem aos seus alunos, enraizada na antiga Escola Americana, fundada em 1870, pelo casal George e Mary Chamberlain, em São Paulo. A instituição dispõe de unidades em São Paulo, Tamboré (em Barueri-SP), Brasília (DF) e Palmas (TO). Com todos os segmentos da Educação Básica – Educação Infantil (Maternal, Jardim I e II), Ensino Fundamental e Ensino Médio, procura o desenvolvimento das habilidades integrais do aluno e a formação de valores e da consciência crítica, despertando o compromisso com a sociedade e formando um indivíduo capaz de servir ao próximo e à comunidade. No percurso da história, o Mackenzie se tornou reconhecido pela tradição, pioneirismo e inovação na educação, o que permitiu alcançar o posto de uma das renomadas instituições de ensino que mais contribuem para o desenvolvimento científico e acadêmico do País.

 

CRÉDITOS:

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Fotos: Divulgação

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