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Saúde

Prontuário Afetivo é implantado no Hospital Cidade do Sol

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Objetivo é acolher pacientes e fazer com que eles sejam vistos dentro de sua individualidade

Jurana Lopes

Se sentir acolhido e ver que as pessoas realmente se importam com sua vida e sua individualidade. É assim que os pacientes internados no Hospital Cidade do Sol (HSol) se sentem através da utilização do Prontuário Afetivo. A ferramenta é utilizada para registrar informações sobre o paciente não apenas do ponto de vista clínico, mas também, levando em consideração suas emoções, preferências e aspectos psicossociais. Mais um olhar especial do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) aos seus pacientes.

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“Eles sentem que nos importamos com eles. Quebra o gelo e tira aquela sensação de atendimento mecânico. O prontuário afetivo é feito pela equipe do Humanizar, logo na admissão. Os auxiliares vão até o leito dos pacientes e de forma acolhedora e atenciosa realizam as perguntas necessárias”, explica a gerente de Humanização e Experiência do Paciente, Stephanie Sakayo.

O objetivo do prontuário afetivo é possibilitar que o paciente seja visto dentro de sua individualidade, de forma que não seja identificado apenas por sua patologia, mas por aspectos que o definem enquanto ser humano. Esse tipo de abordagem influencia positivamente no cuidado que o paciente recebe, pois permite estabelecer um elo de confiança maior entre ele e a equipe de assistência.

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“Isso reflete diretamente na forma com que o paciente responde ao tratamento, pois existem estudos que comprovam que o estado emocional está diretamente ligado ao tempo de recuperação dos pacientes. Os pacientes estão gostando muito”, acrescenta.

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De acordo com a gerente geral de Humanização e Experiência do Paciente. Anucha Soares, um dos principais objetivos é fazer com o atendimento do HSol seja referência quando se fala em humanização e ainda alcance a expectativa que os pacientes têm quando buscam o atendimento em nossas unidades.

“A iniciativa por parte do Núcleo de Humanização é piloto aqui no Hospital Cidade do Sol, mas temos a intenção de estender às outras unidades de internação geridas pelo IgesDF. Essa abordagem reconhece a importância da dignidade e dos direitos humanos, considerando as necessidades emocionais, sociais e psicológicas das pessoas envolvidas”, informa.

Humanizar

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O Núcleo de Humanização é responsável pela gestão do Programa Humanizar, realizando o acolhimento inicial nas portas de acesso, estreitando os elos de comunicação entre os usuários externos e internos aos serviços prestados pelo IgesDF.

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Sua missão é promover a humanização em todas as instâncias do atendimento ao cliente, valorizando a empatia, o respeito, a comunicação efetiva e a qualidade do cuidado prestado, promovendo uma experiência mais positiva e centrada nas necessidades dos usuários nas unidades de saúde geridas pelo IgesDF.

O atendimento humanizado vai além da prestação de cuidados médicos, ele envolve o estabelecimento de uma relação de confiança entre profissional e paciente, levando em consideração suas experiências, sentimentos e valores. A humanização também se preocupa com a comunicação clara e acessível, oferecendo um atendimento mais empático, respeitoso e centrado no paciente.

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Davidyson Damasceno / IgesDF
 
 
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( 61 3550-9281

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Saúde

Ashwagandha: Anvisa alerta que suplemento do TikTok não tem registro

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A erva asiática tem sido indicada para os sintomas da perimenopausa
Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  emitiu alerta para reforçar a proibição do uso do suplemento alimentar ashwagandha no Brasil. A erva asiática tem sido indicada, principalmente pela rede social TikTok, para relaxamento e alívio dos sintomas da perimenopausa.

Em nota, a Anvisa citou o caso de uma mulher britânica que teve falência do fígado, paradas cardíacas e sérios danos cerebrais após o uso do produto e reforçou que o suplemento não tem registro no Brasil.

“Sua fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos no país. A substância não integra a lista de ingredientes autorizados para uso nesse tipo de produto.”

A agência destacou que suplementos alimentares figuram como alternativa para complementar a alimentação e podem ser úteis para pessoas que precisam melhorar o consumo de algum nutriente ou praticar atividades físicas intensas.

“É terminantemente proibido vincular o uso desses produtos a alegações de cura, tratamento e prevenção de doenças.”

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Entenda

A Resolução da Diretoria Colegiada nº 243/2018 define que suplementos alimentares devem ser feitos com substâncias autorizadas e podem conter aditivos e ingredientes de uso tradicional em alimentos, adicionados ao produto para dar sabor, cor e aroma, entre outras funções. 

São produtos para consumo via oral em formas de comprimido, cápsula, pastilha, pó e barra, destinados a suplementar a alimentação de pessoas saudáveis com nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos. “Nem todas as pessoas precisam utilizar esses produtos”, alertou a Anvisa.

“Essa decisão deve ser avaliada com a ajuda de profissionais de saúde qualificados e envolve diversos fatores, incluindo a condição atual de saúde, a qualidade da alimentação e a prática de atividade física. Se houver necessidade de suplementar, cabe aos profissionais de saúde a orientação sobre o tipo de suplemento, a quantidade, quando e como tomar.”

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Riscos

De acordo com a agência, a maior parte dos perigos associados ao consumo de suplementos alimentares está ligada a produtos irregulares – seja pela presença de substâncias não avaliadas pelos órgãos reguladores ou por falhas nas condições de fabricação.

Os riscos, entretanto, não se restringem a produtos clandestinos. Segundo a Anvisa, itens devidamente legalizados também podem prejudicar a saúde quando consumidos em desacordo com as necessidades do paciente e as instruções de uso.

“Diante disso, vale reforçar a importância de consultar rigorosamente as indicações do fabricante, respeitando dosagens, advertências e restrições informadas no rótulo e na embalagem de cada produto.”

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