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2º Prêmio Candango de Literatura anuncia finalistas

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Confirmada para 31 de outubro, cerimônia na Sala Martins Penna, em Brasília, consagra autores na 2ª edição do certame e celebra a língua portuguesa com show de Toquinho

 Após as etapas de inscrição, classificação e avaliação, o Prêmio Candango de Literatura divulga a lista com os 67 finalistas distribuídos entre as categorias Romance, Poesia, Contos, Prêmio Brasília (autor do DF), Capa, Projeto Gráfico e Projeto de Incentivo à Leitura. Os vencedores serão revelados em 31 de outubro, durante uma grande celebração da literatura em língua portuguesa, na Sala Martins Pena, na capital do Brasil. Para embalar a noite, após conferir a premiação, que distribuirá troféus e R$195 mil entre as sete categorias, o público será brindado com show de Toquinho, um dos ícones da música brasileira.

Criada em 2022, a premiação, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), chega à segunda edição consagrando autores e projetos em uma iniciativa voltada a todo o mundo que se expressa em português. O público está convidado a participar da festa, mediante retirada de ingressos gratuitos via Sympla (liberados a partir de 15 de outubro).

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O Prêmio Candango de Literatura reafirma Brasília como capital cultural e literária, capaz de reunir vozes do Brasil, de Portugal, Angola, Moçambique e de toda a comunidade lusófona em uma mesma celebração. É emocionante ver a palavra escrita ganhar esse espaço de destaque e reconhecimento, fortalecendo a literatura como patrimônio vivo que conecta povos, gerações e histórias”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes.

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A premiação nasceu para celebrar a palavra como patrimônio vivo e pulsante e recebeu inscrições de todo o Brasil, de países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e de suas diásporas. Nesta edição, com a curadoria do premiado autor João Anzanello Carrascoza, uma eficiente campanha de comunicação e apoio de entidades como o Instituto Camões, Instituto Guimarães Rosa Maputo e a Casa de Angola na Bahia, o alcance bateu recordes, com inscrições de 4 continentes e 18 países.

Entre os finalistas há representantes de Portugal, Moçambique e Angola e, no Brasil, além do Distrito Federal, dos estados Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Tamanho interesse, reforça Brasília como vitrine internacional e centro de conexão cultural entre territórios e vozes diversas.

Ao longo de todo o processo, enfrentou-se o desafio de sair de quase três mil inscrições para chegar aos 67 finalistas: 12 na categoria Romance; 10 em Poesia, Contos, Prêmio Brasília, Projeto Gráfico e Capa e 5 na categoria Projeto de Incentivo à Leitura. A seleção foi conduzida por um corpo técnico de 45 jurados.

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A premiação se consolida entre as mais importantes do país pela seriedade e credibilidade que vem conquistando no meio artístico e cultural. Nosso propósito é valorizar os autores, estimular novos leitores e celebrar a criação literária em toda a sua potência”, assegura o coordenador do Prêmio Candango de Literatura, o jornalista e escritor Maurício Melo Junior.

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O Prêmio Candango de Literatura é idealizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) é realizado, em parceria, por processo público de seleção, com o Instituto Casa de Autores.  

 Premiação e contrapartidas

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Além de troféu, cada vencedor do 2º Prêmio Candango de Literatura receberá:

Eixo literário

  • Melhor Romance (R$ 35 mil)
  • Melhor Livro de Contos (R$ 35 mil)
  • Melhor Livro de Poesia (R$ 35 mil)
  • Prêmio Brasília (R$ 35 mil)

Eixo editorial

  • Melhor Capa (R$ 20 mil)
  • Melhor Projeto Gráfico (R$ 20 mil)

Eixo pedagógico

  • Incentivo à Leitura (R$ 15 mil)

Como contrapartida, os vencedores das categorias literárias e editoriais doarão 20 exemplares de suas obras para bibliotecas públicas do Distrito Federal. Já os premiados na categoria de incentivo à leitura oferecerão uma atividade formativa online, com, no mínimo, 4 horas de duração.

 

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Conheça os finalistas

 

 

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Serviço

Cerimônia de premiação – 2º Prêmio Candango de Literatura
Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio Santoro, Brasília-DF
Data: 31 de outubro de 2025
Horário: 19h30
Atração musical: Show com Toquinho
Premiação total: R$ 195 mil
Categorias: Romance, Contos, Poesia, Prêmio Brasília, Capa, Projeto Gráfico e Incentivo à Leitura
Classificação indicativa: 16 anos

Ingresso gratuito: Retirada via Sympla a partir de 15/10

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www.premiocandangodeliteratura.com.br

 

Mais informações para a imprensa

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Donna Mídia Comunicação

Charlotte Vilela

55 61 98151-2400

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donnamidia@gmail.com

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Lançamento de clínica com atendimento jurídico aberto ao público promove debate sobre paridade de gênero

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Clínica Elas por Elas é uma iniciativa da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília presta serviço à comunidade

 

O evento reuniu especialistas em direitos das mulheres e marcou a criação de um espaço permanente de acolhimento, orientação e formação jurídica. A Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília lançou, na última quarta-feira (11), a Clínica Jurídica Elas por Elas, iniciativa voltada ao acolhimento, à orientação e ao fortalecimento de mulheres da comunidade acadêmica e do público externo. Criada no Mês das Mulheres, o projeto oferece apoio jurídico, emocional e institucional para mulheres em situação de vulnerabilidade, além de contribuir para a formação prática dos estudantes de Direito da FPMB.
A clínica funcionará gratuitamente e será vinculada ao Núcleo de Prática Jurídica e ao Laboratório Jurídico da faculdade. O projeto também integra a formação dos estudantes de Direito, que participarão das atividades supervisionadas, contribuindo em atendimentos, na elaboração de materiais informativos e em ações educativas voltadas à promoção de direitos e à prevenção da violência contra a mulher.
Para o diretor-geral da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília, Josimar Rosa, a criação da iniciativa atende a uma demanda já identificada dentro da instituição. Segundo ele, o Laboratório Jurídico foi estruturado para atuar em diferentes frentes, e a implantação de um núcleo voltado especificamente ao atendimento de mulheres era uma das prioridades. “A proposta reforça o compromisso da faculdade com projetos que gerem impacto social e estejam alinhados ao cuidado com o próximo”, afirmou.
A coordenadora da clínica, professora e advogada Juliana Tesolin, explicou que o projeto foi desenvolvido ao longo de mais de dois anos e contou com a articulação de parcerias institucionais. A expectativa é que o espaço funcione como um ponto de acolhimento e orientação para mulheres que enfrentam diferentes tipos de violência. “Queremos oferecer escuta qualificada, orientação jurídica e encaminhamento adequado para cada situação”, destacou. Ela também ressaltou o caráter formativo da iniciativa: “As estudantes terão a oportunidade de aprender, na prática, como atuar em defesa de outras mulheres”.
O lançamento da clínica foi acompanhado por uma roda de conversa dedicada ao tema da paridade de gênero no Poder Judiciário. O encontro reuniu profissionais que atuam na defesa dos direitos das mulheres e na promoção da equidade nas carreiras jurídicas.
A palestra principal foi conduzida pela advogada e ex-promotora de Justiça Gabriela Manssur, presidente do Instituto Justiça de Saia e idealizadora do Projeto Justiceiras. Durante sua participação, ela ressaltou que o Brasil possui instrumentos legais importantes de combate à violência contra mulheres, mas ainda enfrenta desafios na aplicação dessas normas. “Temos uma das legislações mais avançadas do mundo, mas ainda convivemos com índices preocupantes de feminicídio. Isso mostra que é fundamental transformar a lei em proteção efetiva”, afirmou.
Também participaram do debate a defensora pública Rafaela Mitre, coordenadora do Núcleo da Mulher da Defensoria Pública do Distrito Federal; a advogada Maria Augusta Palhares Ribeiro, cofundadora do coletivo Amigas da Corte; a advogada Julia de Baére, presidente da associação Elas Pedem Vista; e a advogada Nildete Santana, diretora da Mulher da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Distrito Federal (OAB-DF). Estudantes da instituição também acompanharam o lançamento e ressaltaram a relevância da iniciativa para a formação acadêmica e para o impacto social.

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Sobre a Faculdade Presbiteriana Mackenzie
A Faculdade Presbiteriana Mackenzie é uma instituição filantrópica, de ensino confessional e de perfil comunitário, que se dedica às ciências divinas, humanas e de saúde. A instituição é comprometida com a formação de profissionais competentes e com a produção, disseminação e aplicação do conhecimento, inserida na sociedade para atender suas necessidades e anseios, e de acordo com princípios cristãos.

 

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O Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) é a entidade mantenedora e responsável pela gestão administrativa da Universidade Presbiteriana Mackenzie nos campi São Paulo, Alphaville e Campinas, das Faculdades Presbiterianas Mackenzie em três cidades do país: Brasília (DF), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ), bem como das unidades dos Colégios Presbiterianos Mackenzie de educação básica em São Paulo, Tamboré (em Barueri – SP), Brasília (DF) e Palmas (TO). Além do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie Paraná (Curitiba), que presta mais de 90% de seu atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e integra o campo de estágios da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR).

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Créditos:

Por: Instituto Presbiteriano Mackenzie

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Foto: Divulgação FPMB

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