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A New Chapter – Tradição e Inovação: a escola que uniu fé e excelência acadêmica em Brasília

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O Colégio Everest de Brasília anuncia um novo passo em sua história educacional após deixar a Rede Semper Altius. A transição mantém a essência da escola intacta, fiel aos seus valores tradicionais e à evolução da proposta educacional, preservando a fé católica, a excelência acadêmica, a formação integral e bilíngue, e a visão internacional

O Colégio Everest de Brasília inicia um novo capítulo em sua trajetória educacional. Após anos de crescimento sob a Rede Semper Altius, a escola segue agora de forma independente, preservando integralmente sua essência: a formação acadêmica de excelência, os valores cristãos, a educação integral e a visão internacional que sempre a definiram.

Desde sua fundação, em 2013, o Colégio Everest se destacou como uma escola católica comprometida com a missão de formar pessoas íntegras, éticas, conscientes do seu papel no mundo e guiadas pela verdade. Ao longo desses anos, consolidou-se como referência em qualidade acadêmica, mantendo viva a fé e firme sua proposta pedagógica.

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Foto por Victor Brasil

“Crescemos sob o nome de uma montanha. Everest foi mais do que uma marca — foi símbolo de superação, esforço constante e desejo de alcançar o mais alto: em conhecimento, virtudes e propósito. Sob esse espírito, formamos gerações que carregam não apenas aprendizado, mas valores sólidos e identidade cristã”, acrescenta Tainah Nóbrega, diretora de Admissão, Comunicação e Marketing do Everest. Mas, como em toda grande jornada, chega o momento de olhar adiante. “O topo não é o destino final — o verdadeiro horizonte é mais alto. É o céu”, completa.

Sob a liderança de Tainah e Bruno Nóbrega, presidente da instituição, a escola dá agora um passo importante: deixará o nome Everest. A decisão, no entanto, não representa ruptura. Representa evolução. A mesma missão. A mesma alma. Um novo nome que refletirá, com ainda mais profundidade, tudo aquilo que sempre esteve no centro da proposta educacional.

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A mudança é fruto do crescimento. Só em 2025, mais de 300 novos alunos ingressaram nas três unidades — Everest Kinder, Everest High e Everest Asa Norte. “Crescemos porque a educação é um organismo vivo. E precisa evoluir continuamente para responder aos desafios de um mundo em transformação”, ressalta.

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Foto por Victor Brasil

Para ela, o novo momento nasce do reconhecimento de que cada aluno tem sua própria jornada: “Nem todos foram feitos para escalar o Everest. Cada criança carrega uma montanha interior. Nosso papel é guiá-los em sua própria caminhada. Foi com esse olhar que decidimos avançar. Não para deixar o passado para trás, mas para expressar ainda melhor a essência que nos move”, emociona-se.

Muda o nome. Permanece a essência

A mudança de nome é, acima de tudo, a expressão visível de algo que sempre esteve presente: o compromisso com a formação integral de cada aluno, unindo razão e fé, conhecimento e virtude, inovação e tradição.

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Nada se perde. Tudo se fortalece. Essa transição não significa ruptura, mas sim amadurecimento. A escola continua sob a mesma direção, com os mesmos educadores, os mesmos princípios pedagógicos e a mesma proposta católica que sempre foram o seu alicerce. “O projeto segue católico, exigente, acolhedor e comprometido com o crescimento humano e espiritual de cada estudante”, afirma.

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Foto por Victor Brasil

A voz das famílias, a força da comunidade

Todo esse processo está sendo conduzido com transparência, escuta e diálogo direto com as famílias dos alunos. Em reuniões presenciais nas unidades Lago Sul e Asa Norte, a direção compartilhou os motivos da transição, respondeu dúvidas e reafirmou publicamente o compromisso com o projeto pedagógico.

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“Sabemos da força do nome que nos trouxe até aqui. Mas sabemos, sobretudo, que a verdadeira força da nossa escola está nas pessoas que constroem essa história: nós, eu e o Bruno, nossos alunos, famílias, professores, colaboradores e nossa fé. O que estamos vivendo não é um fim. É um recomeço. Um novo ciclo, mais claro, mais coerente e mais forte”, comenta.

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Foto por Victor Brasil

O que permanece — e o que se fortalece

Em meio às mudanças, alguns pilares permanecem inabaláveis como a missão evangelizadora, viva em cada etapa da formação, a excelência acadêmica, com foco no pensamento crítico, no protagonismo estudantil e no projeto de vida, a educação individualizada, que valoriza cada aluno em sua singularidade e a certificação internacional, mantida com novos vínculos institucionais que ampliarão as oportunidades dos estudantes.

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“Tudo foi planejado com responsabilidade. Estamos fortalecendo as parcerias internacionais, aprimorando o material didático, investindo na formação dos professores e ampliando os canais de escuta com as famílias”, explica.

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Foto por Victor Brasil

O novo está a caminho

Muito em breve, a escola apresentará sua nova identidade. Um nome que nasce da missão, honra o legado e aponta para o alto. Até lá, ela segue unida, formando com amor, educando com propósito e crescendo com fé. “A New Chapter já começou. E será escrito por todos nós”, comemora.

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Serviço: 

Unidade Kinder Lago Sul
SHIS QI 19 chácara 18, Brasília – DF – 71.655-730

Unidade High Lago Sul
SHIS QI 17/19 S/N – Lote Seminário, Brasília – DF – 71.645-600

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Unidade Asa Norte
SGAN 606 módulo A – Asa Norte, Brasília – DF, 70.830-251

Contato:
Telefone: (61) 3366-2820

Raiane Wentz
Assessora de imprensa
imprensa@jjassessoriadeimprensa.com
(61) 9 9592-5626

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Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)

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A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.

 

Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

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Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.

 

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No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).

 

No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).

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Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.

 

As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.

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Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.

 

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A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .

 

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.apiboficial.org/apoie/ . As doações podem ser feitas por cartão de crédito ou boleto bancário. Também é possível doar via Pix pelo e-mail apoinmebra @ gmail.com (Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – Banco Bradesco).

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Sobre o ATL

 

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Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.

 

No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.

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Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”

 

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Sobre a APIB

 

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A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.

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