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Segundo Selo lança “Cartas para Elas”, de Lina Távora, com bate-papo em Brasília
Obra literária explora intimidade, amizade e amor em cartas que dialogam com o cotidiano e a crítica cinematográfica.
A Editora Segundo Selo tem o prazer de anunciar o lançamento oficial do primeiro livro da escritora e jornalista cearense radicada em Brasília, Lina Távora, intitulado “Cartas para Elas”. O evento será realizado no dia 8 de novembro, sexta-feira, na Livraria Circulares (@circulares.livros) – 113 Norte, BL A, loja 7, Brasília-DF, às 19h, e contará com um bate-papo com a jornalista e cineasta Dany Proença.
A obra reúne 19 cartas dedicadas a mulheres, explorando temas como intimidade, amizade, afetividade e amor. Em cada correspondência, Lina cria diálogos profundos que atravessam a ficção e a vida cotidiana, conectando suas histórias à literatura e ao audiovisual.
Escrevendo com sensibilidade e fluidez, Lina constrói personagens que dão vida às cartas, ecoando suas histórias nas experiências de uma multiplicidade de mulheres. A obra busca despertar reflexões sobre o cotidiano feminino, propondo que as cartas sejam lidas tanto em voz alta, como desabafos, quanto em silêncio, como reflexões que tocam e preparam a leitora para as eventualidades da vida.
Para mais informações e compra, acesse o site da editora: https://editorasegundoselo.com.br/loja/prosa/cartas-para-elas-lina-tavora/](https://editorasegundoselo.com.br/loja/prosa/cartas-para-elas-lina-tavora/ ou entre em contato pelo WhatsApp: (71) 9207-8805. Siga também a Editora Segundo Selo nas redes sociais: @editorasegundoselo.
Venha prestigiar a autora e descobrir as histórias que tocam o cotidiano feminino. Esperamos você!
Sobre a autora
Lina Távora, cearense radicada em Brasília, é jornalista, escritora e mestre em Comunicação, com foco em cinema nacional e cinema de intimidade. Desde 2010, atua no Ministério da Cultura, tendo sido editora da revista Filme Cultura (ed. 62 a 65) e produtora da Mostra Carmen Santos (2016). Lina integra o Coletivo Arte Aberta, que discute questões de gênero no audiovisual, e o portal Irmãos Estoicos, dedicado à filosofia.
Sobre a convidada
Dany Proença é jornalista, escritora, cineasta e mestre em Comunicação. Roteirizou e dirigiu o curta-metragem Braxília, sobre a relação do poeta Nicolas Behr com Brasília. Publicou os livros infantis “Lipe e Tom mundo afora”, pela Editora Tigrito, e “A Brincadeira de Nunu”, pela Editora Leiturinha. Já morou nas Filipinas e na Austrália. É mãe do Filipe, que a inspira todos os dias a reencantar o mundo.
Sobre a Editora
A Editora Segundo Selo, selo da Organismo Editora, é uma casa editorial baiana, independente, dedicada à promoção da diversidade por meio de publicações literárias e teóricas. Em seus 11 anos de atuação, lançou mais de 110 títulos, valorizando vozes que abordam temas sociais, étnicos e de gênero. A editora tem se destacado com obras finalistas de prêmios importantes, como o Jabuti (2022) e o Oceanos (2023), além de traduções inéditas, como a de Frantz Fanon (2020).
Serviço
Lançamento oficial do Livro “Cartas para Elas” de Lina Távora e bate-papo com Dany Proença
- Data: 8 de novembro, sexta-feira
- Horário: 19h
- Local: Livraria Circulares (113 Norte, BL A, loja 7, Brasília-DF).
Para mais informações:
- Maria Auxiliadora, Assessoria de Imprensa: comunicacao.dora@gmail.com
(71) 9 9733-9372
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BRASIL É 11° PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE LIDERANÇAS FEMININAS
As mulheres conquistaram a liberdade de trabalhar, sem a dependência e permissão dos maridos e famílias, somente nas últimas décadas e, desde então, demonstram porque são tão importantes no mercado, inclusive em cargos de liderança. Mesmo o Brasil apresentando números considerados baixos no mercado, trata-se de uma mudança importante por representar evolução.
A pesquisa Movimento Mulher 360 apontou que 5,2% das empresas brasileiras possuem uma mulher na presidência. Um recorte desse estudo mais amplo da participação do grupo em cargos de alta liderança sobe a participação delas para 37,7%.
Os resultados do ínEstes, por sua vez, registram o Brasil em um ranking de inclusão, considerado intermediário (11°), à frente de nações como os Estados Unidos (16°), pois locais como as Filipinas, África do Sul e Tailândia, lideram o ranking global da presença feminina em cargos de liderança sênior em empresas, de acordo com o levantamento Women in Business da Grant Thornton.
Para a especialista em liderança e gestão, palestrante, mentora, consultora organizacional, engenheira mecânica e escritora, Sônia Jordão, os dados são considerados bastante positivos, mas, muito ainda deve ser melhorado. A reversão do cenário atual requer ações intencionais das empresas, governo – através da criação de metas públicas de diversidade, processos seletivos com recorte de gênero, programas de mentoria, prezar pela flexibilidade e apoio parental – além de considerar a sociedade. É essencial conscientização para eliminar barreiras culturais e estruturais, pois, há muito tempo, elas se destacam como profissionais altamente eficientes em suas funções.
A liderança feminina decorre de uma série de motivos, indo muito além da representatividade, extremamente necessária. “As estatísticas destacam que, quando as mulheres assumem cargos diretivos, as empresas tendem a se tornar locais de trabalho mais inclusivos e, até mesmo, organizados”, afirma Sônia.
Elas acompanham a tendência de se adotar uma liderança mais colaborativa, cuja estrutura está focada na equidade, imparcialidade e senso de justiça para identificar carências individuais.
A expectativa é que a gestão feminina tenda a ser ainda mais humanizada. As mulheres são mais sensíveis e atentas – algo que não deve ser visto como fraqueza. Assim, escuta, empatia e segurança psicológica, tornam o local mais confortável para aquelas enfrentando situações como assédio, por exemplo, pois sabem que receberão a atenção necessária para solução do caso.
Os fatores contribuem também com a criação de um ambiente profissional seguro, propiciando a manutenção da saúde mental dos colaboradores, indispensável para a continuidade da atuação profissional. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, apresentando elevados índices de depressão e afastamentos por outras patologias, envolvendo a mente como a síndrome do pânico e burnout, consideradas extremamente incapacitantes.
Alguns levantamentos, como o da Fundação Getúlio Vargas, também reforçam essa realidade com uma presença feminina em cargos de poder, reduzindo os índices de adoecimento e sofrimento mental.
A especialista acredita que, na verdade, o modelo ideal de negócio requer uma equipe diversa com escuta ativa e de variados pontos de vista, características propiciadoras para melhores tomadas de decisão, justamente pela diferença de pensamentos contribuidores para o crescimento profissional e empresarial.
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