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Outono/inverno: veja 5 peças para montar looks apropriados

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Uma nova estação começa nesta segunda-feira (20/3). A Coluna Moda Fora dos Padrões separou roupas e acessórios para o período mais frio

Jeremy Moeller/Getty Images
O outono começa oficialmente nesta segunda-feira (20/3). Apesar de o Brasil não ter estações tão bem definidas quanto o Hemisfério Norte, é fato que as temperaturas cairão em alguns estados. Por isso, a Coluna Moda Fora dos Padrões separou cinco itens de moda para usar até o inverno.

Vem conferir!

Giphy/Burberry/ReproduçãoGiphy/Burberry/Reprodução

É hora de guardar cropped no armário e tirar a poeira dos casacos. O outono vai até 20 de junho. Na sequência, vem o inverno, que perdura até 23 de setembro.

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Como os próximos meses serão de temperaturas mais baixas e até de chuva, a coluna pesquisou o que fez sucesso no outono/inverno do Hemisfério Norte, a fim de selecionar o que bombou e que se adapta ao Brasil. Os destaques são três peças de roupa e dois acessórios.

As cores sóbrias também prometem para a temporada, como sugere Carol Drumonds, da etiqueta Chic Mariah. “Os tons terrosos continuam fazendo parte, mas mais voltados para um tom mais ‘neutro’, como um bege mais claro ou um marrom”, indica. Vale mesclar com nuances vibrantes.

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Edward Berthelot/Getty ImagesTamu McPherson, uma mulher negra e de meia idade, com cabelo crespo curto, posa para foto andando nas ruas de Paris. Ela usa um roupa toda jeans: uma camisa de botão, uma jaqueta, uma calça e uma bota. - Metrópoles
A temporada de outono/inverno pede looks com camadas, principalmente no Brasil — país com temperaturas mais amenas e que variam ao longo do dia
Edward Berthelot/Getty ImagesMulher branca e jovem, de cabelo liso preto, anda pelas ruas de Paris. Ela usa uma blusa segunda pele bege, uma calça preta de couro, um colete bege e óculos escuros. - Metrópoles
Algumas peças são chave para as duas próximas estações, como a blusa segunda pele, que pode ser usada solo ou em sobreposições
Nataliya Petrova/NurPhoto via Getty ImagesMulher branca e jovem, de cabelo liso loiro, anda pelas ruas de Paris. Ela usa uma camisa branca, um colete branco de tricô, saia branca e bota de couro. - Metrópoles
Outro item, que segue em alta e pode fazer sucesso no outono e no inverno, é o colete de tricô

Roupas quentinhas

“colete do vovô” foi alçado a item fashion após as marcas PradaGucci e Dior o incluírem nas coleções de outono/inverno 2020. A peça, que bombou nas semanas de moda, é ótima para o frio ameno que faz no Brasil. Pode ser usada só ou por cima de outras.

colete de tricô fica ótimo sobre uma segunda pele, outra roupa que combina com o outono brasileiro. A blusa de manga longa, que fica justa na silhueta, deixa o look quentinho e também pode trazer cor e estampa para a produção.

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Se você mora em estados que chovem nessas estações, nada melhor do que investir em um casaco impermeável. Aposte em cores sóbrias, para começar. O acabamento vinílico traz ainda mais estilo para o dia a dia.

Anna Zhuk/EyeEm/Getty ImagesMulher branca e loira, de meia idade, posa para foto na rua. Ela usa óculos de sol com armação amarela, uma blusa da manga longa azul, calça vermelha e um colete de tricô listrado colorido. - Metrópoles
O colete de tricô conquistou celebscomo Harry Styles e Emma Chamberlain, e é uma peça muito versátil
Christian Vierig/Getty ImagesMulher branca e jovem, de cabelo liso castanho, posa para foto na rua durante a Semana de Moda de Paris. Ela usa um top preto de manga longa e gola alta, um macacão de tweed azul, uma blusa marrom de palha e uma pochete de couro, tudo da marca Chanel. - Metrópoles
A blusa estilo segunda pele é perfeita para usar roupas de verão no outono e no inverno, como o macacão de alcinha da foto acima
Christian Vierig/Getty ImagesMulher negra e jovem, de cabelo preto liso e longo, posa para foto durante a Semana de Moda de Nova York. Ela usa uma camisa branca de botão, uma calça rosa, um casaco amarelo impermea´vel e uma bolsa verde. - Metrópoles
Casacos e jaquetas apropriados para a chuva, além de práticos, podem ser estilosos e complementar o look

Acessórios apropriados

bota de cowboy está em alta desde 2018. Quem achou que era uma tendência passageira se enganou. O calçado com estética western é uma ótima opção para trazer textura para os looks invernais.

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Outro acessório indispensável é o cachecol. A peça é perfeita para deixar as produções quentinhas e, assim como a bota, trazer textura para a produção. Também ajuda a proteger o pescoço do frio.

Christian Vierig/Getty ImagesMulher jovem e loira, de cabelo longo liso, andando pelas ruas de Berlim, na Alemanha. Ela usa óculos escuros, um tricô preto de gola alta, shors preto, bota de cowboy preta e branca e um casaco trench coat preto. - Metrópoles
O visual all black ganha bossa e estilo com a bota de cowboy. Atenção para o mix de texturas: tricô, couro e algodão
Christian Vierig/Getty ImagesMulher branca e jovem, de cabelo liso preto, anda pela durante a semana de moda. Ela usa blusa preta, saia longa branca, jaqueta de couro e bota preta de cowboy com detalhes coloridos. - Metrópoles
A tendência western começou no exterior, mas foi importada para o Brasil. As marcas nacionais já fizeram suas reinterpretações da bota Velho Oeste
Edward Berthelot/Getty ImagesHomem negro e jovem, de cabelo cacheado curto, anda pela rua durante a Semana de Moda de Paris. Ele usa um casaco preto e um cachecol mostarda, além de óculos escuros e uma bolsa transversal. - Metrópoles
Estilo funcional: o cachecol deixa a produção ainda mais quentinha, protege o pescoço e pode ser o ponto de cor da roupa

As peças expostas acima são apenas uma representação das infinitas possibilidades de itens para o inverno. Vale reforçar que a Coluna Moda Fora dos Padrões não quer ditar regras, mas sim te estimular a usar as roupas como forma de expressão.

Fonte: Metropoles
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Moda

ABDI e Senai lançam projeto para inovar a indústria da moda no DF

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Proposta é ampliar a oferta de mão de obra qualificada para atender às novas demandas tecnológicas do setor, melhorar processos produtivos e estimular criação de novos negócios

 

Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) lançam, nesta sexta-feira, 27/3, o projeto Indústria da Moda DF, voltado a impulsionar a inovação e fortalecer a cadeia produtiva do vestuário no DF. Com investimento de R$ 3,95 milhões, o programa oferecerá 480 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional e promoverá ações de estímulo ao empreendedorismo e de modernização tecnológica das confecções locais.

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A proposta é ampliar a oferta de mão de obra qualificada para atender às novas demandas tecnológicas da indústria da moda, melhorar os processos produtivos e estimular a criação de novos negócios no setor. O projeto também prevê vivências em empresas de confecção e atividades voltadas à inovação e à qualificação produtiva.

 

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O lançamento será realizado às 16 horas, na unidade do Senai em Taguatinga. Na ocasião, serão apresentados dois editais: um destinado à inscrição de alunos interessados em participar dos cursos e outro voltado a instituições que queiram integrar a iniciativa como parceiras na oferta da formação. A expectativa é que as primeiras turmas tenham início ainda no primeiro semestre deste ano.

 

Segundo o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, o projeto busca enfrentar gargalos históricos do setor no DF. “A cadeia do vestuário tem grande importância econômica e social no DF, com forte presença de micro e pequenas empresas e de mulheres na geração de trabalho e renda. Ao formar profissionais, aproximar essa mão de obra das empresas e estimular novos negócios, o projeto cria oportunidades de inclusão produtiva e fortalece a competitividade da indústria da moda”, afirma.

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Do total investido, R$ 3,46 milhões serão aportados pela ABDI, enquanto R$ 481,9 mil correspondem à contrapartida do Senai-DF.

 

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Cursos gratuitos

 

O programa oferecerá cinco cursos profissionalizantes gratuitos, com carga total de 420 horas, nas áreas de:

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  • Costura Industrial
  • Costura Sob Medida
  • Modelagem Computadorizada
  • Moda Praia
  • Corte de Peças

As aulas serão realizadas nas unidades do Senai de Taguatinga e do Gama, além de dois institutos comunitários parceiros em diferentes regiões administrativas do DF.

 

Neste mês, serão abertas 80 vagas para os cursos de qualificação profissional de Costureiro Industrial e de Costureiro Sob Medida, cada um com carga horária de 260 horas-aulas. As inscrições, que abrem em 27 de março, poderão ser feitas on-line pelo site do projeto até 28 de abril. Se a quantidade de interessados superar o número de vagas, o Senai-DF ordenará os excedentes em uma lista de espera, conforme a sequência das inscrições.

 

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A iniciativa tem como público pessoas em situação de vulnerabilidade, com foco na geração de renda e na inserção produtiva. Ao final da formação, os participantes receberão certificação do Senai-DF.

 

Vivência em empresas e incentivo ao empreendedorismo

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Após a conclusão dos cursos, 50 alunos poderão participar de vivências, empreendedora ou profissional em empresa do setor de confecção.

 

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Na empreendedora, os alunos participantes irão, durante o período de três meses, com carga horária de 240 horas, atuar em grupo no desenvolvimento de uma nova marca a ser lançada. O Senai-DF dará apoio para elaboração do conceito, produção e venda dos produtos. Os alunos selecionados para a vivência empreendedora irão receber um auxílio financeiro no valor de R$ 552,00 a cada 80 horas.

 

Outra frente será a vivência profissional, voltada a alunos interessados que queiram atuar em uma empresa do setor de moda. A atividade terá duração de um mês, cerca de 160 horas. Estes também receberão bolsa de R$ 552,00 a cada 80 horas.

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O projeto conta ainda com a criação de um marketplace digital, onde os participantes poderão comercializar peças produzidas durante a formação e nas atividades de empreendedorismo.

 

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Modernização das confecções

 

O projeto Indústria da Moda DF também prevê consultorias e apoio técnico para empresas do setor, com foco na modernização dos processos produtivos, modelagem digital e inovação produtiva.

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Os institutos comunitários parceiros que sediarão os cursos poderão contar com equipamentos de costura e estrutura produtiva, entre eles botoneira eletrônica, caseadeira reta eletrônica, máquinas de costura reta e de ponto conjugado, além de mesas de passar industriais, mini caldeiras portáteis, mesa de corte industrial e manequins profissionais.

 

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Caso mantenham a oferta de cursos gratuitos após o término do programa, esses equipamentos poderão permanecer nas instituições.

 

Segundo Claudia Alves, analista de Produtividade e Inovação da ABDI, a parceria com institutos comunitários é estratégica para ampliar o acesso à qualificação profissional tecnológica em diferentes regiões do DF. “Essas instituições já têm forte presença nas comunidades e desempenham um papel fundamental na mobilização e permanência dos alunos nos cursos”, destaca.

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“O Indústria da Moda é um projeto importante para o setor do vestuário porque trabalha em duas vertentes que se complementam: aperfeiçoa e moderniza as linhas de produção e qualifica profissionais”, afirma o diretor regional do Senai-DF, Marco Secco. “Ao trabalhar as duas linhas de forma complementar, o Indústria da Moda trará como resultado a inclusão socioprodutiva e um setor mais eficiente, que produzirá com maior qualidade”, complementa.

 

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Necessidade de formação profissional

 

O setor de vestuário do DF reúne cerca de 6 mil empresas, concentradas principalmente em Taguatinga, Ceilândia e Plano Piloto, que somam 57% dos estabelecimentos do segmento.

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De acordo com levantamento do Sindicato das Indústrias do Vestuário do DF (Sindiveste), 70% das empresas são microempreendedores individuais, e quase metade possui entre um e cinco empregados.

 

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Apesar do crescimento do mercado, o setor enfrenta déficit de cerca de 1.800 profissionais qualificados, especialmente costureiras industriais. Em 2024, o varejo de moda no DF cresceu 5,8%, ampliando a demanda por produção local e mão de obra especializada.

 

 

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CRÉDITOS:
foto: Divulgação

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