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Arcabouço não terá punição por crime de responsabilidade fiscal, que levou a impeachment de Dilma

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Em 2016, a então presidente Dilma Rousseff (PT) sofreu impeachment por crime de responsabilidade, pelas chamadas “pedaladas fiscais”

O novo arcabouço fiscal, apresentado nesta quinta-feira, 30, pela equipe econômica, não terá punições por crime de responsabilidade fiscal para os gestores que não cumprirem as metas estipuladas. Em 2016, a então presidente Dilma Rousseff (PT) sofreu impeachment por crime de responsabilidade, pelas chamadas “pedaladas fiscais”.

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse que em nenhum lugar do mundo há criminalização da política fiscal. Ele fez questão de ressaltar que o mesmo acontece no sistema de metas de inflação adotado pelo Banco Central do Brasil. “Não cumpriu, não é que o presidente do BC vai para a cadeia, vai sofrer impeachment. Ele tem mecanismos de corrigir”, disse.

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Na artilharia que tem sofrido do presidente Lula e ministros do governo, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, porém, tem sido ameaçado por lideranças do PT de pedido de demissão do cargo por descumprimento das metas de inflação. Como ele tem mandato no cargo até 2024, o pedido teria de ser aprovado pelo Senado.

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Segundo Mello, a ideia do modelo do arcabouço, ao contrário de punições criminais, é que haja “consequências” para o governo que não cumprir os objetivos que propôs.

O desenho prevê que, se a meta não for cumprida, haverá uma redução do crescimento de despesas no ano seguinte. Nesse caso, o limite de crescimento das despesas cai de 70% da variação da receita para 50%.

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“Estamos colocando (o gatilho) mais rigoroso, que é um mecanismo impositivo para o ano seguinte, caso não cumpra o objetivo”, disse o secretário.

Estadão Conteúdo

Fonte: Jornal de Brasilia

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Coordenadora do programa de governo de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques no Encontro de Mulheres do Agro

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A coordenadora do programa de governo de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, participa nesta sexta-feira (28) do Encontro Estadual de Mulheres do Agro, em Ribeirão Preto (SP).
O evento reunirá produtoras rurais, lideranças e representantes do setor para debater o protagonismo feminino no agronegócio, os desafios enfrentados pelas mulheres no campo e a importância da participação feminina na gestão, no empreendedorismo e nas decisões que impactam o desenvolvimento do setor produtivo.
Daniella Marques é administradora e executiva com ampla experiência nos setores público e privado. Foi presidente da Caixa Econômica Federal e ocupou cargos estratégicos no governo federal, entre eles a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, participando de discussões sobre desenvolvimento econômico, ambiente de negócios, investimentos e geração de empregos. Com trajetória ligada à gestão e à formulação de políticas econômicas, Daniella também atua no debate sobre os desafios estruturais do Brasil e, atualmente, é coordenadora do programa de governo de Flávio Bolsonaro.
Durante o encontro, estará disponível para atendimento à imprensa, em uma oportunidade para jornalistas conversarem sobre economia, cenário nacional, desafios do Brasil, ambiente de negócios e perspectivas para o futuro do país, além da importância do agronegócio para a geração de emprego, renda e desenvolvimento.
SERVIÇO
Encontro Estadual de Mulheres do Agro
Data: sexta-feira, 28 de agosto
Local: Taiwan Centro de Eventos – Av. Dr. Francisco Gugliano, 2710 – Royal Park, Ribeirão Preto (SP)
Participação: Daniella Marques, coordenadora do programa de governo de Flávio Bolsonaro e ex-presidente da Caixa Econômica Federal
Atendimento à imprensa: período a ser definido entre 12h às 14h
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