Policiais
BMW com atriz da Globo bate em poste, e 5 pessoas ficam presas às ferragens em Brasília Ludmillah Anjos, cantora ex-The Voice e atriz de série da Globo, estava em carro que bateu em poste no SIA
A atriz da Globo e cantora ex-The Voice Ludmillah Anjos sofreu um acidente de carro em Brasília, na noite de domingo (16/7). Além dela, outras quatro pessoas ficaram presas às ferragens. O veículo em que a artista estava, uma BMW 320i, bateu em um poste de iluminação no Setor de Cargas do Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), por volta das 21h30.
Atriz da globo vestida de passista mostra a palma da mão, com logo da Globo ao fundo – Metrópoles
Todos os cinco ocupantes do veículo foram levados ao hospital, orientados e conscientes. Ninguém se feriu gravemente ou corria risco de morte na hora do atendimento, segundo informações do Corpo de Bombeiros. Ludmillah chegou a gravar um vídeo dentro do carro pouco antes do acidente, sorrindo, brincando com os companheiros e cantando.
Veja:
A BMW era conduzida por um motorista de 27 anos. Atendido pelos socorristas, ele se queixava de dores nas costas e foi levado ao Hospital de Base, unidade de saúde pública no centro de Brasília. A atriz Ludmillah Anjos, 35, também foi levada para lá, com dores nas costas, costela e pernas.
Outros três ocupantes foram para o Base e ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Um deles, de 39 anos, estava com fratura no tornozelo direito. A via chegou a ser totalmente interditada para o atendimento das vítimas. Ainda não há informações sobre a dinâmica do acidente, mas a Polícia Civil apura a ocorrência.
Ludmillah participa da série Encantado’s, produzida pela GloboPlay, interpretando a rainha de bateria chamada Crystal. No The Voice, ganhou fama após participar da primeira edição do programa, em 2013.
feminicidio
Mulher de 30 anos morta a tiros perto de casa é velada neste sábado no DF
Mayara Varela chegou a ser levada em estado grave ao hospital, mas morreu no dia seguinte. Ex-companheiro André Eduardo da Silva é suspeito. Ele tirou a própria vida após ser encontrado pela polícia.
Mayara Varela, de 30 anos, que morreu após ser baleada na cabeça em uma rua perto de sua casa na Candangolândia, no Distrito Federal, será velada na tarde deste sábado (17).
O crime aconteceu na noite de quinta-feira (15). Mayara chegou a ser levada em estado grave ao hospital, mas morreu na manhã de sexta (16).
O ex-companheiro André Eduardo da Silva, de 40 anos, é suspeito do feminicídio. Ele tirou a própria vida após ser encontrado por policiais no Riacho Fundo I, na noite de sexta (16), segundo as polícias Militar e Civil.
A família disse que Mayara já havia feito um boletim de ocorrência contra André Eduardo e que acredita que o crime foi motivado por uma disputa relacionada à pensão alimentícia da filha, de 3 anos.
Mulher foi abordada a caminho de casa

Feminicídio: imagens de câmeras de segurança mostram suspeito atacando Mayara Varela no DF
A família disse que Mayara voltava do trabalho e estava perto de casa, quando teria sido abordada por André. Imagens de câmeras de segurança mostram um homem agindo de forma agressiva com a vítima (veja acima).
Segundo testemunhas, os dois discutiram na rua e o suspeito atirou contra a vítima. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o local. Mayara foi socorrida e levada para o Hospital de Base.
“A gente mora aqui na rua de trás e eu ouvi os tiros, mas eu nunca imaginei que fosse com a minha filha. Ouvia a ambulância passando também. Eu liguei no celular dela, porque ela nunca se atrasa, ela é muito responsável. Eu liguei no celular dela e a médica atendeu, falou que a minha filha estava no hospital, baleada”, diz Josilene Varela, mãe da vítima.
Violência contra mulher: como pedir ajuda
A violência contra as mulheres pode ser denunciada por qualquer pessoa por meio de diversos canais oficiais.
📞 Entre os canais disponíveis estão o número 190 da Polícia Militar, o número 197 ou em qualquer delegacia da Polícia Civil, e o número 180 da Central de Atendimento à Mulher.
Mulheres também podem solicitar medidas protetivas. Elas obrigam o agressor, por exemplo, a se afastar do lar e não entrar em contato com a vítima.
FONTE:
Por TV Globo e g1 DF
Foto: Reprodução
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