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Vídeo: cafetina é presa por tráfico humano e organização criminosa

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Material enviado ao Metrópoles

Cafetina é apontada como chefe da organização criminosa, tráfico de seres humanos e exploração sexual na cidade de Valparaíso, no Entorno

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) apura um esquema de rufianismo e disputa de pontos de prostituição envolvendo mulheres transexuais na cidade de Valparaíso, Entorno do Distrito Federal. As investigações apontam que David Ferreira Pinto, que utiliza o nome social de Juliana, obrigava oito vítimas a repassar diariamente R$ 100 para permanecer no ponto. Caso não pagassem a quantia, além de serem agredidas com socos, facadas e puxões de cabelo, as vítimas também sofriam corte de alimentação.

Com a prisão de Juliana, apontada como chefe da organização criminosa acusada de tráfico de seres humanos e exploração sexual, a polícia acredita que pessoas ligadas à cafetina estejam tentando recuperar os pontos e dar continuidade na exploração sexual que rende R$ 800 por dia de “comissão” pelos programas realizados na região.

Juliana é suspeita de ser a responsável por oferecer abrigo a várias mulheres transexuais. Na maioria das vezes, as garotas de programa vinham de outros estados do país. Quando as vítimas chegavam ao município goiano, a cafetina as trancavam em uma casa e as mantinham em situação análoga à escravidão.

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Veja vídeo do lugar onde as mulheres estavam abrigadas:

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A investigada recolhia documentos das vítimas e, se alguma delas tentasse deixar o local, eram agredidas. Capangas da cafetina também agrediam as vítimas com um taco de beisebol.

De acordo com a investigação da PCGO, cada programa oferecido pelas prostituas custavam entre R$ 80 e R$ 100, dependendo do combinado com o cliente. As relações sexuais aconteciam dentro de carros em ruas escuras da cidade.

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Fonte: Metropoles
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Violência em sala de aula é realidade crescente no Brasil, afastando professores

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A violência nas escolas brasileiras segue crescendo, principalmente, contra professores. Há alguns dias, um docente de 53 anos foi agredido pelo pai de uma aluna, no Distrito Federal, após chamar a atenção da jovem por estar usando o celular em sala de aula. Casos dessa natureza aumentam cada vez mais, afastando os profissionais para cuidar da saúde mental.

Uma pesquisa do Sindicato Único dos Trabalhadores de Educação de Minas Gerais (SindUte) apontou que 94,3% dos profissionais da educação, destacadamente os professores, em algum momento, já sofreram algum tipo de violência.

Na maioria das vezes, as agressões foram de caráter verbal (86,1%), psicológico (73,2%), físico (55,6%) e discriminatório (42,5%), ocorrendo com relativa frequência, já que 54,1% dos participantes afirmaram que as situações se repetem, ao menos uma vez ao mês. Dessa forma, 33,7% dos entrevistados consideram o local de trabalho pouco seguro e 39,4%, inseguro.

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Na ocorrência do Distrito Federal, o pai socou e chutou o professor, caracterizando uma agressão física, sendo contido pela própria filha, que aplicou um golpe de mata-leão para segurá-lo. A agressão foi registrada como lesão corporal, injúria e desacato.

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Para a PHD em neurociências, psicanalista,  psicopedagoga e professora, Ângela Mathylde Soares, é importante recordar, que desde o início do ano, a legislação proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis em ambiente escolar.  As únicas exceções acontecem para fins pedagógicos ou didáticos – com a permissão do professor – ou por questões de acessibilidade e saúde. “O docente só estava agindo conforme a lei”, afirma.

          As situações desse tipo mostram como a realidade é crítica e a precarização da função é cada vez maior, uma vez que os profissionais da educação lidam com jornadas extensas, muito trabalho, baixos salários e ainda estão sujeitos a enfrentarem violências diárias.

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Um estudo do Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Itaú Social, revelou como a desvalorização dos professores vem dos próprios alunos. O levantamento ocorreu em 21 mil escolas, com mais de 2 milhões de estudantes e apenas 40%  deles valorizam o cargo.

Segundo Ângela, o discurso de ódio, facilmente propagado na internet, contribui para ações violentas e o desmerecimento, provocando esgotamento físico e mental, com as síndromes de burnout e pânico, ansiedade e depressão, difíceis de serem contornadas, sem ajuda especializada.

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Todas as ocorrências desencadeiam efeitos incapacitantes e acabam se mostrando óbvios no cotidiano, comprometendo a performance em sala. É essencial entender que a saúde mental não deve ser menosprezada e o tratamento precisa começar rapidamente. O acompanhamento evita o agravamento, sendo que, caso contrário,  leva à aposentadoria precoce e, até mesmo, ao desejo de autoextermínio.

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Gabrielle Silva

Multi Comunicar

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(32) 99114-5408

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