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Mulher mata sargento da PM

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Foto: PMTO

O incidente ocorreu na noite de sábado (13/1), em Dianópolis, interior de Tocantins

Um sargento da Polícia Militar de Tocantins, de 46 anos, identificado como Pedro Aparecido dos Santos, foi baleado por sua esposa em sua residência, após uma discussão. Segundo informações da PM, a mulher teria utilizado a própria arma do marido para cometer o homicídio.

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A polícia foi acionada após vizinhos relatarem o som de um disparo de revólver. O corpo de Pedro Aparecido foi encontrado no quarto do casal, e a esposa, cujo nome não foi divulgado, foi detida em flagrante no local do crime.

De acordo com relatos da polícia, a mulher relatou que, após uma discussão com o marido, pegou a arma e atirou contra ele. Após feri-lo, ela ficou em estado de desespero e buscou ajuda.

A mulher foi conduzida à 14ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Dianópolis, e foi autuada por homicídio. Em seu depoimento ao delegado, alegou ter disparado em Pedro em legítima defesa, justificando que ambos estavam discutindo no momento do ocorrido.

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O corpo de Pedro Aparecido dos Santos foi velado no quartel da Polícia Militar de Dianópolis no domingo (14/1). Natural de São Desidério, o sargento, que dedicou 18 anos de serviço à PM de Tocantins, deixou dois filhos e será sepultado na Bahia.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Policiais

Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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