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Dia das Mães: filhos na cozinha para um café da manhã especial

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Nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau dá dicas de cardápios saborosos, simples, balanceados e práticos

As refeições em família são sempre um momento especial, mas, geralmente, as mães é que ficam com toda a responsabilidade. Que tal no dia delas surpreender e preparar um café da manhã diferente, saboroso e saudável? A nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, explica que incluir itens nutritivos é fundamental e ensina a combinação perfeita para uma refeição matinal balanceada, simples e prática.

“Começar o dia nutrindo nosso corpo com fibras, proteínas, vitaminas e minerais faz toda a diferença. Frutas variadas são fontes de fibras e antioxidantes; iogurte, queijos e leite, fornecem cálcio e proteínas; cereais, como pães, tapioca, aveia e granola, dão energia”, elenca a especialista.

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Renata dá algumas sugestões para ajudar os filhos de todas as idades a programarem um café da manhã especial para suas mães e lembra que para deixar a refeição ainda mais gostosa, não pode faltar uma boa decoração e um recadinho carinhoso.

Para os filhos de até 4 anos:

Ajudar a escolher e lavar as frutas.
Separar os utensílios e flores que serão usados para montar a bandeja ou a mesa do café da manhã.
Fazer um desenho em formato de cartão!

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Para as crianças maiores:

Ajudar a escolher os itens do cardápio.
Lavar as frutas.
Preparar suco.
Escolher os utensílios e flores para decoração.
Montar a refeição com os alimentos na bandeja ou mesa.
Fazer um desenho ou cartinha especial!

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Para os filhos adolescentes e adultos:

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Escolher, lavar e cortar frutas
Preparar o café do jeito que a mãe mais gosta
Colocar pão de queijo para assar
Separar talheres e utensílios
Escolher flores
Criar um cartão especial para a data
A nutricionista elaborou 10 opções de cardápio para um café da manhã especial, prático e nutritivo:

OPÇÃO 1: Café ou chá + suco preferido da mãe + pão de fermentação natural com boursin + salada de frutas
OPÇÃO 2: Café ou chá + vitamina de frutas + tapioca recheada com queijo, tomate e orégano
OPÇÃO 3: Café com leite + crepioca recheada com queijo e manjericão + morangos picados
OPÇÃO 4: Café ou chá + suco verde + panqueca (ovo, banana e aveia) recheada com geleia 100% fruta
OPÇÃO 5: Café ou chá + água de coco + pão de queijo + salada de frutas com iogurte natural e granola
OPÇÃO 6: Café ou chá + ovos mexidos + torrada integral com homus + kiwi sungold
OPÇÃO 7: Café ou chá + biscoitos de arroz com geleia 100% fruta + omelete com espinafre
OPÇÃO 8: Café com leite + pão francês com manteiga + pera picadinha com canela
OPÇÃO 9: Café + Leite com cacau + pão de forma integral com ovo estalado e fatias de abacate
OPÇÃO 10: Café ou chá + cuscuz com queijo fresco + iogurte natural com mirtilos

SOBRE O OBA HORTIFRUTI – A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável. Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, o Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.

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Em agosto de 2023, o Oba foi eleito pelos paulistanos o melhor hortifrúti pela 3ª vez, segundo a pesquisa DataFolha.

A rede já foi premiada duas vezes pela Folha de S. Paulo, na pesquisa Top Of Mind, como a marca mais lembrada pelos brasileiros na categoria hortifrúti, pela edição da revista Veja Comer & Beber, como o estabelecimento mais amado pelos paulistanos e também no ranking IBEVAR — FIA 2020, como uma das empresas mais eficientes do varejo brasileiro.

Atualmente, a marca possui mais de 70 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

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Com mais de 40 anos de história, o Oba expandiu sua atuação no mercado com setores de frios e laticínios, açougue, adega, mercearia, importação própria, pré-lavados, lanchonete, floricultura, padaria e restaurante, que complementam o setor de hortifrúti.

Créditos: Divulgação Oba Hortifruti
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ASSESSORIA DE IMPRENSA – Oba Hortifruti
Proativa Comunicação
Contatos: Giselli Ribeiro (61 98324-4086) / Flávio Resende (61 99216-9188)
rpdigital@proativacomunicacao.com.br proativa@proativacomunicacao.com.br
Instagram: @ProativaC

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O que as meninas podem vestir?

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Especialistas comentam sobre os direitos de meninas e mulheres e o combate ao constrangimento e a situações de importunação

 

Ao longo de décadas, as mulheres conquistaram inúmeros direitos. No entanto, as legislações ainda não são suficientes para uma mudança ainda mais essencial: a transformação da sociedade. Embora tenham ocorrido avanços significativos em diversos setores da sociedade e nas legislações de proteção às mulheres, ainda existem muitos desafios, como demonstra o recente acordo firmado entre a Secretaria de Educação do Estado do Pará o Ministério Público do Estado do Pará.

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A iniciativa concedeu às estudantes do Colégio Estadual Paes de Carvalho, fundado em 1841, em Belém, o direito de frequentar as aulas com calça jeans. Com isso, o uniforme feminino, composto por blusa branca, saia azul-marinho e sapatos sociais, passou a ser opcional. A mudança não chama atenção simplesmente pela quebra de uma tradição, mas pelo fato de ter sido motivada por relatos de jovens sobre frequentes momentos de constrangimento e situações de importunação.

 

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Será que a mudança de vestimenta é suficiente para que o assédio contra as mulheres pare? Maria Fernanda, psicóloga do Núcleo de Apoio Psicopedagógico da Estácio (NAAP), afirma que não. “A mulher sempre foi vista como, entre aspas, o sexo frágil, e muitos homens se acham no direito de assediar pelo simples fato de ela ser mulher. A vestimenta não quer dizer que você pode ou não assediar uma pessoa. Então, a calça ou a saia independem do caráter do outro, do indivíduo que está ali assediando. Assim, não vejo isso como algo que possa diminuir o assédio”, comenta.

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A psicóloga que também integra o NAAP, Luiza Marron, também reforça que a raiz do problema é social, e não estética. “Não é a roupa que causa assédio. Ele acontece por uma questão cultural ligada à objetificação do corpo feminino. Existe a ideia de que as mulheres, essas meninas, estão disponíveis ao olhar e à invasão do outro. No fim, permitir o ajuste da roupa é um avanço em termos de autonomia e conforto, mas o verdadeiro combate ao assédio acontece quando a sociedade entende que o problema nunca foi a roupa, e sim o comportamento de quem assedia”, afirma.

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Como proteger as mulheres?

Para Thayene Belo, psicóloga e mestre em Saúde Coletiva, a prevenção e a segurança também envolvem autonomia, conforto e respeito às realidades vividas pelas adolescentes no cotidiano.

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“Permitir o uso da calça não significa que o assédio vai deixar de existir, mas pode, sim, representar uma medida de proteção prática, porque muitas estudantes relataram maior sensação de segurança no trajeto entre casa e escola, especialmente no transporte público e na circulação pelas ruas. Ou seja, a mudança não resolve o problema sozinha, mas é um passo institucional importante de cuidado e de escuta dessas adolescentes”, pontua.

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Ainda segundo a especialista, a segurança depende de uma educação para o respeito, de políticas públicas de proteção, da melhoria na segurança urbana, de campanhas contra o assédio, de espaços de escuta ativa e da responsabilização de quem pratica a violência.

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“Quando a sociedade muda o foco, deixando de controlar o corpo das meninas e passando a responsabilizar comportamentos abusivos, nós avançamos, de fato, na prevenção ao assédio. Medidas como essa são importantes porque sinalizam algo maior. Proteger essas meninas não é limitar suas escolhas, mas, sim, garantir que elas possam estudar, circular e viver com dignidade e segurança”, conclui Thayene Belo.

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