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Como a Baixa Autoestima Afeta o Relacionamento
A baixa autoestima é um problema significativo que pode impactar profundamente a qualidade e a estabilidade dos relacionamentos amorosos. Ela não apenas afeta a maneira como uma pessoa se vê, mas também molda a forma como interage com seu parceiro e percebe a relação como um todo. Vamos explorar como a baixa autoestima pode afetar um relacionamento e o que pode ser feito para mitigar esses efeitos.
1. Falta de Confiança
Um dos impactos mais visíveis da baixa autoestima em um relacionamento é a falta de confiança. Quando uma pessoa não acredita em seu próprio valor, pode se sentir constantemente insegura sobre o que oferece ao parceiro. Essa insegurança pode levar a dúvidas sobre a lealdade do parceiro, desconfiança e ciúmes. O parceiro pode sentir-se sobrecarregado por essas inseguranças, o que pode gerar tensão e descontentamento na relação.
2. Necessidade Excessiva de Validação
Indivíduos com baixa autoestima frequentemente buscam validação constante do parceiro para se sentirem seguros. Essa necessidade constante de reassurações pode se tornar cansativa e exaustiva para o parceiro, que pode sentir-se pressionado a fornecer constantes confirmações de afeto e apreço. Isso pode criar um desequilíbrio na relação, onde um parceiro sente-se responsável por manter a autoestima do outro.
3. Dificuldade em Aceitar Críticas
A baixa autoestima pode tornar a aceitação de críticas construtivas muito difícil. Quando uma pessoa já se sente inadequada, críticas, mesmo que bem-intencionadas, podem ser interpretadas como uma confirmação de suas inseguranças. Isso pode levar a reações defensivas e conflitos desnecessários. Em vez de ver as críticas como oportunidades de crescimento, elas são vistas como ataques pessoais, o que pode prejudicar a comunicação e a harmonia do relacionamento.
4. Comportamento de Auto-sabotagem
Pessoas com baixa autoestima podem se engajar em comportamentos autossabotadores, como criar conflitos desnecessários ou evitar compromissos importantes. Isso pode ser uma forma inconsciente de confirmar suas crenças negativas sobre si mesmas, como achar que não merecem felicidade ou sucesso. Esses comportamentos podem colocar uma pressão adicional no relacionamento e aumentar a probabilidade de seu desgaste.
5. Dificuldade em Manter a Intimidade
A baixa autoestima pode afetar a capacidade de uma pessoa de se conectar emocionalmente com seu parceiro. A sensação de inadequação pode fazer com que a pessoa se feche emocionalmente, dificultando a criação de uma intimidade verdadeira. Essa falta de conexão emocional pode levar a um afastamento gradual entre os parceiros, enfraquecendo o vínculo e a satisfação mútua no relacionamento.
6. Impacto na Comunicação
A comunicação é fundamental em qualquer relacionamento, e a baixa autoestima pode dificultar esse processo. Indivíduos que se sentem inseguros podem ter dificuldade em expressar suas necessidades e sentimentos de forma clara e assertiva. Eles podem evitar discussões importantes ou se retrair em momentos de conflito, o que pode levar a mal-entendidos e frustrações não resolvidas.
Como Superar a Baixa Autoestima no Relacionamento
Superar a baixa autoestima é um processo que pode levar tempo, mas é possível e pode melhorar significativamente a qualidade do relacionamento com sugar baby.Aqui estão algumas estratégias para ajudar a lidar com a baixa autoestima e fortalecer a relação:
Auto-reflexão e Autoconhecimento: Dedicar tempo para entender as origens da baixa autoestima e como ela afeta o relacionamento é essencial. Terapia individual pode ser uma ferramenta valiosa para trabalhar esses aspectos.
Comunicação Aberta: Conversar honestamente com o parceiro sobre as inseguranças e sentimentos pode ajudar a criar um ambiente de apoio e compreensão. É importante expressar sentimentos de maneira construtiva e ouvir o parceiro sem julgamentos.
Fortalecimento da Autoestima Pessoal: Envolver-se em atividades que promovam o crescimento pessoal e a auto aceitação pode ajudar a melhorar a autoestima. Isso pode incluir novos hobbies, exercícios físicos, ou desenvolvimento de habilidades pessoais.
Terapia de Casal: Se a baixa autoestima estiver criando desafios significativos no relacionamento, considerar a terapia de casal pode ser uma boa opção. Um terapeuta pode ajudar a identificar padrões prejudiciais e desenvolver estratégias para melhorar a dinâmica do relacionamento.
Validação Mútua: Ambos os parceiros devem trabalhar para se apoiar e validar um ao outro. Reforçar aspectos positivos e reconhecer as qualidades do parceiro pode ajudar a construir uma base mais sólida para o relacionamento.
Conclusão
A baixa autoestima pode ter um impacto significativo em um relacionamento, afetando a confiança, a comunicação e a intimidade. No entanto, com esforço e compromisso, é possível superar esses desafios e fortalecer a relação. Ao reconhecer e abordar as questões de baixa autoestima, os parceiros podem trabalhar juntos para criar um relacionamento mais saudável e satisfatório, onde ambos se sintam valorizados e respeitados.
Diversas
FGC e a crise de notas: a responsabilidade sob exame
Com os sobressaltos que ocorrem a cada dia nos inusitados caminhos do banco e da banca (rumos do sistema bancário), causa espanto constatar, segundo informações de autorizado especialista do setor, que certa agência classificadora de risco deu nota A para o banco liquidado e desliquidável (sem salvação).
Aliás, o mesmo especialista indicou como funcionam as coisas. São solicitadas as avaliações às abalizadas agências, de reconhecida idoneidade, e se divulgam tão somente as melhores ou, até mesmo, só a melhor nota. As más avaliações são guardadas no sexto arquivo.
É bem possível que, se algum dos órgãos investigadores fosse atrás de saber o que motivou a nota A, sairia correndo para comprar títulos podres remasterizados, para guardar como relíquia dessa época atípica.
A chancela oficial, concedida sob o manto de uma tecnicidade questionável, mascara o risco real que corrói o patrimônio de terceiros. Esse descompasso entre a classificação e a realidade operacional denota uma fragilidade alarmante nos mecanismos de controle vigentes.
Diante de tal cenário, a confiança, que deveria ser o pilar mestre do sistema financeiro, transforma-se em mercadoria volátil e de procedência duvidosa. O investidor, desamparado por laudos de conveniência, torna-se a peça vulnerável em um tabuleiro de interesses opacos.
Um respeitável e sóbrio economista não teve dúvida em asseverar que, no caso presente — o do banco nota A —, “tem muita gente que quer assar uma pizza do tamanho do Maracanã”.
Sei que, para a maior parte dos leitores, inclusive para mim, a pizza é quase um bem de consumo direto carregado de unanimidade. Pode-se dizer, parafraseando o sambista, que quem não gosta de pizza bom sujeito não é.
Entretanto, o odor insuportável dos ingredientes estragados torna esse tão apreciado alimento algo repugnante.
O odor que perpassa essa preparação da imensa pizza deixa, em seu rastro, a podridão dos consignados que, já exalando mau cheiro de outros locais, avançam pela pimenta vermelha estragada das invasões de competência — onde todos querem aparecer, sempre em cumprimento daquela missão que Chacrinha ironicamente se atribuía: “Eu vim para confundir, não para explicar”.
Nessa linguagem cifrada, que pouco ou nada significa para nós, os leigos, aparece uma tábua de salvação que, talvez, tenha de salvar a si mesma. É o Fundo Garantidor de Créditos. Este fez sua parte, emitindo nada menos que trinta e oito alertas sobre os ingredientes estragados que poderiam matar quem ingerisse a deformada pizza.
Agora, os custos serão repartidos entre todos.
Até os beneficiários de fundos de pensão — que confiaram no zelo de aplicações destinadas a um futuro menos aflitivo — serão forçados a engolir um naco de pizza podre.
Ainda bem que foi vetada a compra do Banco nota A por um banco público, cujos avaliadores internos deveriam estar comprando gato por lebre; ou seja, recebendo, em suas sofisticadas due diligences, apenas os laudos enviesados de agenciadores que torciam pelo sucesso da transação. Essa foi a pizza que desandou antes de ir para o forno.
A crise mundial — na qual o Brasil se encontra perfeitamente inserido — revela que a capacidade de previsão tem falhado em quase tudo.
Agora já se chegou ao ponto de um órgão do poder público projetar a organização de um dos maiores eventos de certa cidade mediante a previsão de um falecido cacique, de que não haveria chuva naquele dia.
O sistema, envolto em fumaça de conveniência, prefere ignorar o óbvio em favor de uma estabilidade de fachada. Enquanto os ingredientes da má gestão apodrecem à vista de todos, as notas oficiais seguem perfumando o que já não tem mais salvação.
Essa cegueira deliberada, que ignora alertas técnicos para servir fatias de prejuízo ao público, é o sintoma de uma ética em colapso. No banquete dos conchavos, o custo da indigestão recai sempre sobre o cidadão que acreditou na higidez do cardápio.
Caminhemos, pois, para um ponto final de previsões. Chega de invasão de competências, preparatórias de montagem de pizzarias falidas, vendedoras de ilusões.
Wagner Balera é Professor Titular de Direitos Humanos da PUC-SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister.
Informações para a imprensa e entrevistas: Gabriela Romão – RV Comunicação(11)97530-0029
Fotos – Divulgação
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