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Cras Sobradinho I leva atendimento socioassistencial à área rural

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Foto: Divulgação/Sedes-DF

Moradores do Assentamento Miguel Lobato receberam a ação ‘O SUAS chegando onde tem que chegar’

Garantir acesso a direitos e à rede de proteção social do DF às comunidades que vivem em áreas rurais e de difícil acesso. Esse é o objetivo da ação comunitária O SUAS chegando onde tem que chegar, feita no último sábado (30) pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho com os moradores do Assentamento Miguel Lobato, localizado a 10 quilômetros da unidade.

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A ação, à qual compareceram 79 pessoas, começou com uma oficina em que os profissionais do Cras explicaram às famílias sobre garantia de direitos, os programas sociais que existem e ainda sobre o acesso, o funcionamento do Cras e o atendimento na recepção.

“São conversas para empoderar essas famílias, para que elas tenham consciência dos seus direitos e conheçam os programas sociais. Nós atendemos no sábado, por exemplo, uma moça gestante que não sabia da existência do Auxílio Natalidade”, destaca a assistente social do Cras Sobradinho I, Mythsuer Monsueth.

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Após a oficina, a equipe atendeu a população para fazer escuta qualificada com foco na segurança alimentar e nutricional e avaliar os serviços e benefícios que as famílias necessitam.

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“Nós atendemos as pessoas previamente inscritas e aquelas famílias que chegaram na hora buscando orientação. O objetivo desta ação foi avaliar a situação do cidadão em relação à segurança alimentar, qual a renda, se tem dificuldade de comprar alimentos, fazer o requerimento do Cartão Prato Cheio, mas também atendemos outras demandas, por exemplo, de agendamento para inscrição ou atualização do Cadastro Único e para acesso a benefícios eventuais”, explica a servidora. “Além disso, essa é uma oportunidade de a equipe do Cras ir pessoalmente ao território conhecer a realidade e as vulnerabilidades daquela localidade e planejar ações efetivas para a comunidade.”

Ação continuada

A ação O SUAS chegando onde tem que chegar tem caráter continuado para levar os atendimentos a todos os territórios rurais e acampamentos da região que têm dificuldade de acesso ao Cras. A ideia é que, no próximo ano, os atendimentos volantes continuem. Os mutirões são marcados por meio de articulação entre o Cras, gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) com outras áreas, como a Saúde, por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS), e lideranças comunitárias.

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“O Cras Sobradinho I é um exemplo do que a Sedes tem orientado, que é a intersetorialidade, a integração da rede para levar os atendimentos às comunidades mais vulneráveis e com dificuldade de acesso ao Cras pela distância. É levar proteção social onde ela precisa estar”, finaliza a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

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*Com informações da Agência Brasília.

Fonte: Jornal de Brasilia
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Fernanda Machiaveli sobre avanços na reforma agrária: “Reduzir concentração fundiária e garantir terra a quem quer trabalhar”

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Titular do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar é entrevistada e detalha estratégias do Governo do Brasil para garantir que famílias sejam assentadas

Para ilustrar o avanço da reforma agrária e o que tem sido realizado pelo Governo do Brasil nesta frente de atuação, a ministra Fernanda Machiaveli destacou ao longo do programa “Bom Dia, Ministra” o empenho na solução de conflitos fundiários no país, assim como a conquista de 27 mil novos lotes para a Reforma Agrária e a inclusão de mais de 230 mil famílias assentadas no programa, desde 2023 . A titular do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar foi entrevistada por profissionais de imprensa de várias regiões do país nesta quarta-feira, 15 de abril.
“A concentração fundiária é um dos maiores desafios que hoje a gente tem no nosso território. Nós temos, por exemplo, a agricultura familiar, que corresponde a 77% das propriedades de acordo com o Censo Agropecuário, e ela ocupa apenas 23% da área agricultável. Então a gente tem uma concentração. E muitas famílias ainda aguardam a possibilidade de terem acesso à terra, para que elas possam produzir alimentos, viverem da terra, seguirem na produção e dessa forma também a gente consegue aumentar a oferta de alimentos nas cidades”, declarou Machiaveli.
O que a gente tem feito para avançar na reforma agrária é, desde 2023, todo o processo de reestruturação do Incra, que estava totalmente desmantelado. Aumentamos os salários dos servidores, contratamos servidores, criamos todo o arcabouço institucional, implementamos o programa Terra da Gente, que é um programa de obtenção de terras para a reforma agrária. Melhoramos o processo de seleção de famílias que são assentadas e os resultados vieram. Foram 230 mil famílias que foram incluídas até agora no programa nacional de reforma agrária”

Fernanda Machiaveli, ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
Durante a entrevista, a ministra detalhou ações voltadas à destinação de terras e ao reconhecimento de territórios tradicionais, incluindo o avanço na assinatura de decretos para consolidação e regularização. A pasta instituiu ainda a Câmara Técnica de Destinação para deliberar sobre o uso de terras públicas federais, com foco na reforma agrária e na conservação.
“O que a gente tem feito para avançar na reforma agrária é, desde 2023, todo o processo de reestruturação do Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária], que estava totalmente desmantelado. Aumentamos os salários dos servidores, contratamos servidores, criamos todo o arcabouço institucional, implementamos o programa Terra da Gente, que é um programa de obtenção de terras para a reforma agrária. Melhoramos o processo de seleção de famílias que são assentadas e os resultados vieram. Foram 230 mil famílias que foram incluídas até agora no programa nacional de reforma agrária”, explicou a ministra.
Fernanda Machiaveli prosseguiu apresentando mais informações sobre o cenário atual. “São 27 mil novos lotes que foram disponibilizados para a reforma agrária. Nós investimos como nunca. Essas famílias que estão chegando para a reforma agrária, elas têm direito a um apoio, que é um crédito instalação, que chega na terra e recebe a terra nu. Elas precisam de um mínimo de suporte para conseguirem estruturar a produção. Investimos R$ 1,7 bilhão nesse crédito, que é muito facilitado, que tem até 90% de desconto para quem paga em dia — para quem estruturar, quem está saindo numa situação de pobreza, está lá no CadÚnico e passa a ter o acesso à terra. E além de avançar no processo de obtenção de acesso à terra, nós garantimos a chegada das políticas públicas nos assentamentos”, complementou.
A retomada da destinação de terras e o reconhecimento de territórios tradicionais. O Brasil já registrou avanço histórico com a assinatura de decretos para consolidação e regularização de territórios em todo o país.

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Também foi instituída a Câmara Técnica de Destinação para discussões sobre o uso de terras públicas federais, focando na reforma agrária e conservação. “No mês de abril, saem mais decretos que destinam áreas para a reforma agrária, além do conjunto de compras que estamos fazendo, ações de adjudicação, que é conseguir a terra dos grandes devedores, que pagam suas dívidas com terra que é destinada para agricultores que hoje estão no CadÚnico, em situação de pobreza e que passam agora a ter acesso e apoio para fazerem a produção de alimento nessas áreas”, listou.
“Essas são as metas para a reforma agrária. Vamos seguir trabalhando firme para avançar e reduzir a concentração fundiária, mas mais importante do que isso, garantir terra para quem quer trabalhar, para quem quer produzir, porque o Governo do Brasil apoia todos os trabalhadores rurais”, declarou.”São passos que fazem com que nós possamos hoje ter uma situação de redução de conflitos fundiários, redução de mortes no campo, mas ainda muito avançar, porque nós reconhecemos que as famílias que estão acampadas precisam ainda de um auxílio para conseguirem avançar, acessar a terra”, finalizou Fernanda Machiaveli.
Em paralelo também foi desenvolvida a plataforma Terras do Brasil para transparência fundiária e estruturado o Comitê Gestor do Plano Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola (PNGTAQ), selecionando organizações quilombolas para participarem ativamente da formulação das políticas públicas.
QUEM PARTICIPOU — O “Bom Dia, Ministra” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Participaram do programa desta quarta-feira (15/4) a Rádio TV Metropolitana (Piracicaba/SP), Rádio CBN (Caruaru/PE), Portal Mais Goiás (Goiânia/GO), Jornal Diário do Comércio (Belo Horizonte/MG), Rádio Band FM (Vitória da Conquista/BA), Rádio 95 FM (Mossoró/RN) e Rádio Oceano (Rio Grande/RS).

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CRÉDITOS:

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FOTO: Diego Campos/Secom-PR

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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