Politica
Casa de Parto de Planaltina investirá em segurança e conforto no ambiente hospitalar
A unidade contará com estrutura diferenciada para beneficiar as mães, com todo o suporte da equipe
Em busca de ofertar mais conforto e segurança durante um momento tão delicado para as mulheres, foi autorizada pela Secretaria de Saúde (SES-DF) a implantação da primeira casa de parto intra-hospitalar da rede pública do Distrito Federal, no Hospital Regional de Planaltina. No local, mães de baixo e/ou zero risco vão poder dar à luz em um ambiente com estrutura diferenciada, além de contar com o suporte de uma equipe de saúde especializada em partos normais e humanizados.
Centro de Parto Normal Intra-Hospitalar prioriza o conforto para a gestante; procedimentos serão feitos separadamente do centro obstétrico | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde
Unidade terá quatro leitos com banheiros privativos, além de uma sala com banheira e instrumentos para auxiliar o parto
“Este espaço foi pensado para oferecer às mães um ambiente acolhedor e seguro, onde elas poderão dar à luz com todo o suporte necessário”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. “Acreditamos que o parto humanizado é fundamental, permitindo que as mulheres escolham a posição e a forma em que se sentem mais confortáveis para trazer seus filhos ao mundo. Com a equipe especializada e a estrutura diferenciada, estamos comprometidos em proporcionar uma experiência positiva e respeitosa para todas as gestantes.”
O Centro de Parto Normal Intra-Hospitalar (CPNI) será composto por uma sala de espera e consultórios com enfermeiros obstetras onde serão feitas a triagem e identificação das situações de risco. A unidade contará com quatro leitos – que possuem banheiros privativos – e uma sala com banheira. Também serão disponibilizados instrumentos para auxiliar o parto, como o cavalinho obstétrico – bancos que têm o objetivo de relaxar, diminuir as dores e aumentar a dilatação -, bola de pilates e chuveiro.
Um dos ajustes necessários é a construção de entrada própria para que haja um fluxo mais ágil e personalizado às gestantes, além de um jardim para que as mães possam caminhar, o que auxilia no trabalho de parto. “A Casa de Parto vai atuar separadamente do centro obstétrico, e pretendemos criar outra entrada, para que as mulheres entendam que é um espaço diferenciado e mais acolhedor”, reforça a diretora do hospital, Keyla Blair.
Parto humanizado
Em média, são realizados 180 partos por mês no Hospital Regional de Planaltina. Desse total, 49% são normais e 60% são feitos por enfermeiros obstetras. “Aqui as mulheres vão contar com o suporte de obstetras e pediatras do centro obstétrico, justamente por ser intra-hospitalar”, explica a supervisora do Centro Obstétrico do hospital, Roberta dos Anjos. “Esse será o nosso diferencial, um apoio mais rápido, caso seja necessário”.
A indicação das mulheres aptas para a Casa de Parto virá do pré-natal, realizado nas unidades básicas de saúde (UBSs). Os profissionais que acompanham as gestantes vão poder indicá-las para realizar o parto no CPNI, desde que sejam gestações de baixo ou nenhum risco.
*Com informações da Secretaria de Saúde
Politica
Dia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026
Em ano eleitoral, o próximo dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – é a oportunidade ideal para debater a importância estratégica das mulheres na política brasileira. Com as eleições de 2026 se aproximando, temas como as lutas históricas pelo sufrágio e igualdade, a efetividade das cotas de gênero (que garantem 30% de candidaturas femininas), os desafios de financiamento e visibilidade, e o posicionamento partidário das mulheres ganham urgência. Como as mulheres devem se posicionar no campo político para ampliar sua influência e transformar o Congresso e as assembleias em espaços mais representativos?
À disposição para entrevistas, debates e mesas-redondas: Tatiane Fabíola , presidente do Podemos Mulher DF. Líder experiente no empoderamento feminino na política local, Tatiane traz expertise sobre a representatividade feminina no Distrito Federal e no Brasil.
– A relevância das cotas e sua implementação prática nos partidos.
– O papel das mulheres nos partidos como agentes de mudança em 2026.
– Estratégias para reforçar a presença feminina no cenário eleitoral, combatendo desigualdades históricas.
– Exemplos de conquistas e desafios no Podemos Mulher DF.
“Essa pauta reforça a necessidade de mais mulheres na política para uma democracia plena – o momento pede para ampliarmos o debate!”, reforça a presidente do Podemos Mulher DF, Tatiane Fabíola.
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