Politica
Paula Belmonte promove audiência pública “Fercal: com vez e voz”
Com o compromisso de dar visibilidade às necessidades de uma das regiões mais esquecidas do DF – a Fercal, a deputada distrital Paula Belmonte (Cidadania) realiza, nesta terça-feira (3/6), às 19h, a audiência pública “Fercal: com vez e voz”. O encontro será no Centro Comunitário da Quadra 10, Lote 05 – Engenho Velho, e reunirá moradores, lideranças comunitárias e representantes do poder público.
Sem delimitação temática prévia, o espaço está aberto para que a população da Fercal exponha as demandas em áreas como infraestrutura, segurança, saúde, mobilidade, educação, habitação e assistência social. Foram convidadas autoridades de diversas pastas e órgãos públicos, entre eles: Administração Regional da Fercal, Secretaria de Segurança Pública, 13º BPM, Secretarias de Educação, Saúde, Mobilidade, Agricultura, Desenvolvimento Social, Habitação, além de CEB, Caesb e Novacap.
Para Paula Belmonte, dar voz à população é o primeiro passo para transformar realidades. “Não se faz política pública no gabinete. É no território, ouvindo quem vive as dificuldades todos os dias, que se constrói um mandato comprometido com resultados concretos”, defende a deputada.
Toda a comunidade foi convidada a participar e apresentar sugestões. As manifestações serão formalmente registradas e encaminhadas aos órgãos competentes. O objetivo é garantir que as demandas da Fercal deixem de ser ignoradas e passem a integrar a agenda institucional do Distrito Federal.
A presença de moradores, representantes da sociedade civil, autoridades públicas e imprensa é essencial para dar peso e legitimidade às reivindicações. A audiência é parte do esforço da deputada Paula Belmonte de levar o poder público para mais perto de quem precisa, com escuta ativa, articulação e cobrança.
Serviço:
Audiência pública “Fercal: com vez e voz”
Data: 3 de junho de 2025 (terça-feira)
Horário: 19h
Local: Quadra 10, Lote 05 – Centro Comunitário do Engenho Velho, Fercal – DF
Informações para a imprensa:
Millena Lopes – (61) 98204-3476
E-mail: ascom@paulabelmonte.com.br
Educação
Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política
“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.
A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.
O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.
Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.
“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.
Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.
Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.
Violência nas escolas
Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.
As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.
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