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Nova contratação vai reforçar cirurgias cardíacas no Hospital de Base

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Processo busca garantir suporte especializado para procedimentos de alta complexidade e fortalecer a segurança dos pacientes atendidos na rede pública do DF
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou o Edital nº 06/2026 para a seleção de empresa especializada na prestação de serviços de perfusão em cirurgias cardíacas no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O suporte é essencial para a realização de procedimentos cardíacos de alta complexidade na unidade, referência nesse tipo de atendimento na rede pública do DF.
A perfusão é uma etapa indispensável nas cirurgias do coração. Durante o procedimento, profissionais especializados operam equipamentos responsáveis por manter a circulação e a oxigenação do sangue do paciente enquanto o coração é temporariamente interrompido, permitindo que os médicos realizem a intervenção com segurança.
A contratação busca garantir o suporte técnico necessário para a continuidade das cirurgias cardíacas realizadas no hospital. O HBDF recebe pacientes de diversas regiões do Distrito Federal que necessitam de tratamentos especializados e procedimentos de alta complexidade.
Para que as cirurgias ocorram com segurança, é fundamental contar com profissionais capacitados e com equipamentos adequados para a circulação extracorpórea, tecnologia que substitui temporariamente as funções do coração e dos pulmões durante o procedimento.
Prazo para envio de propostas
O prazo para envio das propostas é de cinco dias úteis, entre 16 e 20 de março, conforme estabelecido no edital. As propostas devem ser encaminhadas exclusivamente pelo portal eletrônico Apoio Login .
De acordo com a equipe técnica responsável pela contratação, a iniciativa busca assegurar que o hospital mantenha a capacidade de realizar cirurgias cardíacas com segurança e qualidade, garantindo o suporte especializado necessário para esses procedimentos.
O edital completo e seus anexos podem ser consultados no site oficial do IgesDF.
Serviço
Objeto: Contratação de empresa especializada na prestação de serviços de perfusão em cirurgias cardíacas no HBDF
Edital: nº 06/2026
Período para envio de propostas: de 16 a 20 de março de 2026
Portal eletrônico: www.apoiocotações.com.br
Texto por Ivan Trindade
Foto por Divulgação/IgesDF
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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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