Diversas
Atendimento Itinerante da Neoenergia participa de evento para mulheres e marca presença em mais 14 Regiões Administrativas
Organizada pela Defensoria Pública do DF, ação vai atender mulheres em situação de risco e vulnerabilidade social
Brasília, 06 de outubro de 2025 – A Neoenergia Brasília participa, nesta segunda-feira (06), da 28ª Edição do Dia da Mulher, no Edifício Rossi Esplanada Business, localizado na Quadra 01, do Setor Comercial Norte. Organizado pela Defensoria Pública do Distrito Federal, o evento tem o intuito de atender mulheres em situação de risco e vulnerabilidade sociais, bem como aos seus respectivos familiares.
Já na quarta-feira (08), de 16h às 19h, e na quinta-feira (09), no mesmo horário, a distribuidora marca presença na 6ª Edição da Ação “Na Sua Hora”, no estacionamento do Terraço Shopping, Entrequadras 2/8, Lote 5, na Octogonal Sul.
A Neoenergia disponibilizará todos os serviços técnicos e comerciais da distribuidora à população do DF, como parcelamento de débitos, solicitação de reparo por danos elétricos, troca de titularidade, ligação nova, entre outros. Os clientes podem, também, buscar orientações de segurança, consumo consciente e regularização da energia elétrica.
Por fim, a distribuidora segue com o atendimento itinerante nas Administrações Regionais (RA’s), no formato presencial e itinerante, conforme cronograma de demanda e sem hora marcada. Essa ação busca aproximar a população dos serviços oferecidos pela distribuidora.
Cronograma – O cronograma semanal de atendimento pode ser consultado no site da Neoenergia Brasília (neoenergiabrasilia.com.br).
A Neoenergia oferece também outros pontos fixos de atendimento presencial – no Paranoá, em Planaltina, São Sebastião, Samambaia e no Lago Sul – sem necessidade de agendamento. Outra possibilidade são os sete postos do Na Hora.
Confira abaixo o local de atendimento itinerante da Neoenergia entre os dias 06 e 10 de outubro:
28ª Edição do Dia da Mulher
Segunda-feira
Horário: 8h às 14h
Local: Edifício Rossi Esplanada Business, localizado na Quadra 01, do Setor Comercial Norte
6ª Edição da ação “Na Sua Hora”
Quarta-feira
Horário: 16h às 19h
Local: estacionamento do Terraço Shopping, Entrequadras 2/8, Lote 5, na Octogonal Sul.
Quinta-feira
Horário: 16h às 19h
Local: estacionamento do Terraço Shopping, Entrequadras 2/8, Lote 5, na Octogonal Sul.
Administrações Regionais
Segunda-feira
8h às 12h: Seduh e Evento da Defensoria
14h às 18h: Santa Maria e Jardim Botânico
Terça-feira
8h às 12h: Sudoeste e Park Way
14h às 18h: CLDF e Sol Nascente
Quarta-feira
8h às 12h: Lago Norte e Paranoá
14h às 18h: Seduh e Ação “Na Sua Hora”
Quinta-feira
8h às 12h: Recanto das Emas e Sobradinho
14h às 18h: Gama e Ação “Na Sua Hora”
Sexta-feira
8h às 12h: Núcleo Bandeirante e Estrutural
14h às 18h: Candangolândia e Plano Piloto
Diversas
A “Crise dos 7 Anos”: Mito ou Condenação no Casamento?
Muito se fala sobre a “crise dos 7 anos” no casamento, um termo que soa quase como uma profecia sombria para os casais que chegam à marca de sete anos juntos. A expressão, popularizada por filmes e estudos antigos, sugere que é nesse período que o relacionamento começa a enfrentar seus maiores desafios. Mas afinal, essa crise realmente existe? Ou seria apenas mais um mito do imaginário coletivo sobre relacionamentos?
A origem do termo
A expressão “crise dos 7 anos” ganhou notoriedade com o filme “The Seven Year Itch” (O Pecado Mora ao Lado), de 1955, estrelado por Marilyn Monroe. Na trama, o protagonista enfrenta uma forte tentação extraconjugal após sete anos de casamento, refletindo um suposto desgaste comum nesse período. Desde então, a ideia se enraizou no senso comum, sendo frequentemente citada em conversas, conselhos amorosos e até em consultórios de terapia de casal.
O que dizem os especialistas?
Embora não exista uma regra absoluta, muitos psicólogos e terapeutas afirmam que há, sim, um momento de transição e reavaliação em torno do sétimo ano de relacionamento. Mas esse “ponto de virada” não tem relação com uma maldição ou cronômetro emocional, e sim com o acúmulo natural de experiências, mudanças individuais e desafios que vão se somando ao longo dos anos.
Após cerca de sete anos, é comum que o casal já tenha passado pelas fases mais intensas da paixão inicial, enfrentado dificuldades financeiras, criado filhos ou lidado com crises pessoais. É justamente nesse ponto que muitas relações são colocadas à prova: o que antes era novidade pode virar rotina, e o encantamento pode dar lugar ao tédio ou ao ressentimento acumulado.
O desgaste da convivência
Convivência diária exige esforço. Com o passar dos anos, é natural que as falhas de comunicação, a falta de tempo para o casal e os pequenos desentendimentos vão se tornando mais frequentes. O sétimo ano pode simbolizar o momento em que essas falhas se tornam mais evidentes, ou em que os parceiros param de “tapar o sol com a peneira” e decidem enfrentar (ou ignorar) as reais questões do relacionamento.
Além disso, muitas pessoas experimentam mudanças internas nesse período: crises existenciais, redescobertas pessoais, novas ambições. Quando o casal não cresce junto emocional, profissional ou espiritualmente — surge o risco do afastamento, da insatisfação e, por vezes, da separação.
Casamento é construção contínua
A “crise dos 7 anos” não é uma sentença. Para muitos casais, esse é o momento de ressignificar a relação. É a chance de renovar acordos, relembrar os motivos que uniram os dois no início, investir em diálogo e intimidade. Ao invés de ser o fim, o sétimo ano pode ser o início de uma nova fase mais madura e consciente.
Relacionamentos longos exigem mais do que amor: exige compromisso, paciência, escuta ativa, disposição para mudar e, sobretudo, vontade mútua de seguir juntos. A crise, quando bem administrada, pode ser uma oportunidade valiosa de fortalecimento.
Mito ou verdade?
A resposta está no meio do caminho. A “crise dos 7 anos” não é uma regra imutável, mas também não é uma invenção sem fundamento. Para alguns casais, o desgaste aparece muito antes; para outros, só décadas depois — ou nunca. Tudo depende da dinâmica da relação, das personalidades envolvidas e da forma como ambos lidam com os altos e baixos da vida a dois.
Como superar esse momento?
Algumas atitudes podem ajudar os casais a atravessar essa fase com mais leveza:
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Reavaliar juntos: Conversem sobre o que está funcionando e o que precisa mudar.
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Evitar a rotina emocional: Pequenas surpresas, elogios e tempo de qualidade juntos fazem diferença.
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Cuidar da vida sexual: A intimidade física continua sendo um termômetro importante.
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Ter momentos individuais: Espaço pessoal é essencial para o bem-estar emocional de cada um.
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Buscar ajuda profissional: Terapia de casal pode ser um caminho eficaz para lidar com impasses.
Conclusão
A “crise dos 7 anos” não precisa ser vista como uma ameaça ao casamento, mas sim como um convite à reflexão e ao amadurecimento da relação. Em vez de temer esse momento, os casais podem enxergá-lo como uma etapa natural de qualquer relacionamento duradouro. Afinal, amar também é saber crescer e mudar juntos.
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