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Saúde

IgesDF abre seleção para médicos especialistas com salários de até R$ 18 mil 

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Cadastro reserva contempla cinco áreas estratégicas; inscrições seguem até 22 de fevereiro
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu novos processos seletivos para formação de cadastro reserva de médicos especialistas. As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 22 de fevereiro. Os salários podem chegar a R$ 18.115,68, a depender da especialidade e da carga horária.
As oportunidades são para Nefrologia, Endoscopia Respiratória, Oncologia Clínica, Cirurgia Pediátrica e Urologia, áreas consideradas estratégicas para o reforço da assistência nas unidades administradas pelo instituto.
A carga horária mínima varia entre 12 e 24 horas semanais. Para jornadas de 24 horas, a remuneração bruta é de R$ 13.359,56 para nefrologistas, endoscopistas respiratórios e urologistas. Já para cirurgião pediátrico, o salário chega a R$ 18.115,68. No caso de oncologista, com carga mínima de 12 horas, a remuneração é de R$ 8.015,46.
Além do salário, os profissionais contratados contam com benefícios como auxílio-transporte, alimentação (conforme acordo coletivo e local de trabalho), clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês do aniversário.
Reforço na assistência especializada
Os editais são destinados à formação de cadastro reserva, ou seja, os candidatos aprovados poderão ser convocados conforme a necessidade das unidades sob a gestão do IgesDF. A validade dos processos seletivos se estende até março de 2027, a depender da especialidade.
Para participar, é necessário ter diploma de Medicina reconhecido pelo MEC, registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM) e residência médica concluída, ou em fase de conclusão até março de 2026, ou título de especialista reconhecido pela Associação Médica Brasileira (AMB) e respectivas sociedades.
Também é exigida experiência mínima de seis meses na área pretendida. No caso da Urologia, experiências em transplante renal, litotripsia extracorpórea (LECO) e nefrolitotripsia percutânea (NLP) são consideradas diferenciais.
Os interessados devem acessar o site oficial do IgesDF, ler atentamente o edital da especialidade desejada e realizar a inscrição dentro do prazo.
Serviço
Processo seletivo: Cadastro reserva para médicos
Inscrições até: 22 de fevereiro
Editais disponíveis no site oficial do IgesDF
Especialidades: Nefrologia, Endoscopia Respiratória, Oncologia, Cirurgia Pediátrica e Urologia.
Salários: de R$ 8.015,46 a R$ 18.115,68 (conforme carga horária).
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Saúde

Dor de cabeça repetitiva pode esconder problemas oftalmológicos

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Falhas na capacidade de enxergar surgem como causa silenciosa em muitos casos, alerta especialista

 

A dor de cabeça recorrente já faz parte da realidade de muitos brasileiros e, em meio à rotina intensa, costuma ser ignorada ou tratada apenas com analgésicos. O que pouca gente considera é que esse desconforto pode ter relação direta com alterações na visão. Em um cenário marcado por longas horas diante de telas e exigência constante de foco, cresce o número de pessoas que convivem com sintomas persistentes sem investigar a origem de forma adequada.

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De acordo com o Dr. Leopoldo Ribeiro, oftalmologista do H.Olhos, alguns sinais ajudam a diferenciar quando o incômodo pode estar associado ao sistema visual. “Quadros que surgem após leitura prolongada, uso contínuo de dispositivos eletrônicos ou atividades que exigem concentração são indícios importantes. O paciente também pode relatar sensação de peso ao redor dos olhos ou dificuldade para manter a nitidez ao longo do dia”, explica.

Entre os fatores mais comuns estão os erros refrativos não corrigidos, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, que exigem esforço constante para compensação. “Quando a pessoa não enxerga com clareza, há uma tentativa involuntária de ajustar o foco, o que gera sobrecarga. Esse processo contínuo pode desencadear desconforto na região da testa ou nas têmporas”, afirma o especialista.

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Outro ponto relevante envolve a capacidade de acomodação, especialmente em adultos que passam muitas horas em frente a telas. “O uso prolongado de celulares e computadores reduz a frequência do piscar e exige adaptação constante da musculatura ocular. Isso pode provocar fadiga, sensação de ardência e, em muitos casos, dor associada ao esforço visual”, destaca o médico.

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Alterações no alinhamento ocular também podem estar por trás desses quadros. “Quando os olhos não trabalham de forma coordenada, o cérebro precisa fazer um esforço adicional para unir as imagens. Essa sobrecarga pode se manifestar com desconforto, tontura ou até dificuldade de concentração em tarefas simples”, pontua.

Fatores externos contribuem para agravar a situação. Ambientes com iluminação inadequada, contraste excessivo de brilho e postura incorreta durante atividades visuais intensificam os sintomas ao longo do dia. “Pequenos ajustes no ambiente de trabalho já fazem diferença significativa na rotina, reduzindo a sobrecarga e melhorando o desempenho visual”, orienta o oftalmologista.

Apesar da relação frequente, o especialista reforça que nem todo quadro está ligado à visão, o que torna a avaliação clínica ainda mais importante. “A investigação deve ser individualizada. Observar quando o sintoma aparece, sua duração e intensidade ajuda a direcionar o diagnóstico e evita tratamentos inadequados”, ressalta.

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A principal recomendação é não negligenciar sinais persistentes e incluir o check-up oftalmológico na rotina de cuidados com a saúde. “Mesmo na ausência de queixas evidentes, consultas periódicas permitem identificar alterações precocemente. Cuidar da saúde ocular vai além de enxergar bem, é uma forma de preservar qualidade de vida e bem-estar”, conclui o Dr. Leopoldo Ribeiro.

 

 

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Créditos:

Foto: Imagem de wayhomestudio no Freepik

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