O evento será realizado no formato virtual, transmitido ao vivo pelo canal do YouTube, em 11 de agosto, com início às 19h30 e encerramento previsto para às 22h30. Os estudos e documentações que serão debatidos na audiência pública, como também regulamentos do evento, já estão disponíveis ao público em geral neste site.
Social
Guarda compartilhada de pets avança no Brasil e exige atenção com rotina e alimentação dos animais
São Paulo, abril de 2026. A regulamentação da guarda compartilhada de animais de estimação após a separação de casais avançou no Congresso Nacional com a aprovação do projeto pelo Senado Federal. A proposta estabelece regras para esse modelo de cuidado, prevendo que, na ausência de acordo entre os tutores, a Justiça poderá definir a divisão da convivência com o animal, bem como a responsabilidade por despesas como alimentação, higiene e cuidados veterinários. O texto segue agora para sanção do Luiz Inácio Lula da Silva.
A proposta reflete uma realidade cada vez mais comum no país. Cães e gatos são vistos como membros da família e, diante de separações, muitos responsáveis optam por dividir os cuidados com o animal. No entanto, a guarda compartilhada exige organização e diálogo para que a mudança de rotina não prejudique o bem-estar do pet.
Entre os pontos sensíveis nesse cenário que necessitam de atenção está a alimentação. Mudanças frequentes de ambiente, horários ou tipo de alimento podem gerar estresse, alterações digestivas e até recusa alimentar.
Segundo Mayara Andrade, médica-veterinária de Guabi Natural (MBRF Pet), o planejamento é fundamental para que o animal se adapte bem à dinâmica entre as duas casas.
“Quando o pet passa a alternar entre dois ambientes, o ideal é que a rotina alimentar permaneça o mais estável possível. Isso significa manter o mesmo alimento, respeitar os horários das refeições e seguir as quantidades recomendadas para o animal. Mudanças frequentes na dieta podem provocar desconfortos digestivos e dificultar o acompanhamento da saúde nutricional”, explica.
Mesma dieta nas duas casas
Um dos erros mais comuns em situações de guarda compartilhada é cada responsável oferecer um tipo diferente de alimento ou alterar a dieta sem orientação e alinhamento. De acordo com recomendações da World Small Animal Veterinary Association (WSAVA), mudanças na alimentação devem ser feitas de forma gradual e sempre com orientação veterinária para evitar ou reduzir distúrbios gastrointestinais.
Para a veterinária, o ideal é que ambos os responsáveis combinem previamente qual será o alimento oferecido ao pet.
“Mesmo quando os responsáveis têm boas intenções, é comum que cada um queira agradar o animal de uma forma diferente. Mas oferecer alimentos distintos em cada casa pode causar desequilíbrio nutricional ou excesso de calorias. O melhor caminho é manter o mesmo alimento, independentemente de onde o pet esteja”, afirma Mayara.
Atenção aos petiscos
Outro ponto que exige atenção são os petiscos. Em muitos casos, cada tutor oferece recompensas sem saber o que o outro já deu ao animal ao longo do dia.
De acordo com orientações da médica-veterinária, petiscos não devem ultrapassar cerca de 10% da ingestão calórica diária de cães e gatos. Quantidades maiores podem contribuir para obesidade e desequilíbrio nutricional.
“Quando o pet vive em duas casas, o ideal é que os tutores também alinhem a oferta de petiscos. Às vezes o animal acaba recebendo mais recompensas do que deveria, simplesmente porque cada pessoa acredita estar oferecendo pouco”, explica a profissional.
Comunicação facilita o cuidado
Mayara destaca que a guarda compartilhada pode funcionar bem quando existe comunicação entre os tutores. Informações sobre alimentação, peso do animal, restrições alimentares ou eventuais mudanças de comportamento devem ser compartilhadas.
Segundo a profissional, pequenos cuidados fazem diferença no longo prazo.
“Os pets dependem da previsibilidade para se sentirem seguros. Quando a alimentação, os horários e os cuidados básicos são mantidos de forma consistente nas duas casas, o animal consegue se adaptar melhor à nova rotina e manter a saúde em equilíbrio”, conclui.
Com a tendência de regulamentação da guarda compartilhada de pets no Brasil, Mayara reforça que a divisão do tempo com o animal deve vir acompanhada de responsabilidade conjunta: “Mais do que organizar a convivência, é essencial garantir que a qualidade dos cuidados permaneça a mesma em qualquer ambiente”, finaliza.
CRÉDITOS:
FOTO: Divulgação
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Audiência pública vai apresentar estudos do condomínio Morada do Sol
Estudos ambientais serão apresentados em 11 de agosto
Agência Brasília | Edição: José Renato Garcia
A edição desta quarta-feira (8) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), traz o aviso da audiência pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (RiviI) do empreendimento Morada do Sol, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico.
As instruções relativas aos canais de transmissão e respectivos procedimentos para acesso e participação serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias de antecedência da data de realização, no mesmo endereço eletrônico.
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