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Saiba como construir um currículo para conquistar vaga de emprego em 2024

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O primeiro passo para conseguir a tão sonhada vaga de emprego é saber como fazer um currículo, pois ele é determinante dentro dos processos de seleção de pequenas e grandes empresas.

Como montar um currículo? Passo a passo

Com o início do ano, é comum a criação das listas com todos os objetivos, tanto pessoais quanto profissionais. Dessa maneira, se você deseja conquistar uma nova posição na carreira ou até mesmo a sua primeira experiência, saber montar tipos de currículos será uma peça chave.

1. Dados pessoais

A primeira é, uma das partes mais importantes do currículo, é a seção que contém os seus dados pessoais.

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Nessa seção você deve informar o nome e sobrenome, os telefones para contato, e aqui se possível coloque mais de um, para casos em que não for possível receber ligações no seu telefone pessoal.

Além disso, um endereço de e-mail é essencial, visto que grande parte dos processos seletivos são acompanhados por e-mail.

Caso você possua redes sociais ligadas a sua área de atuação onde produz conteúdo, é nessa seção que deverá colocar o link, podendo ser tanto do seu linkedin quanto do seu site, blog ou perfil de demais redes sociais.

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2. Perfil profissional e objetivos de carreira

Aqui você irá apresentar e demonstrar as suas principais habilidades, atribuições e ambições para a carreira.

Assim, é momento de sintetizar todas as suas conquistas em experiências anteriores e, caso ainda não tenha, suas conquistas acadêmicas, podendo até mesmo deixar seu currículo lattes para consulta.

Por fim, elenque quais são os seus principais anseios para carreira, com foco nas possibilidades que aquela instituição que procura possui e nas suas principais competências.

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3. Experiência profissional

Aqui existem dois pontos: aqueles que possuem muitas experiências profissionais e aqueles que ainda não as têm.

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Para você que já possui experiência em marketing digital, ciências contábeis, economia, entre outras profissões, procure sintetizar e colocar no currículo apenas aquelas relevantes para a vaga atual, para não deixar o currículo muito poluído de informações.

Deixe de forma bem clara qual foi o seu cargo, empresa, tempo em que ficou com data de início e fim e suas principais responsabilidades no cargo.

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Agora você que não possui experiência, pode colocar as suas conquistas acadêmicas, projetos e produções que tenham relação com a vaga que deseja conquistar. Aqui, o currículo lattes será um grande diferencial.

4. Formação acadêmica

Chegou a hora de falar um pouco da sua trajetória técnica, que tem forte relação com a sua formação acadêmica.

Nessa seção, se você já possui graduação, mestrado ou doutorado, não é necessário fazer toda a sua ficha desde o ensino fundamental, portanto foque no que é mais importante para se destacar.

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Para isso, coloque a sua formação, em qual centro de estudos realizou a sua qualificação, o ano que concluiu e, lembre-se sempre, coloque em primeiro lugar a sua formação mais atual.

5. Hard skils e soft skils

Concluída a seção da formação acadêmica, chegou a hora de, literalmente, se vender para aquela vaga tão desejada.

Para isso, é importante enfatizar todas as suas qualidades técnicas, adquiridas durante a sua formação ou durante a sua trajetória profissional.

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Soma-se a isso, elencar suas habilidade de trabalho em grupo, tomadas de decisão, formas de resolver problemas e sua postura como profissional.

5 dicas para fazer um bom currículo

Agora que você já sabe como fazer um currículo, quais são as principais informações que ele deve conter e a sua estruturação, é hora de colocar a cereja do bolo.

1. Seja claro e sóbrio

Ser objetivo, não inventar moda no que diz respeito a cores e fontes é o primeiro diferencial de um currículo bem feito e que tem grandes chances de ser escolhido para aquele que será deixado de lado.

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Assim, quando montar o currículo opte por fontes mais comuns como a Arial e seja breve nas considerações e objetivos em cada uma das seções.

2. Currículos personalizados

Cada vaga e empresa apresentam particularidades, por esse motivo, você não pode mandar o mesmo currículo para todas as empresas.

Mesmo sendo para uma vaga parecida, procure entender o que cada empresa considera fundamental para um profissional entrar nela e direcione suas experiências, habilidades e formação para essas características.

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3. Não erre na gramática

Se você não quer perder pontos logo de cara no momento em que seu currículo será analisado, revise ele por inteiro para verificar se existem erros ortográficos ou gramaticais.

Se possível, peça a um familiar ou amigo para ler o currículo e corrigi-lo, pois é possível que na construção do currículo você deixe passar algo e não perceba.

4. Utilize palavras-chave

Ao encontrar a vaga que deseja ingressar, procure por palavras na descrição da oportunidade que possam ser introduzidas no decorrer do seu currículo, principalmente dentro da seção sobre os seus objetivos profissionais, para chamar atenção do recrutador.

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5. Jamais minta sobre sua carreira ou formação

Em seu currículo coloque apenas aquilo que realmente aconteceu e conquistou durante sua carreira. Mentir sobre experiências ou formação acadêmica fará com que você fique marcado na empresa e, até mesmo, em outras oportunidades.

Seguindo essas dicas, montando o seu currículo de forma sóbria, objetiva e simples, as chances de conquistar a sua tão sonhada vaga em 2024 ficam cada vez maiores.

Por isso, se atente muito como irá elaborá-lo e apresentá-lo a cada um dos recrutadores.

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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

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Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

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O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

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Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

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A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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