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Diversas

Pequenos protagonistas transformam rotina e emocionam no Hospital de Santa Maria

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Ensaio fotográfico cria momentos de acolhimento e esperança para famílias com bebês internados na UTIN 

 

Mães e pais que vivem o dia a dia da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) tiveram um dia diferente no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF).
A rotina intensa ganhou uma pausa marcada por ternura. Inspirada pela Páscoa, a iniciativa levou bebês internados na unidade a participarem de um ensaio fotográfico realizado na última terça-feira (7).
Durante a preparação para as fotos, pais e mães acompanharam cada detalhe, atentos a cada gesto e a cada olhar. Érica de Carvalho Sá aguardava emocionada pela vez do filho no ensaio. Augusto nasceu com 32 semanas e segue em recuperação, enquanto a família sonha com o momento de levá-lo para casa, em Planaltina (GO).
“Eu não sabia que teria esse ensaio, foi uma surpresa linda. Só de ver a preparação já emociona. Aqui encontramos profissionais muito humanos, que cuidam dos nossos filhos e também da gente”, destaca.
Natanael não nasceu prematuro, mas precisou de cuidados na UTIN antes de ir para casa. A mãe, Ana Cláudia Gomes do Carmo, não tirava os olhos do filho e se encantou com the experiência.
“Ver ele assim, todo arrumadinho, traz uma alegria muito grande. A gente até esquece um pouco o peso da internação, e tudo fica mais leve”, conta.
Vinda do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), a família está há poucos dias no HRSM, mas já percebe a diferença no acolhimento. Ana Cláudia destaca a forma como todos foram recebidos desde a chegada. “Fomos acolhidos com muito carinho. Eu me senti cuidada, assim como o pai e o irmão dele, que não saem daqui por nada”, relata.
Humanização que gera memórias afetivas
Mais do que uma ação pontual, a iniciativa faz parte da proposta da UTIN de promover atividades em datas especiais, aproximando famílias e equipe multiprofissional. Segundo a chefe do Serviço de Enfermagem da unidade, Lorena Mendes, a atividade também marca a retomada de uma prática que estava suspensa há cerca de um ano.
“Passamos por um período de mudanças na equipe, o que direcionou nossos esforços para outras prioridades. Agora, com o time reorganizado, conseguimos resgatar este tipo de ação, que sempre fez diferença no cuidado com as famílias”, explica.
Mais do que imagens, a experiência representa acolhimento e a construção de memórias afetivas durante a internação, fase que, para muitas famílias, é atravessada por incertezas e expectativas.
“Nosso objetivo é tornar este período o menos difícil possível. Sabemos que é uma fase delicada, por isso buscamos levar mais tranquilidade e afeto. Queremos que as mães guardem uma lembrança bonita desta etapa”, finaliza Lorena.
CRÉDITOS:
Autora: Talita Motta 
Fotos: Tati Araújo
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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

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Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

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O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

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Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

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A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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