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Neoenergia vai contratar 60 eletricistas no DF; inscrições online vão até 17 de abril

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Profissionais irão atuar na rede elétrica da capital federal. Oportunidade reforça a geração de emprego e a qualidade do serviço prestado à população

Brasília, 08 de abril de 2026 – A Neoenergia Brasília fará a contratação de 60 eletricistas para atuar na rede elétrica no Distrito Federal ao longo do ano. Os interessados têm até o próximo dia 17 de abril para se candidatar online neste site e participar do processo seletivo.

As vagas fazem parte do plano de expansão da distribuidora, que prevê o reforço das equipes ao longo de 2026. Desde que iniciou suas operações na capital federal, em março de 2021, a empresa já ampliou em 40% o número de colaboradores, reforçando a mão de obra qualificada para atuar em diversas áreas da distribuidora.

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Os profissionais selecionados irão atuar em atividades fundamentais para o dia a dia da população, como serviços de manutenção e ampliação da rede elétrica, ligação de novas unidades consumidoras, inspeções, manobras em equipamentos elétricos e apoio à operação do sistema. As funções também incluem ações de segurança, como manejo de vegetação próxima à rede e execução de procedimentos técnicos em campo.

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Para participar dessa etapa do processo seletivo, é necessário ter ensino médio completo, formação como eletricista de redes de distribuição, certificações obrigatórias (NR 10 básico e complementar, NR 10 SEP e NR 35), vivência na área e carteira de habilitação categoria B. Também é exigida disponibilidade para atuar no Distrito Federal.

Escola de Eletricistas – Para os interessados que não possuem formação na área e desejam concorrer a uma das vagas, a Neoenergia Brasília seguirá investindo na formação gratuita de novos profissionais por meio da Escola de Eletricistas. Em 2026, estão previstas três novas turmas, duas em Taguatinga e uma no Gama. A iniciativa tem alto índice de empregabilidade: 82% dos formados já foram incorporados ao quadro da empresa. Nos últimos cinco anos, já foram formadas 434 pessoas, sendo 45% mulheres. As inscrições para as turmas da escola serão divulgadas nos próximos meses.

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A abertura das vagas reforça o compromisso da Neoenergia Brasília com o desenvolvimento econômico e social da região, ampliando oportunidades de trabalho e contribuindo para a qualidade dos serviços prestados à população.

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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

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Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

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O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

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Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

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A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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