Diversas
Reta final para inscrever projetos que apoiam o esporte feminino no Distrito Federal
Os interessados em receber até R$ 500 mil de incentivo do Instituto Neoenergia podem se candidatar no Jogando Juntas até 31 de julho
Brasília, 23 de julho de 2024 – Ainda dá tempo de inscrever projetos de qualquer modalidade esportiva praticada exclusivamente por mulheres no Jogando Juntas. Com o compromisso de promover a inclusão social e a equidade de gênero no Distrito Federal, o Instituto Neoenergia está com o edital aberto até o próximo dia 31 de julho. Os contemplados podem receber um apoio financeiro de até R$ 500 mil.
As inscrições devem ser feitas no site do Instituto Neoenergia e as organizações da sociedade civil interessadas em participar da seleção devem estar enquadradas na Lei Federal do Esporte (11.438/2006) ou na Lei Paulista de Incentivo ao Esporte (13.918/2009). Os projetos precisam atender pelo menos um dentre três Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU): erradicação da pobreza; igualdade de gênero; ou redução das desigualdades.
“O Instituto Neoenergia segue o compromisso da companhia no apoio ao desenvolvimento do esporte feminino no país. O Jogando Juntas é mais um edital que reforça nosso propósito a favor da inclusão da mulher dentro e fora dos gramados ou das quadras”, afirma Renata Chagas, diretora presidente do Instituto Neoenergia. A executiva ressalta que a instituição investiu, no ano passado, mais de R$ 15,5 milhões em programas por meio de leis de incentivo.
Além do Distrito Federal, o Jogando Juntas está nas outras quatro áreas onde a Neoenergia está presente na distribuição de energia, sendo os estados da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.
Esporte feminino – A Neoenergia é reconhecida como a empresa do setor elétrico que mais incentiva o esporte feminino no Brasil. Além de estimular a inclusão da mulher no esporte nacional, as ações promovidas reafirmam o fortalecimento e a humanização da marca no país, principalmente nas suas áreas de concessão com as distribuidoras Neoenergia Brasília, Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Pernambuco (PE).
Fonte: Neoenergia Brasilia
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A “Crise dos 7 Anos”: Mito ou Condenação no Casamento?
Muito se fala sobre a “crise dos 7 anos” no casamento, um termo que soa quase como uma profecia sombria para os casais que chegam à marca de sete anos juntos. A expressão, popularizada por filmes e estudos antigos, sugere que é nesse período que o relacionamento começa a enfrentar seus maiores desafios. Mas afinal, essa crise realmente existe? Ou seria apenas mais um mito do imaginário coletivo sobre relacionamentos?
A origem do termo
A expressão “crise dos 7 anos” ganhou notoriedade com o filme “The Seven Year Itch” (O Pecado Mora ao Lado), de 1955, estrelado por Marilyn Monroe. Na trama, o protagonista enfrenta uma forte tentação extraconjugal após sete anos de casamento, refletindo um suposto desgaste comum nesse período. Desde então, a ideia se enraizou no senso comum, sendo frequentemente citada em conversas, conselhos amorosos e até em consultórios de terapia de casal.
O que dizem os especialistas?
Embora não exista uma regra absoluta, muitos psicólogos e terapeutas afirmam que há, sim, um momento de transição e reavaliação em torno do sétimo ano de relacionamento. Mas esse “ponto de virada” não tem relação com uma maldição ou cronômetro emocional, e sim com o acúmulo natural de experiências, mudanças individuais e desafios que vão se somando ao longo dos anos.
Após cerca de sete anos, é comum que o casal já tenha passado pelas fases mais intensas da paixão inicial, enfrentado dificuldades financeiras, criado filhos ou lidado com crises pessoais. É justamente nesse ponto que muitas relações são colocadas à prova: o que antes era novidade pode virar rotina, e o encantamento pode dar lugar ao tédio ou ao ressentimento acumulado.
O desgaste da convivência
Convivência diária exige esforço. Com o passar dos anos, é natural que as falhas de comunicação, a falta de tempo para o casal e os pequenos desentendimentos vão se tornando mais frequentes. O sétimo ano pode simbolizar o momento em que essas falhas se tornam mais evidentes, ou em que os parceiros param de “tapar o sol com a peneira” e decidem enfrentar (ou ignorar) as reais questões do relacionamento.
Além disso, muitas pessoas experimentam mudanças internas nesse período: crises existenciais, redescobertas pessoais, novas ambições. Quando o casal não cresce junto emocional, profissional ou espiritualmente — surge o risco do afastamento, da insatisfação e, por vezes, da separação.
Casamento é construção contínua
A “crise dos 7 anos” não é uma sentença. Para muitos casais, esse é o momento de ressignificar a relação. É a chance de renovar acordos, relembrar os motivos que uniram os dois no início, investir em diálogo e intimidade. Ao invés de ser o fim, o sétimo ano pode ser o início de uma nova fase mais madura e consciente.
Relacionamentos longos exigem mais do que amor: exige compromisso, paciência, escuta ativa, disposição para mudar e, sobretudo, vontade mútua de seguir juntos. A crise, quando bem administrada, pode ser uma oportunidade valiosa de fortalecimento.
Mito ou verdade?
A resposta está no meio do caminho. A “crise dos 7 anos” não é uma regra imutável, mas também não é uma invenção sem fundamento. Para alguns casais, o desgaste aparece muito antes; para outros, só décadas depois — ou nunca. Tudo depende da dinâmica da relação, das personalidades envolvidas e da forma como ambos lidam com os altos e baixos da vida a dois.
Como superar esse momento?
Algumas atitudes podem ajudar os casais a atravessar essa fase com mais leveza:
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Reavaliar juntos: Conversem sobre o que está funcionando e o que precisa mudar.
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Evitar a rotina emocional: Pequenas surpresas, elogios e tempo de qualidade juntos fazem diferença.
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Cuidar da vida sexual: A intimidade física continua sendo um termômetro importante.
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Ter momentos individuais: Espaço pessoal é essencial para o bem-estar emocional de cada um.
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Buscar ajuda profissional: Terapia de casal pode ser um caminho eficaz para lidar com impasses.
Conclusão
A “crise dos 7 anos” não precisa ser vista como uma ameaça ao casamento, mas sim como um convite à reflexão e ao amadurecimento da relação. Em vez de temer esse momento, os casais podem enxergá-lo como uma etapa natural de qualquer relacionamento duradouro. Afinal, amar também é saber crescer e mudar juntos.
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