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Bandeira verde em abril garante alívio na conta de luz e reforça oportunidade de economia

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Sem taxa extra na fatura, consumidores podem ampliar a redução de gastos com hábitos simples no dia a dia

Brasília, 1º de abril de 2026 – O mês da Páscoa começa com uma notícia positiva para os consumidores: não haverá cobrança adicional na conta de energia elétrica em abril. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou, no fim da semana passada, a manutenção da bandeira tarifária verde, em vigor desde janeiro.

De acordo com a agência reguladora, o volume de chuvas registrado em março assegurou níveis satisfatórios nos reservatórios das hidrelétricas, favorecendo a geração de energia. Esse cenário reduz a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.

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Apesar do contexto favorável, a Neoenergia Brasília destaca que o uso responsável da energia continua sendo essencial. A adoção de práticas conscientes contribui para diminuir despesas, fortalecer a sustentabilidade do sistema elétrico e preservar condições mais econômicas nos próximos meses.

A distribuidora também chama atenção para atitudes sustentáveis durante o período, como a reciclagem de resíduos comuns nas celebrações, a exemplo de papel, plástico e alumínio, que ajudam a reduzir o consumo energético ao longo da cadeia produtiva.

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Consumo consciente começa em casa

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Pequenas mudanças de comportamento podem gerar impacto significativo na conta de luz. A Neoenergia Brasília orienta consumidores residenciais, comerciais e industriais a adotarem medidas práticas:

Climatização – Manter o ar-condicionado entre 23ºC e 25ºC, utilizar a função de desligamento automático e limpar os filtros regularmente aumenta a eficiência. Modelos com tecnologia Inverter consomem menos energia. Ventiladores de teto podem complementar o conforto térmico com menor gasto.

Chuveiro elétrico – Utilizar a posição “verão” pode reduzir o consumo em até 30%. Banhos mais curtos e o fechamento do registro ao se ensaboar também ajudam. Para segurança, é importante usar resistências originais. Sempre que possível, o aquecimento solar é uma alternativa eficiente.

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Refrigeração – Verificar a vedação da geladeira, evitar armazenar alimentos quentes e manter o equipamento afastado da parede contribuem para o bom desempenho. Abrir a porta apenas quando necessário evita desperdício.

Iluminação eficiente – Priorizar a luz natural, apagar lâmpadas em ambientes vazios e optar por modelos de LED são medidas simples, com menor consumo e maior durabilidade.

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Dicas rápidas para economizar energia

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Apague as luzes ao sair dos ambientes;
Utilize lâmpadas de LED;
Aproveite a iluminação natural;
Evite abrir a geladeira com frequência;
Não armazene alimentos quentes;
Use o chuveiro na opção “verão”;
Lave e passe roupas de uma só vez;
Retire aparelhos da tomada quando não estiverem em uso;
Mantenha o ar-condicionado limpo e regulado;
Instale sensores de presença em áreas de menor circulação;
Prefira eletrodomésticos com selo Procel;
Realize manutenções periódicas nas instalações elétricas.

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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