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Wellness sensorial: experiências imersivas aprofundam a relação com o bem-estar
Crédito: Divulgação Les Cinq
O avanço das experiências imersivas aprofunda a relação das pessoas com o bem-estar, aponta Rodrigo Sangion, CEO da Les Cinq Gym.
O conceito de bem-estar vem passando por uma transformação importante nos últimos anos. Mais do que uma soma de hábitos saudáveis, como treinar, comer melhor ou dormir bem, o wellness contemporâneo começa a ser entendido como uma experiência profunda, capaz de impactar corpo, mente e emoções a partir da ativação dos sentidos.
Segundo Rodrigo Sangion,CEO da Les Cinq Gym, uma das academias mais luxuosas do Brasil, existe uma diferença clara entre cuidar do corpo de forma mecânica e, de fato, se sentir bem. “Durante muito tempo, o bem-estar foi tratado como uma lista de tarefas. Isso funciona, mas não acessa a camada mais profunda, que é como os sentidos influenciam diretamente nosso estado físico, mental e emocional”, afirma.
É nesse contexto que o wellness sensorial ganha força como uma evolução natural do cuidado com o corpo. A proposta é deixar de olhar para o bem-estar apenas como hábito e passar a enxergá-lo como experiência. Em um cenário marcado por excesso de estímulos, hiperconexão e falta de presença, experiências imersivas surgem como resposta a essa desconexão cotidiana. “Vivemos em um ritmo que rouba a nossa capacidade de perceber. As experiências sensoriais devolvem presença, e hoje presença é quase um luxo”, destaca Sangion.
Na concepção de espaços e vivências voltadas ao bem-estar, o ambiente passa a ter um papel central. Luz, temperatura, aromas e sons deixam de ser detalhes e se tornam parte ativa da experiência. “A experiência começa antes mesmo da prática. Quando o ambiente acolhe, algo muda internamente, e o cuidado deixa de ser obrigação para se tornar um encontro consigo mesmo”, explica o executivo. A mesma lógica se repete em práticas que combinam som, iluminação dinâmica, massagens, respiração e frequências, nas quais os sentidos funcionam como porta de entrada para um bem-estar mais profundo e menos racional.
Esse tipo de abordagem contribui para uma relação mais consciente e gentil com o próprio corpo. Ao estimular a sensibilidade e a conexão interna, as escolhas tendem a se tornar mais equilibradas, o descanso mais efetivo e a prática de atividades físicas mais presente e intencional. “Wellness sensorial não é sobre criar experiências complexas, mas sobre criar condições para que a pessoa volte para si”, reforça Sangion.
Nesse cenário, o cuidado deixa de ser algo imposto e passa a acontecer de forma natural, conduzido pelo ambiente e pela ativação dos sentidos. Para o especialista, esse é o caminho do wellness contemporâneo: menos foco em performance e metas, e mais atenção à experiência, à presença e ao sentir. Afinal, são os sentidos, e tudo o que eles despertam, que têm o potencial de transformar a forma como as pessoas cuidam de si mesmas.
Sobre Rodrigo Sangion:
Rodrigo Sangion é um case de empreendedorismo. Com onze anos de existência, sua academia, Les Cinq Gym, é um dos maiores cases do mercado fitness, consolidada como academia mais luxuosa e tecnológica do Brasil e avaliada como uma das melhores da América Latina, com reconhecimento da IHRSA (The International Health, Racquet & Sportsclub Association). Criada para trazer tendências, tecnologia de ponta e serviço de alto padrão, a academia se posiciona como marca de luxo. Além de um dos maiores empresários do mercado fitness de luxo do país, Sangion é também educador físico, conhecido por criar o “Método Sangion”, que foca em treinamento intenso dentro de um curto período, adotado por diversos artistas, influenciadores e empresários. Em 2023 fundou a Sangion Group, holding que detém novos negócios do empreendedor, como a Yon Health e a Sangion Class.
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ESTUDO APONTA CAMINHOS PARA O JORNALISMO NO BRASIL
A convite da jornalista Kátia Cubel, a organização internacional Repórteres Sem Fronteiras apresentou, em Brasília, o estudo “Futuros do Jornalismo – Cenários e Implicações para o Jornalismo Íntegro e de Confiança para os Próximos 10 Anos”. A iniciativa reuniu 35 jornalistas e profissionais de comunicação, de importantes organizações brasileiras, entre elas os veículos de comunicação Agência Senado, Blog do Eldo Gomes, Metrópoles, Correio Braziliense, Platô BR, Poder 360, , SBT, GPS, Nova Brasil, Jovem Pan, assessores de comunicação e instituições como Unesco, Sesi, OCB, Sistema Cofeci-Creci, Senac-DF e Ministério da Defesa, e as universidades UnB, IESB, UDF, Universidade Católica de Brasília e Uniceub. A apresentação foi feita pela jornalista Bia Barbosa, coordenadora da Repórteres Sem Fronteira, e especialista em direitos humanos, liberdade de expressão e regulação de plataformas digitais.
A metodologia adotada na pesquisa envolveu desde o estudo preliminar das condições atuais, elaboração de cenários futuros até a proposição de uma síntese de estratégias para impulsionar o Jornalismo no país. São elas:
– Tornar o método jornalístico transparente e amplamente conhecido;
– Enfrentamento à desinformação;
– Fortalecer redes de cooperação;
– Diversificar modelos de sustentabilidade financeira;
– Investir em educação midiática;
– Advocacy para fortalecimento do ambiente regulatório do Jornalismo.
“É necessário que o próprio segmento conheça e reconheça os gargalos para melhor enfrentar os desafios”, disse a anfitriã, Kátia Cubel. “Precisamos reverter o quadro atual e valorizar o Jornalismo íntegro e seus profissionais. O Jornalismo é uma ferramenta de fomento à cidadania, de desenvolvimento de pensamento crítico e de promoção de avanços na sociedade, além de combater a desinformação e registrar, a cada dia, a História viva”, complementou Kátia Cubel.
Ativista das causas do Jornalismo, da equidade de gênero e da cidadania, Kátia Cubel é a criadora do Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia, que já está na 22ª edição, do Prêmio Engenho Mulher e do Festival de Jornalismo para Estudantes – O Futuro do Jornalismo. O estudo apresentado em Brasília foi realizado pela Unicamp, com a chancela de um Comitê Consultivo formado por Abraji, Ajor, Artigo 19 Brasil e América do Sul, Fenaj, Instituto Valdimir Herzog e Momentun. Os recursos financeiros foram aportados pela Embaixada do Reino Unido no Brasil. A íntegra do estudo está disponível para download gratuito em https://rsf.org/sites/default/files/medias/file/2026/03/Futuros%20do%20jornalismo%20DIGITAL.pdf
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