Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

IgesDF mobiliza unidades com ações de prevenção e cuidado no Abril Verde

Publicado em

Programação inclui ginástica laboral, palestras e atividades educativas para reforçar a segurança e o bem-estar dos colaboradores

Com ações voltadas à prevenção de acidentes e ao cuidado com a saúde dos trabalhadores, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realiza, ao longo de abril, uma programação especial nas unidades da rede em referência ao Abril Verde. As atividades acontecem no Hospital de Base, no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e na unidade do PO 700.
A programação inclui ginástica laboral, palestras educativas e ações de engajamento, além de outras iniciativas distribuídas ao longo do mês.
O Abril Verde é um movimento nacional voltado à redução de acidentes e doenças ocupacionais por meio da promoção de uma cultura de prevenção. A campanha está ligada ao Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, celebrado em 28 de abril, data instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) após um acidente ocorrido em 1969, nos Estados Unidos, que resultou na morte de dezenas de trabalhadores.
Durante as atividades, serão reforçadas medidas que fazem parte da rotina nas unidades, como o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual e Coletivos (EPIs e EPCs), a identificação de riscos, o correto manuseio de materiais perfurantes e a atenção a comportamentos que podem comprometer a segurança, como pressa, distração, cansaço e uso do celular.
Organizadas pela Gerência de Saúde e Segurança no Trabalho (GESST), responsável pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), as ações integram a programação do Abril Verde nas unidades do Instituto.
A gerente de Saúde e Segurança do Trabalho do IgesDF, Uyara Mendes, destaca a importância das relações interpessoais no ambiente profissional. “Pessoas estão adoecendo pessoas, e estamos aqui para ajudar a mudar esse comportamento e mitigar riscos, tornando o ambiente de trabalho mais saudável”, afirma.
A chefe substituta do Núcleo de Segurança no Trabalho, Vitória Guimarães, reforça o conceito ampliado de saúde. “O bem-estar não é caracterizado apenas pela ausência de doença. Pelo contrário: é estar bem física e mentalmente”, ressalta.
Mais cuidado com quem cuida
Com foco na valorização e no bem-estar dos profissionais, o IgesDF também investe em iniciativas voltadas à qualidade de vida dos colaboradores. Entre elas, está a parceria com a AllCare e a Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda (Assefaz), por meio do programa Assefaz Social, que oferece serviços voltados ao cuidado dentro e fora do ambiente de trabalho.
Os colaboradores contam ainda com auxílio-saúde, que possibilita a adesão a plano com custo reduzido, conforme faixa etária e remuneração, além de telemedicina gratuita 24 horas, com atendimento em clínica geral e pediatria.
Durante o mês, equipes da AllCare e da Assefaz estarão presentes nas unidades para esclarecer dúvidas e orientar sobre os benefícios disponíveis.
CRÉDITOS:
Foto: Bruno Henrique/IgesDF
Matéria: Adriana Nasser
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Setembro Amarelo: suicídio entre jovens aumenta 6% no Brasil em 11 anos

Saúde

Apoio psicológico ajuda famílias a enfrentar momentos difíceis durante a internação

Published

on

No Hospital Regional de Santa Maria, profissionais oferecem escuta, orientação e acolhimento aos familiares, inclusive nos momentos delicados de despedida

Por

Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

Advertisement

Receber a notícia de que alguém da família está internado em estado grave pode mudar a rotina e abalar emocionalmente todos ao redor. Medo, angústia, insegurança e a dificuldade de lidar com a possibilidade da perda fazem parte de uma experiência delicada. Nesse cenário, o apoio psicológico ajuda familiares a compreender o que está acontecendo, lidar com as emoções e encontrar formas de enfrentar cada etapa do processo.

Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse cuidado começa ainda durante a internação. Os psicólogos acompanham pacientes e familiares, oferecendo suporte diante das incertezas do tratamento e, quando necessário, preparando os parentes para uma possível despedida.

O psicólogo da UTI do HRSM, Filipe Casati, explica que uma das primeiras iniciativas é preparar os familiares para o contato com o ambiente intensivo.

Advertisement
Leia Também:  Exames ajudam a diferenciar o resfriado de uma alergia respiratória

“Antes da visita ao leito, apresentamos o setor e explicamos a finalidade dos equipamentos utilizados no tratamento, como monitores de sinais vitais, aparelhos de ventilação mecânica e bombas de infusão, com o intuito de reduzir o impacto visual e sensorial”, explica.

Os profissionais também acompanham os familiares durante os boletins médicos, facilitando a comunicação com a equipe assistencial. O objetivo é ajudar a esclarecer dúvidas, compreender as informações técnicas e acolher as reações emocionais diante do quadro clínico.

Segundo Filipe, o agravamento do estado de saúde pode provocar diferentes reações emocionais, como choque, negação, culpa e sensação de desamparo.

Advertisement

“Utilizamos recursos terapêuticos e técnicas de manejo de crise, como a validação emocional, que consiste em reconhecer as emoções dos familiares e mostrar que suas reações são compreensíveis diante da situação”, destaca.

Quando o paciente não resiste, o acompanhamento não termina necessariamente com o falecimento. Na UTI do HRSM, a equipe mantém uma iniciativa de apoio às famílias enlutadas: o envio de cartas de condolências.

Após um período, os profissionais entram em contato com a rede de apoio do paciente para expressar solidariedade e reconhecer a presença dos entes queridos durante a internação.

Advertisement
Leia Também:  Uma em cada sete mulheres, aos 40 anos, já passou por aborto no Brasil

“São gestos que ajudam a reconhecer que aquelas pessoas não são esquecidas pela equipe”, conta Filipe.

Uma despedida que veio de longe

Entre as experiências que marcaram sua atuação na UTI, Filipe relembra a história de um paciente internado em estado muito grave. Diante da possibilidade de morte nas horas seguintes, a equipe entrou em contato com a única filha que morava em Brasília. Os demais parentes viviam na Bahia.

Advertisement

Durante uma videochamada, os familiares quiseram saber se haveria tempo para viajar até a capital federal e se despedir. Sem poder prever a evolução do quadro, os profissionais explicaram a situação com transparência. Mesmo diante da incerteza, cerca de 11 parentes decidiram enfrentar a viagem de carro.

Sensibilizada com a situação, a equipe organizou uma visita em horário excepcional para que todos pudessem encontrar o paciente ainda com vida.

“Conseguimos organizar a entrada de todos na UTI e foi possível que realizassem aquele último ritual de despedida”, recorda Filipe.

Advertisement

 

*Com informações do IgesDF

 

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA