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Curiosidades

A ciência influenciada pelo olhar de quem pesquisa

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Erica Lima fala sobre como reconhecer a subjetividade fortalece a pesquisa e a aproxima da realidade

O pesquisador, ao se lançar no campo da investigação científica, assume não apenas a função técnica de coletar dados, mas o papel ético e político de interpretar realidades humanas complexas. Esse entendimento, segundo a pesquisadora e empresária Erica Lima, rompe com a ideia de neutralidade absoluta e coloca em evidência a importância da reflexividade, a capacidade de reconhecer como as próprias experiências, valores e escolhas influenciam o processo de investigação.

Para Erica, a ciência não pode se afastar da realidade social, cultural e humana que a constitui. Ao contrário, é justamente a consciência desse envolvimento que garante mais consistência e legitimidade às pesquisas.

“Todo pesquisador traz consigo filtros pessoais, culturais e sociais. Reconhecer isso não fragiliza a pesquisa, ao contrário: fortalece. É o que garante mais transparência, rigor e conexão com as pessoas e contextos que estudamos”, afirma Erica Lima.

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Ela destaca que esse debate se torna ainda mais urgente em um cenário marcado por polarização política e pelo excesso de informações circulando nas redes sociais. Pesquisadores que investigam temas sensíveis, como percepções sociais ou conflitos culturais, lidam com dados atravessados por valores e ideologias. Nesse contexto, a imparcialidade deve ser entendida como prática ética e de honestidade intelectual, não como ausência de subjetividade.

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“A ciência não é apenas descrição: é também intervenção. O pesquisador não é um espelho neutro, mas um mediador consciente, que articula ciência, ética e humanidade”, conclui Erica.

Assim, reconhecer a subjetividade não significa abrir mão do rigor, mas ampliar o alcance social da ciência. Como reforça Erica, é nesse equilíbrio entre método, ética e empatia que se constrói uma produção científica mais sólida e próxima da realidade.

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Curiosidades

Agências do Trabalhador oferecem 1.179 vagas nesta quarta-feira (16)

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Há oportunidades disponíveis para profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. Os salários oferecidos chegam a até R$ 5 mil

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Carine Aguiar, da Agência Brasília   | Edição: Plácido Fernandes

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As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.179 vagas abertas nesta quarta-feira (16). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho.

Entre as opções, o maior salário é oferecido para marceneiro. São oito vagas no Recanto das Emas, com remuneração de R$ 5 mil, além de benefícios. Já o cargo com maior número de oportunidades é o de auxiliar de produção, que reúne 181 vagas em diferentes regiões do Distrito Federal. Os salários chegam a R$ 1,7 mil, além de benefícios.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

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Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.

 

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