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O que fazer quando seu parceiro vive comentando em fotos alheias?

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Nos tempos das redes sociais, interações virtuais podem gerar conflitos nos relacionamentos. Se seu parceiro constantemente comenta em fotos de outras pessoas, isso pode despertar desconforto, insegurança ou até mesmo suspeitas. Mas como lidar com essa situação sem criar brigas desnecessárias?

1. Entenda seus sentimentos

Antes de reagir, reflita sobre o que exatamente te incomoda. É o tipo de comentário? A frequência? O tom das interações? Identificar o motivo do incômodo ajuda a ter uma conversa mais objetiva e menos impulsiva.

2. Comunique-se com sinceridade

Evite acusações ou confrontos diretos. Em vez de dizer “Você está flertando com outras pessoas!”, tente algo como “Eu me sinto desconfortável quando vejo certos comentários seus em fotos alheias. Podemos conversar sobre isso?”. O diálogo aberto é essencial para resolver conflitos.

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3. Analise a intenção dos comentários

Nem todo comentário tem conotação maliciosa. Algumas pessoas são naturalmente expansivas nas redes sociais e interagem sem segundas intenções. Avalie se os comentários realmente ultrapassam um limite ou se é um comportamento habitual e inofensivo.

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4. Estabeleçam limites juntos

Cada casal tem regras diferentes sobre o que é aceitável ou não nas redes sociais. Se o comportamento do seu parceiro te incomoda, conversem sobre limites saudáveis que respeitem ambos. Definir juntos o que é apropriado evita futuras frustrações.

5. Evite fiscalizar excessivamente

Monitorar constantemente as interações do seu parceiro pode ser prejudicial para o relacionamento com Skokka. A confiança deve ser a base da relação. Se houver necessidade de verificar redes sociais o tempo todo, pode ser um sinal de insegurança ou falta de transparência no casal.

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6. Reflita sobre sua própria segurança emocional

Se a atitude do seu parceiro mexe muito com sua autoestima, pode ser interessante refletir sobre como você se sente dentro da relação. É importante que ambos se sintam valorizados e respeitados, sem necessidade de disputas ou comparações.

7. Identifique padrões preocupantes

Se os comentários forem excessivos, sugestivos ou direcionados a uma mesma pessoa com frequência, pode ser um sinal de desrespeito ou até traição emocional. Nesse caso, um diálogo mais profundo sobre a relação pode ser necessário.

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8. Busque equilíbrio nas redes sociais

Se as redes sociais estão sendo motivo constante de brigas, pode ser interessante reavaliar como elas impactam o relacionamento. Definir tempos de uso, evitar exageros e dar mais valor às interações offline pode fortalecer a conexão do casal.

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Conclusão

O comportamento do seu parceiro nas redes sociais não deve ser um problema se houver respeito e comunicação. O essencial é estabelecer limites que façam sentido para os dois e garantir que o relacionamento seja baseado na confiança e no entendimento mútuo. Se algo te incomoda, converse sobre isso de forma aberta e honesta, evitando suposições e conflitos desnecessários.

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Dengue: especialista alerta para cuidados essenciais dentro de casa

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Crédito: Reprodução internet

Com o avanço da doença no mundo, Brasil pode registrar até 1,8 milhão de casos em 2026

São Paulo, fevereiro de 2026 – De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, até o dia 5 de fevereiro, foram registrados mais de 4.640 casos de dengue e um óbito. Somente em 2025, foram confirmados 882.884 casos e 1.124 óbitos no território paulista, o que reforça o alerta para o avanço da doença na região.

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O cenário local acompanha uma tendência nacional. Um estudo divulgado pelo projeto internacional IMDC (InfoDengue-Mosqlimate Dengue Challenge), em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), estima que o país possa registrar 1,8 milhão de casos de dengue em 2026. Desse total, 54% das incidências devem se dar no Estado de São Paulo e 10% em Minas Gerais. A projeção indica uma leve alta em relação a 2025, quando houve 1,7 milhão de casos prováveis da doença, segundo o Ministério da Saúde.
No panorama global, a dengue também preocupa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 e 400 milhões de pessoas podem ser infectadas todos os anos. A dengue é uma das doenças transmitidas por mosquitos mais comuns no mundo e nos últimos anos tem avançado para novas regiões fora das áreas tropicais, incluindo partes da Europa e do Mediterrâneo Oriental.
Diante desse cenário, para Juliana Damieli, pesquisadora de desenvolvimento de produto e mercado Latam da BASF Soluções para a Agricultura, a expansão da doença está relacionada a uma combinação de fatores, como mudanças climáticas, aumento das temperaturas, chuvas intensas e fragilidade dos sistemas de saúde. “A maior parte dos criadouros do Aedes aegypti está no ambiente domiciliar. Por isso, inspeções frequentes e a eliminação de água acumulada são medidas decisivas”, afirma.
A especialista detalha que o mosquito passa por quatro fases de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. “Ovo, larva e pupa ocorrem exclusivamente em água. Já o adulto é o responsável por transmitir vírus como dengue, zika e chikungunya. Apenas as fêmeas se alimentam do sangue, pois precisam dele para desenvolver os ovos e depois depositá-los”. Por isso, o controle mais eficaz acontece antes da fase adulta.“Eliminar recipientes com água parada é a principal forma de interromper o ciclo e reduzir a transmissão”, reforça.
Juliana destaca que a transmissão também depende das condições ambientais. Temperaturas mais altas aceleram o desenvolvimento do mosquito; alta umidade favorece a sobrevivência das fêmeas; e períodos chuvosos aumentam a oferta de criadouros. “Além disso, os ovos do Aedes aegypti são resistentes à dessecação e podem permanecer viáveis por meses em ambiente seco, eclodindo quando voltam a ter contato com água. Isso ajuda a explicar a persistência do vetor mesmo fora dos períodos mais chuvosos”.
A proximidade do mosquito com o ambiente humano (domicílio e peridomicílio) também dificulta o controle baseado apenas em ações externas, já que há abrigo, acesso a hospedeiros e muitos criadouros artificiais. “Urbanização desordenada e manejo inadequado de resíduos aumentam o risco ao criar microambientes favoráveis ao mosquito”, acrescenta.
Entre os pontos que costumam passar despercebidos dentro de casa, a especialista chama atenção para ralos pouco utilizados, comuns em banheiros externos, lavanderias e áreas de serviço. “A água retida na caixa sifonada pode favorecer o desenvolvimento de larvas. Como medida prática, a aplicação semanal de sal nesses ralos ajuda a reduzir a sobrevivência das larvas e interromper o ciclo do inseto”, orienta.
Ela também ressalta que plantas como bromélias e bambus podem acumular água, mas tendem a ter menor relevância epidemiológica do que criadouros artificiais. Já plantas aromáticas, como citronela, manjericão e lavanda, podem contribuir como repelentes naturais em ambientes internos e pouco ventilados, mas não eliminam o mosquito nem substituem as medidas de controle.
Cuidados práticos em casa
Juliana esclarece que pequenas atitudes no dia a dia fazem diferença na prevenção da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre as principais recomendações estão:

  • Eliminar qualquer acúmulo de água em recipientes, mesmo pequenos;
  • Manter caixas d’água, tonéis e reservatórios totalmente vedados;
  • Lavar com água e sabão bebedouros de animais, bandejas de refrigeradores e ralos pouco utilizados;
  • Aplicar semanalmente sal nos ralos pouco utilizados;
  • Manter calhas limpas e desobstruídas;
  • Armazenar garrafas vazias com a abertura voltada para baixo;
  • Descartar corretamente materiais que possam acumular água;
  • Manter áreas externas livres de resíduos e objetos sem função;
  • Preencher pratos de plantas com areia até a borda;
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E faz o alerta para o risco de resistência do mosquito aos inseticidas, especialmente quando há uso repetido dos mesmos produtos. Segundo ela, o mosquito pode desenvolver resistência rapidamente aos métodos tradicionais de controle quando exposto continuamente aos mesmos princípios ativos.
“O combate à dengue precisa combinar manejo ambiental, educação da população, vigilância entomológica e melhorias estruturais. A soma dessas ações reduz de forma mais sustentável a densidade do vetor e ajuda a prevenir surtos”, finaliza a pesquisadora da BASF Soluções para a Agricultura.
Vacinação contra a dengue
Como estratégia complementar de prevenção, a vacinação também surge como uma ferramenta importante para reduzir o impacto da doença. Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina é a primeira do mundo aplicada em dose única e que induz proteção contra os quatro sorotipos da dengue.
O imunizante, a Butantan-DV, foi aprovado pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos. Os estudos apontaram eficácia de quase 75% contra casos gerais da doença, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.
A imunização abrangerá nesse primeiro momento as equipes multiprofissionais de unidades básicas de saúde, incluindo agentes comunitários, enfermeiros, médicos e demais profissionais cadastrados.
BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.

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Sobre BASF Soluções para Agricultura

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Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos saudáveis e acessíveis suficientes para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as nossas decisões de negócio. Com €919 milhões em 2024, investimos em uma sólida estrutura de P&D, combinando ideias inovadoras com ações práticas no campo. Nossas soluções são desenvolvidas para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Com equipes especializadas nos laboratórios, campo, escritório e produção, nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construir um futuro sustentável na agricultura. Em 2024 nossa área gerou vendas de €9.8 bilhões. Para mais informações, por favor visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais.

 

Sobre a BASF

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Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões de euros em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com.

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