Diversas
Réveillon 2026: Chapada dos Veadeiros desponta como destino para quem busca natureza e energia na virada do ano
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Foto: Everaldo Vilela
Cidades da região oferecem opções acessíveis, diversidade de atrativos naturais e experiências de bem-estar para todos os perfis de viajantes
Alto Paraíso de Goiás, São João d’Aliança, Colinas do Sul, Cavalcante e Teresina de Goiás estão entre os destinos mais procurados para o Réveillon 2026, especialmente por viajantes do Centro-Oeste que desejam celebrar a chegada do ano novo em meio a paisagens naturais exuberantes e experiências de bem-estar. Esse movimento reflete o crescente interesse dos brasileiros pela Chapada dos Veadeiros, que figura entre os dez destinos mais desejados do país segundo pesquisa do Ministério do Turismo. Com opções para todos os bolsos, desde hospedagens simples até pousadas sofisticadas, além de trilhas e atrativos acessíveis a diferentes perfis de viajantes, a região se consolida como um destino democrático e acolhedor para a virada do ano.
Primeira parada: São João d’Aliança e suas grandes quedas d’água
São João d’Aliança, porta de entrada da Chapada dos Veadeiros para quem sai de Brasília, também tem atraído visitantes no período de Réveillon. O município abriga a Cachoeira do Label, a maior queda d’água de Goiás, com 187 metros de altura e um cenário impressionante. Nesta época do ano, suas águas ganham ainda mais vida, formando uma queda maravilhosa e poços lindos e ideais para quem gosta de trilhas, banho de rio e natureza intensa. Outro destaque é a Cachoeira do Cantinho, de fácil acesso e águas cristalinas. Com mirantes naturais e trilhas leves, a cidade se tornou uma parada estratégica para quem busca iniciar a imersão na Chapada em meio a paisagens preservadas.
Atrativos místicos, terapias e cachoeiras icônicas em Alto Paraíso
Alto Paraíso de Goiás, porta de entrada para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, reúne algumas das atrações mais emblemáticas da região. Entre os principais destaques estão a Catarata dos Couros, o Mirante da Janela com a linda cachoeira do Abismo que se forma apenas nessa época do ano, a cachoeira do Cordovil, além de dezenas de cachoeiras de águas cristalinas que convidam ao banho, à contemplação e às trilhas que levam a mirantes com vistas impressionantes do cerrado. Além dos atrativos naturais, o município também é conhecido por oferecer diversas terapias integrativas, práticas de meditação, vivências holísticas e espaços voltados ao bem-estar, o que atrai visitantes em busca de conexão, equilíbrio e renovação energética durante a virada do ano.
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Cavalcante, Colinas do Sul e Teresina de Goiás: experiência profunda no Cerrado
Em Cavalcante, o visitante encontra um ambiente mais rústico e preservado. O município abriga paisagens consideradas entre as mais intocadas da Chapada, com quedas d’água como a famosa Cachoeira Santa Bárbara, conhecida por suas águas de tom azul-turquesa, além das cachoeiras Candaru e Cachoeira Vale das Araras, que traz uma trilha incrível que permite um banho de floresta. Trilhas atravessam vales profundos e formações rochosas monumentais, oferecendo cenários únicos para fotografia, aventura e turismo de natureza. É um destino indicado para quem busca autenticidade, contato direto com o cerrado e experiências longe dos grandes fluxos de visitantes.
Colinas do Sul se destaca pela tranquilidade e pelas opções ligadas à água doce. Banhado pelo vasto Lago de Serra da Mesa, o município oferece pequenas praias naturais, como a Praia das Pedras, perfeitas para descanso, atividades náuticas e momentos de desconexão. Reservas ecológicas e áreas de preservação completam o cenário.
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Teresina de Goiás, uma das cidades mais jovens a ganhar força no roteiro turístico da Chapada, oferece experiências voltadas ao sossego e à simplicidade. Entre seus principais atrativos estão a Fazenda Touro Bravo, que tem camping e acesso a cachoeiras mais tranquilas longe de grande público, o Poço Encantado, a Cachoeira da Força e trilhas curtas que levam a poços e quedas d’água ideais para quem busca um Réveillon de contemplação e imersão na natureza.
Com acesso facilitado a partir de Brasília e Goiânia, a Chapada dos Veadeiros fica a cerca de 170 quilômetros da capital federal e aproximadamente 370 quilômetros da capital goiana. As estradas em boas condições contribuem para a procura crescente da região, que se consolida como um dos destinos mais desejados para o Réveillon 2026, uma escolha que combina trilhas, banhos de água fresca e a energia única do cerrado brasileiro.
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Diversas
FGC e a crise de notas: a responsabilidade sob exame
Com os sobressaltos que ocorrem a cada dia nos inusitados caminhos do banco e da banca (rumos do sistema bancário), causa espanto constatar, segundo informações de autorizado especialista do setor, que certa agência classificadora de risco deu nota A para o banco liquidado e desliquidável (sem salvação).
Aliás, o mesmo especialista indicou como funcionam as coisas. São solicitadas as avaliações às abalizadas agências, de reconhecida idoneidade, e se divulgam tão somente as melhores ou, até mesmo, só a melhor nota. As más avaliações são guardadas no sexto arquivo.
É bem possível que, se algum dos órgãos investigadores fosse atrás de saber o que motivou a nota A, sairia correndo para comprar títulos podres remasterizados, para guardar como relíquia dessa época atípica.
A chancela oficial, concedida sob o manto de uma tecnicidade questionável, mascara o risco real que corrói o patrimônio de terceiros. Esse descompasso entre a classificação e a realidade operacional denota uma fragilidade alarmante nos mecanismos de controle vigentes.
Diante de tal cenário, a confiança, que deveria ser o pilar mestre do sistema financeiro, transforma-se em mercadoria volátil e de procedência duvidosa. O investidor, desamparado por laudos de conveniência, torna-se a peça vulnerável em um tabuleiro de interesses opacos.
Um respeitável e sóbrio economista não teve dúvida em asseverar que, no caso presente — o do banco nota A —, “tem muita gente que quer assar uma pizza do tamanho do Maracanã”.
Sei que, para a maior parte dos leitores, inclusive para mim, a pizza é quase um bem de consumo direto carregado de unanimidade. Pode-se dizer, parafraseando o sambista, que quem não gosta de pizza bom sujeito não é.
Entretanto, o odor insuportável dos ingredientes estragados torna esse tão apreciado alimento algo repugnante.
O odor que perpassa essa preparação da imensa pizza deixa, em seu rastro, a podridão dos consignados que, já exalando mau cheiro de outros locais, avançam pela pimenta vermelha estragada das invasões de competência — onde todos querem aparecer, sempre em cumprimento daquela missão que Chacrinha ironicamente se atribuía: “Eu vim para confundir, não para explicar”.
Nessa linguagem cifrada, que pouco ou nada significa para nós, os leigos, aparece uma tábua de salvação que, talvez, tenha de salvar a si mesma. É o Fundo Garantidor de Créditos. Este fez sua parte, emitindo nada menos que trinta e oito alertas sobre os ingredientes estragados que poderiam matar quem ingerisse a deformada pizza.
Agora, os custos serão repartidos entre todos.
Até os beneficiários de fundos de pensão — que confiaram no zelo de aplicações destinadas a um futuro menos aflitivo — serão forçados a engolir um naco de pizza podre.
Ainda bem que foi vetada a compra do Banco nota A por um banco público, cujos avaliadores internos deveriam estar comprando gato por lebre; ou seja, recebendo, em suas sofisticadas due diligences, apenas os laudos enviesados de agenciadores que torciam pelo sucesso da transação. Essa foi a pizza que desandou antes de ir para o forno.
A crise mundial — na qual o Brasil se encontra perfeitamente inserido — revela que a capacidade de previsão tem falhado em quase tudo.
Agora já se chegou ao ponto de um órgão do poder público projetar a organização de um dos maiores eventos de certa cidade mediante a previsão de um falecido cacique, de que não haveria chuva naquele dia.
O sistema, envolto em fumaça de conveniência, prefere ignorar o óbvio em favor de uma estabilidade de fachada. Enquanto os ingredientes da má gestão apodrecem à vista de todos, as notas oficiais seguem perfumando o que já não tem mais salvação.
Essa cegueira deliberada, que ignora alertas técnicos para servir fatias de prejuízo ao público, é o sintoma de uma ética em colapso. No banquete dos conchavos, o custo da indigestão recai sempre sobre o cidadão que acreditou na higidez do cardápio.
Caminhemos, pois, para um ponto final de previsões. Chega de invasão de competências, preparatórias de montagem de pizzarias falidas, vendedoras de ilusões.
Wagner Balera é Professor Titular de Direitos Humanos da PUC-SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister.
Informações para a imprensa e entrevistas: Gabriela Romão – RV Comunicação(11)97530-0029
Fotos – Divulgação
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