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”Faço a linha coroa bonita”, brinca Marisa Orth durante podcast

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A atriz de 59 anos relembra a personagem Magda e outros momentos importantes da carreira no podcast “Desculpa alguma coisa”

Marisa Orth, a eterna Magda do programa de comédia inesquecível “Sai de baixo”, conta que não se incomoda de sempre ser lembrada pela personagem por onde passa. O tempo realmente voa e já se passaram 20 anos do fim do programa que popularizou o bordão “Cala a boca, Magda”. E, sem dúvidas, essa foi a personagem mais marcante de toda a carreira da atriz de 59 anos.

Marisa Orth dá show de carisma e irreverência em podcast. (crédito da foto: reprodução)

Marisa afirma que tem orgulho de sua mais famosa personagem porque, além do reconhecimento popular, ela deu a Marisa muita autoestima, sendo vista na época até como símbolo sexual.

“Nunca imaginei. Fico tão feliz com isso. Foi outra grande surpresa. Fui criada para ser uma intelectual. Virei popular, burra e gostosa. Tenho orgulho, adorei. Mas não tenho saudade, porque é isso, foi um brinde. A Magda que era o símbolo sexual”, dizsse a atriz em entrevista ao podcast “Desculpa alguma coisa”.

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Marisa Orth e Miguel Falabela durante o humorístico “Sai de baixo”. (crédito da foto: reprodução)

Ainda na entrevista para a anfitriã Tati Bernardi, Marisa confessou: “No começo me irritava porque tinha medo de nunca mais poder fazer outra coisa, o barato de ser atriz é poder fazer vários personagens. Mas hoje amo a Magda… Era tudo o que eu sempre quis. É muito complicado fazer sucesso. Saíram coisas horríveis, como ‘Marisa vendeu a alma ao diabo’. Tenho um enorme prazer de ter me tornado uma artista popular”.

Fonte: Jornal de Brasilia

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No Carnaval, prevenção também faz parte da festa

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Orientações ajudam a evitar desidratação, intoxicação alimentar e infecções sexualmente transmissíveis durante a folia
Por Adriana Nasser
Carnaval é tempo de alegria, bloquinhos e muita gente nas ruas, mas também é um período em que aumentam os casos de mal-estar causados por desidratação e intoxicação alimentar. O calor intenso, o consumo de bebidas alcoólicas e a alimentação improvisada ao longo do dia formam uma combinação que pode transformar a festa em caso de emergência.
Com exposição prolongada ao sol, esforço físico e longas horas em pé, o corpo perde líquidos mais rapidamente e fica mais vulnerável. Os cuidados valem para todos, mas devem ser ainda maiores no caso de crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.
A chefe do Serviço de Nutrição do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Ana Cecília Nunes, orienta que o folião encare a festa como uma atividade que exige preparo e atenção à saúde.
“O calor intenso e o esforço físico elevam a temperatura corporal, tornando o organismo mais suscetível à desidratação. Por isso, beber água regularmente é indispensável para evitar complicações”, alerta.
Manter a hidratação ao longo do dia é essencial para evitar sintomas como tontura, dor de cabeça e até desmaios. A recomendação é priorizar sempre a água, podendo intercalar com água de coco ou sucos naturais, que auxiliam na reposição de minerais perdidos pelo suor.
Para quem optar por consumir bebidas alcoólicas, vale uma regra simples: beber um copo de água entre um drink e outro. Isso porque o álcool contribui para a desidratação e pode mascarar sinais de cansaço extremo, aumentando o risco de mal-estar.
Os principais sintomas de desidratação incluem sede intensa, boca seca, urina escura, tontura e fraqueza. Já a intoxicação alimentar pode causar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e febre. Em casos de agravamento, especialmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, a orientação é procurar uma unidade de saúde.
Atenção à comida de rua
Sair de casa sem se alimentar e passar horas pulando nos bloquinhos pode causar mal-estar, fraqueza e indisposição. Antes de iniciar a programação, o ideal é fazer uma refeição equilibrada, com carboidratos, proteínas e gorduras boas, garantindo saciedade e mais disposição durante o dia.
Durante a folia, o mais indicado é consumir frutas e manter a ingestão de líquidos. Lanches leves e de fácil digestão ajudam a repor energia sem sobrecarregar o organismo.
No Carnaval, cresce o consumo de alimentos vendidos por ambulantes. Mesmo petiscos simples podem causar intoxicação alimentar se não estiverem armazenados ou preparados corretamente.
Para reduzir os riscos, é importante observar as condições de higiene do local e como o alimento está sendo produzido. Priorize vendedores de confiança e evite alimentos que estragam facilmente, como os preparados com maionese, molhos e produtos que precisam de refrigeração constante.
Outro cuidado importante é observar se o vendedor utiliza utensílios adequados, mantém os alimentos protegidos do sol e manuseia dinheiro separado da comida.
Prevenção também faz parte da festa
Além dos cuidados com alimentação e hidratação, especialistas reforçam a importância da prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O uso de preservativo deve ser indispensável, principalmente em períodos festivos, quando aumentam os encontros casuais.
O médico infectologista do Hospital de Base, Tazio Vannim, destaca que, além da hidratação constante e alimentação adequada, é importante ter preservativos sempre à mão.
“Não adianta se cuidar por um lado e desproteger de outro. Com cuidados redobrados, é possível curtir a folia com segurança e garantir que as lembranças do Carnaval sejam apenas de alegria”, alerta.
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