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Epreendedorismo

Se eu gosto do Bolsa Família, eu sou PT. Se eu sou a favor da privatização, eu sou de direita. Já acostumei com os memes”, diz Luiza Trajano

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Nesta sexta-feira, 8, Luiza Trajano chegou para participar do Desert Women Summit, evento de lideranças brasileiras em Marrocos. Durante uma das palestras sobre políticas públicas, a empresária pediu licença e falou sobre como a polarização e a opinião partidária afasta o brasileiro da política do País.

“Não sou candidata, não me filiei a nenhum partido, eu sou política. Quando eu gosto do Bolsa Família, eu sou PT. Quando eu sou a favor da privatização, eu sou de direita. Já me acostumei com os memes, às vezes me machuca… Mas o importante é ter propósito. As políticas públicas não são politicagem, não é ser a favor de um ou de outro, é acompanhar Congresso, deputados, vereadores da nossa cidade”, ensina a empresária.

Luiza aproveitou para comentar que desde pequena seu ideal sempre foi transformar o País, e que se espelha nos Estados Unidos em relação a essa temática. “É assim que os Estados Unidos funcionam, foi através das políticas públicas e da interferência da sociedade civil. Lógico que a gente quer priorizar a causa negra, a gente quer diversidade, mas principalmente queremos acreditar que podemos!”, afirma.

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O painel que estava ocorrendo era com a deputada Iza Arruda (MDB-PE), a secretária de Turismo de Minas Gerais, Milena Pedrosa, a CMO da General Motors, Christianne Rego, e a consultora jurídica, especialista em Direito Público, Priscilla Gama.

Educação é a base de tudo 

Durante sua fala, a empresária comentou sobre não aguentar mais ouvir que a ‘educação é a base de tudo’.

“Eu não aguento mais entrar em reunião ou em grupo de WhatsApp que as pessoas estejam falando que a educação é a base de tudo. Vocês escutam isso o tempo todo também? (perguntou às mulheres do evento). Temos que fazer algo! Esse diagnóstico nós já temos, agora qual é a ação?!”, finaliza.

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O Desert Women Summit é um evento de lideranças femininas que está em sua quinta edição agora em 2023. Dessa vez, voltado para as mulheres do Brasil. O projeto está ocorrendo agora entre os dias 6 e 11 de setembro, unindo o turismo marroquino a um roteiro de palestras com as mais diversas lideranças femininas. Acompanhe mais pela IstoÉ Mulher e pelo Instagram do projeto.

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Fonte: IstoÉ

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Epreendedorismo

Projeto destina R$ 200 mil ao empreendedorismo feminino

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O Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte publicou, na última semana, o edital de seleção de propostas do Projeto Nacional Juntas por Elas. A iniciativa busca apoiar o desenvolvimento de projetos voltados ao empreendedorismo feminino, especialmente entre mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica ou territorial.

A seleção vai escolher até cinco iniciativas apresentadas pelas Juntas Comerciais, contemplando uma proposta de cada macrorregião do Brasil. Cada projeto selecionado receberá R$ 200 mil em recursos federais para a execução das ações, que deverão ser realizadas em um período de até 12 meses.

Público prioritário

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O projeto tem como foco mulheres em situação de vulnerabilidade, com prioridade para vítimas de violência doméstica ou familiar. O edital também estabelece atenção especial a casos em que essas condições são agravadas por fatores como raça ou cor, deficiência, baixa renda, maternidade solo, responsabilidades de cuidado, ruralidade e localização periférica.

A proposta do programa é ampliar a autonomia econômica dessas mulheres, contribuir para sua permanência no mercado de trabalho e apoiar o crescimento de seus empreendimentos.

Leia Também:  Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC. “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área. O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação. “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.

Ações previstas

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Entre as atividades que poderão ser desenvolvidas pelos projetos estão o diagnóstico da realidade local do empreendedorismo feminino e ações de orientação para a formalização de negócios. Também estão previstas iniciativas de educação empreendedora, articulação para facilitar o acesso a crédito e mercados, estímulo à inovação e desenvolvimento de lideranças.

As propostas poderão ainda estabelecer articulação com políticas públicas estaduais, distritais ou municipais direcionadas às mulheres, entre outras medidas detalhadas no edital.

Seleção

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Podem participar do processo as 27 Juntas Comerciais dos estados e do Distrito Federal. Ao final da seleção, serão escolhidas até cinco propostas, sendo uma representante de cada uma das cinco macrorregiões brasileiras.

O edital está disponível no Transfere.gov.br e também no endereço indicado pelo Ministério do Empreendedorismo. As propostas podem ser enviadas até 19 de outubro de 2026.

A divulgação dos resultados parciais está prevista para 27 de outubro, enquanto o resultado definitivo deverá ser publicado em 18 de novembro.

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Da redação

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Fonte: Governo Federal

imagemdailha.com.br

O Projeto Nacional Juntas por Elas abriu seleção de propostas para fortalecer o empreendedorismo feminino entre mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica ou territorial. (Foto: Freepik)

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