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Epreendedorismo

Marrocos é palco do ‘Desert Women Summit’, que conta com presença de lideranças brasileiras

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Pegue seu chá de hortelã, o Marrocos está prestes a mudar seu dia!

Na última quinta-feira, 7, quatro horas a mais do que no Brasil, o evento Desert Women Summit começou reunindo grandes lideranças brasileiras no hotel Kasbah Xaluca, em Arfoud, no Marrocos. Com lágrimas de felicidade e realização, Janaína Araújo, responsável pela organização do projeto para o público brasileiro, fez a abertura do evento, agradecendo e convidando as primeiras palestrantes a subir ao palco da sala de convenções. Uma grande sala decorada com ornamentos dourados, tecidos e tapetes típicos da cultura marroquina.

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Anália Belisa Ribeiro, idealizadora da editoria IstoÉ Mulher, foi a primeira a falar, trazendo um panorama sobre um dos crimes mais rentáveis do Brasil, o tráfico humano, e com foco em mulheres. Um verdadeiro convite para que todas possam refletir sobre a construção de uma sociedade mais igualitária enquanto gêneros.

 Quais os destaques deste primeiro dia? 

  • Mediação com Luciana Vendramini

A atriz também é representante da editoria IstoÉ Mulher, e foi convidada pelo Desert Women Summit a ser a mediadora do evento. E como uma boa mediadora, Luciana complementou as palestras comentando sobre suas experiências no mercado de trabalho e empreendedorismo com o estúdio de criação audiovisual e publicitário Axon Content.

  • Lançamento portal IstoÉ Mulher com Anália Belisa Ribeiro  

“Começamos um diálogo sobre as possibilidades de projetos e durante essas pesquisas com grupos de mulheres e institutos, vimos que o nosso trabalho deveria ser feito em prol da igualdade de gênero, baseado sobretudo nas estatísticas de feminicídio que continuam altas, atingindo as mulheres em nosso país”, disse a idealizadora do projeto IstoÉ Mulher.

A editoria nasce para gerar visibilidade para temas considerados invisibilizados, como por exemplo tráfico de mulheres no Brasil e no mundo. O assunto é tema de pesquisa de Anália, também colunista da revista. “Nós temos que dar visibilidade aos temas importantes para essas mulheres, temos uma missão a seguir, a desenvolver e a praticar em termo de solidariedade ativa”, explica a palestrante sobre o nascimento da editoria IstoÉ Mulher.

Anália nos ensina que a escuta é importante, pró-ativa e acolhedora no processo de superação e  finaliza inspirando a próxima palestrante: “Tenho esperança de que um dia minha netinha, Olivia, (…) possa dizer para o mundo e contar para todos a historia que eu lhe contei, onde mulheres podem mudam o mundo, mulheres fazem a diferença, mulheres nos dão e dão a todos mais fé na vida.”

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  • De onde vem o empoderamento feminino, com Dirce Katayama
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A abertura de Dirce Takayama, fundadora do Núcleo Ser acendeu em todos a força de reivindicação de lugar de fala. Explicando também trechos da psicanálise, como os arquétipos dos pássaros engaiolados.

“Só com 53 anos que eu percebi que estava no estereótipo de estrutura mental rígida, onde me via presa na cultura da minha família, na cultura japonesa. Essas gaiolas nos impedem de estarmos na plenitude de nosso ser. É preciso olhar para nós e ver o que nos prende…”, complementa.

A palestra de Dirce ressalta o autoconhecimento e sobre como emergir do nosso próprio eu, abrindo mão das autojustificativas e empoderando-se.

  • Acesso a recursos e o apoio no desenvolvimento de projetos, com Taty Luncah

A palestra começa com um pouco sobre o início de sua carreira nas vendas aos 11 anos, e como era sua infância com os pais, a mãe não podia trabalhar e sempre a incentivou que começasse cedo para que não dependesse de ninguém.

“Existe uma Taty antes e depois do autoconhecimento com mentoria, e foi aí que conheci o grupo Mulheres do Brasil, a Luiza Helena é muito inspiradora, minha mentora, ela ensina pelo exemplo, não fala muito mas quando fala, ela é cirúrgica”, comenta Taty sobre o quão importante é as mentoras em sua escola de empreendedorismo feminino atuante no Brasil.

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Taty ainda explica um pouco sobre a corrente do bem e os pilares para empreender com sucesso: saúde, fé, família e negócios.

Com 22 anos de experiência, ela é CEO do Grupo Projeto Figital e da EBEM, ganhadora do prêmio “Mulheres Influentes da Década no Live Marketing” em 2016, líder no Grupo Mulheres do Brasil e co-autora de obras premiadas que influenciam o cenário empresarial e feminino no Brasil.

  • Ancestralidade e acesso, com Nina Silva

“Enquanto mulher preta nascida na maior periferia da América Latina, o Jardim Catarina lá em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, costumo dizer que quando eu olho pra esse Oceano Atlântico que nós atravessamos pra chegar aqui, eu vejo um oceano feito de corpos negros. Principalmente dos 10 milhões que chegaram sequestrados entre mulheres e homens, nós sabemos que se há o número de 10 milhões, com certeza foi três vezes maior…”, contextualiza Nina Silva, antes de iniciar sua fala.

Nina trouxe para as palestras a ancestralidade de estar na África e de poder representar em meio ao painel o quanto se faz necessário o conhecimento socioeconômico do Brasil antes de falar de empreendedorismo.

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Empresária multifacetada e co-fundadora do Movimento Black Money, reconhecida globalmente por sua influência como personalidade afrodescendente. Membro honorário da Academia de Letras de Araçariguama (ACLA).

“Não enxergo esse conceito de energia masculina… Estamos trabalhando para a inclusão de pessoas não-binárias, de corpos de pessoas trans e eu acho que nossa fala aqui é para romper essas crenças que muitas das vezes limitam nossa capacidade de agir”, discursa.

  • #tudoresultadeumtodo com Lilian Leandro
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Lilian subiu ao palco refletindo sobre o Dia da Independência do Brasil, “Nós mulheres estamos buscando nossa independência, foi muito oportuno ser hoje ser o primeiro dia de palestras, onde falamos de empreendedorismo. E eu acho que é importante nós termos essa consciência de que o evento está começando no dia 7 de setembro.”

Com vasta experiência em Tecnologia e Governança, ela migrou do Itaú Unibanco para o Terceiro Setor, co-fundou o Instituto Planejamento Familiar e liderou o movimento Unidos Pela Vacina. Atualmente, ela é diretora do Grupo Mulheres do Brasil, capacitando líderes. Além disso, realiza seu grande propósito: desenvolver mulheres para liderarem suas unidades gerando impacto social positivo em si mesmas e no seu entorno.

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“Trazendo um pouco de um exemplo da minha vivência nesse processo de transformação eu criei essa hashtag: #tudoresultadeumtodo. Visto que a transformação em si é cíclica, tudo é cíclico. A gente vê a rotação da terra, e a nossa evolução, todas as etapas tem sua beleza, cada fase da sua jornada tem a sua beleza. A gente precisa valorizar nossos processos, pois isso nos dá força para continuar e ver a beleza no caminho.”

  • O estereótipo precisa ser quebrado Gabi Lopes

Dona de inúmeros CNPJs, Gabi Lopes contou um pouco do começo de sua carreira, uma menina que saiu da zona oeste para ir às telas como atriz e apesar das inúmeras chances de não conseguir, insistiu em continuar mantendo aquilo que acreditava, o que ensina muito a todas que ainda tem sonhos, e por muitos motivos da sociedade vão deixando de lado para atuar onde por vezes é mais aceito ou recomendado.

“A multipotencialidade é intrínseca a mulher, a gente é mãe, a gente limpa a casa, a gente se dedica para o marido. A gente faz tudo porque a gente consegue, e eu fico extremamente incomodada quando as pessoas me perguntam se ainda atuo já que agora escrevi um livro, ou se vou atuar, se já fechei minhas empresas…”, complementa.

Gabi diz também que muita gente subestima seus talentos, colocando-a em caixas por ser branca, loira, com cara de bem nascida. “A cara de rica é só a cara, hoje eu trabalhei, ganhei meu dinheiro. É difícil pra gente acreditar, o que faz com que a gente chegue onde queremos? É saber onde você quer chegar primeiro de tudo, depois é acreditar em você mesma. E eu confesso que até os 26, 27 anos eu era uma farsa, porque eu não acreditava em mim, porque fizeram de tudo pra que eu não acreditasse”.

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A atriz, modelo, apresentadora, escritora e empresária brasileira iniciou sua carreira aos 8 anos, fundou empresas aos 18, incluindo produtora, agência e loja de cursos. Também se associou à startup Lady Driver, e lançou o livro “Antes Feito Do Que Perfeito”, em 2022.

Para assistir as palestras na íntegra fique de olho no YouTube da IstoÉ.

Fonte: IstoÉ

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Epreendedorismo

Jovens, estratégicos e donos do próprio negócio: a nova cara do franchising é da Geração Z

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Estudos apontam que cerca de 28,5% dos donos de negócio, no Brasil têm entre 18 e 34 anos
Eles cresceram em um mundo hiperconectado, acostumados à velocidade da informação, à lógica do digital e a uma relação mais pragmática com trabalho, carreira e propósito. Agora, a Geração Z – formada por aqueles nascidos entre os anos de 1995 e 2010 (alguns dizem que, na verdade, a faixa compreende os anos de 1997 e 2012) – começa a ocupar um novo espaço no ambiente empresarial brasileiro: o de protagonista do próprio negócio.

E não se tratam de casos isolados. Dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) – que monitora o empreendedorismo mundial – mostram que 28,5% dos donos de negócios brasileiros têm entre 18 e 34 anos. Além disso, 38,6% dessa geração afirmam que a busca por construir patrimônio e fazer a diferença no mundo são alguns dos principais motivadores para quem deseja começar uma empresa.

 

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E o franchising, ao oferecer método, suporte, força de marca, previsibilidade, modelos estruturados, escaláveis e com menor margem de risco tem se mostrado uma boa alternativa para quem deseja ingressar no universo do empreendedorismo, sobretudo com relativa pouca idade. Abaixo, confira alguns cases que retratam esse movimento na prática. Mais do que histórias individuais, esses exemplos revelam uma mudança estrutural no perfil do franqueado brasileiro e apontam para um novo ciclo do setor: aquele em que juventude, método e ambição caminham juntos na construção de negócios sustentáveis.

 

Empreendedor nato

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Aos 24 anos, Vinícius Omoto Nakanishi é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu investir no próprio negócio e inovar dentro de uma marca já consolidada. Filho de empreendedores que comandam há mais de três décadas uma unidade Máster da Água Doce Sabores do Brasil, em Maringá (PR), ele cresceu acompanhando de perto a rotina do franchising e optou por dar um passo próprio ao assumir a primeira operação da rede no formato delivery. Com formação em Administração e pós-graduação em Gestão Estratégica em Negócios Gastronômicos, Vinícius está à frente da nova unidade, inaugurada em setembro de 2025, que aposta em um modelo focado exclusivamente em delivery e take away.

 

A escolha por Maringá, cidade reconhecida pela força econômica e pelo perfil consumidor dinâmico, reforça a estratégia do jovem empreendedor de alinhar tradição e inovação para atender à demanda por conveniência, sem renunciar à qualidade e à identidade da culinária brasileira da marca. Para o futuro, Vinícius planeja consolidar a operação como referência regional e avalia novas frentes de crescimento, como expansão para outras cidades, investimentos em centros de distribuição e até o desenvolvimento de produtos para o varejo, mostrando como a nova geração de franqueados tem papel ativo na evolução dos modelos de negócio.

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Quando a inquietação encontra a vontade de empreender

Vitória Vilela Novaes, de 24 anos, seguiu os passos da mãe, Maria Angélica Fortaleza Vilela Novaes, e decidiu empreender.  Atualmente, ela está à frente de duas unidades da Calçados Bibi localizadas na capital goiana: a do Flamboyant Shopping, inaugurada em 2009, e a do Goiânia Shopping, aberta em 2010. As lojas foram implantadas por seus pais, que conheceram a marca ainda no início de sua operação via franchising, em 2008, figurando entre os primeiros franqueados da rede. Após uma experiência no Canadá, Vitória optou por retornar ao Brasil e assumir a gestão dos negócios da família, motivada pela afinidade com a área comercial, vendas e gestão. Com perfil inquieto e espírito empreendedor, uniu o legado construído pelos pais à sua própria visão de mercado.

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O interesse por empreender a acompanha desde cedo. Ainda jovem, já realizava pequenas vendas na escola e, mais recentemente, fundou com o atual noivo uma empresa de marmitas caseiras, criada do zero e operada entre 2020 e 2022. O negócio começou com baixo investimento e, em pouco tempo, ganhou escala, ampliou a produção, e com apoio operacional alcançou faturamento expressivo, reforçando sua vocação para o empreendedorismo. Para outros jovens que desejam abrir o próprio negócio, Vitória destaca a importância de não desistir, começar com o que é possível, ter planejamento, foco e disposição para crescer aos poucos. Para ela, empreender exige persistência, trabalho constante e a convicção de que, com esforço e organização, ideias podem se transformar em negócios sólidos.

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Família que empreende unida (I)…

À frente da unidade da Avenida Paulista (SP), do Café Cultura, a administradora Carolina Mendonça (29) vivencia o mundo dos negócios desde muito cedo. Na infância, ela e seu irmão passavam boa parte dos dias nas dependências do restaurante fundado pelo pai. O gosto pelo mundo corporativo e pelo mercado de alimentação fez com ela se juntasse ao seu irmão na fundação de uma holding. Hoje estão à frente do Grupo AM Foods que soma 47 operações de marcas variadas – localizadas em 6 estados – entre franquias e próprias, mas todas do segmento de Food Service.

 

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Destaque feminino em ambiente majoritariamente masculino

Aos 23 anos, Sophia Inoue Freitas, é franqueada da Carflix, plataforma digital de intermediação de compra e venda de veículos seminovos investidas pelo Grupo SMZTO (holding de Franquias do Shark Tank – José Carlos Semenzato) e Mercado Livre. A jovem empreendedora decidiu investir em uma franquia logo após a formação, acreditando que não existe idade certa para conquistar grandes resultados e que empreender cedo acelera aprendizados e crescimento profissional. À frente da unidade de Barueri (SP), já apresenta desempenho expressivo: em apenas dois meses de operação, a franquia ficou entre as três unidades da rede que mais fecharam negócios em janeiro, reforçando seus planos de expansão.

 

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A escolha pela Carflix veio pela identificação com o modelo de negócio e pelo suporte oferecido aos franqueados, além da segurança no processo de compra e venda de veículos. Com experiência no mercado de publicidade e atuação em parcerias estratégicas, Sophia acredita que o olhar da Geração Z agrega inovação, pensamento digital e novas oportunidades ao setor automotivo. Em um segmento tradicionalmente masculino, a franqueada destaca que ser mulher tem sido um diferencial positivo. “No início, imaginei que seria um grande desafio quebrar essa barreira, mas aconteceu o contrário, já recebi diversos feedbacks de clientes que se sentiram mais confiantes em negociar comigo. Isso tem sido um diferencial muito positivo na construção da minha marca pessoal e no crescimento da unidade” destaca.

 

Continuando o legado

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Aos 24 anos, Gustavo Alexandrowitsch é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu investir no próprio negócio e construir sua trajetória no franchising a partir da vivência prática. Atuando à frente de duas unidades do Divino Fogão em shoppings localizados na capital paulista e em Cotia, além de ser sócio de outras operações, ele iniciou sua jornada no setor ainda aos 18 anos, passando por todas as áreas da operação, do atendimento à cozinha e à gestão financeira. Essa experiência completa permitiu que Gustavo compreendesse o negócio de forma estratégica e aplicada.

 

Aos 22, assumiu a gestão do primeiro restaurante da rede pertencente à família, colocando em prática os aprendizados adquiridos ao longo dos anos e os ensinamentos transmitidos por sua mãe, avó e tia. Com o amadurecimento profissional, passou também a liderar a segunda unidade, reforçando o compromisso com a continuidade e o crescimento do negócio. Mais do que resultados, Gustavo destaca a importância dos valores familiares como base para empreender cedo. Inspirado pelo exemplo do pai e pelo legado construído pelas gerações anteriores, ele acredita que disciplina, respeito ao trabalho e princípios sólidos são essenciais para jovens que desejam abrir um negócio próprio e assumir responsabilidades desde cedo.

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Filha de peixe…

A Geração Z tem ganhado espaço no franchising, e um dos destaques é Leticia Cipriano, 30 anos, engenheira civil e franqueada da iGUi Alphaville, inaugurada em agosto deste ano. Filha de Cláudio, franqueado da Rede há 10 anos, Letícia cresceu próxima ao universo das obras e conheceu de perto a solidez e o suporte oferecidos pela franqueadora — composta pelas marcas iGUi, TRATABEM, Splash, UNLIMITED e Água Azul.

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Ao lado do marido, André, também engenheiro, ela iniciou sua trajetória em 2022, quando assumiu uma unidade Splash em Suzano. Agora, com a abertura em Alphaville, consolida seu crescimento dentro da Rede iGUi. “Vendo meu pai trabalhar, nos encantamos pelo trabalho, pela marca e por tudo que a iGUi proporciona. A vontade de empreender encontrou terreno fértil na Rede, que abre portas para quem tem garra e vontade de fazer acontecer”, afirma.

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Quando a vontade encontra a oportunidade

Aos 20 anos, Danillo da Silva Beleza representa a nova geração de jovens empreendedores que decidiram investir no próprio negócio por meio do franchising. Estudante de Direito, ele está à frente da unidade da LavPop by 5àsec inaugurada em abril de 2025 em Humaitá, no interior do Amazonas, reforçando a expansão da marca no Norte do Brasil e a consolidação do modelo de lavanderia de autosserviço na região. Motivado pelo desejo de empreender desde cedo, Danillo identificou no conceito de autoatendimento uma oportunidade alinhada às novas demandas de consumo por praticidade, inovação e serviços acessíveis.

 

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A escolha pela LavPop se deu justamente pela combinação entre tecnologia, eficiência operacional e o respaldo de uma rede que já soma mais de 100 unidades no País. Com expectativas de crescimento, o jovem franqueado planeja ampliar gradualmente o portfólio de serviços da unidade, incluindo passadoria e dobra de peças, além de contribuir para a expansão da marca nos estados do Amazonas e Rondônia. O movimento acompanha o bom desempenho do franchising na região Norte, que registrou crescimento expressivo em faturamento, segundo dados da ABF, reforçando o potencial do modelo para novos investidores da geração Z.

 

Empreendedorismo no DNA

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Aos 27 anos, Lara Casteluber Falcão é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu empreender no franchising educacional apostando em um negócio com propósito e recorrência. Sua história com a marca Microlins é antiga e familiar: o pai foi franqueado há cerca de 10 a 15 anos no Espírito Santo, e outros familiares também atuam na rede, o que fez com que ela crescesse acompanhando de perto o funcionamento e o potencial da rede. Em outubro de 2021, Lara assumiu sua primeira escola por meio de um repasse, em João Monlevade, em Minas Gerais.

 

Quatro anos depois, em setembro de 2025, deu mais um passo de expansão ao inaugurar uma nova franquia em Itabira, também no estado mineiro, reforçando sua confiança no modelo de negócio. A decisão de investir veio da combinação entre o know-how da marca, a alta rentabilidade e a atuação no setor de educação, área pela qual sempre foi encantada. Para Lara, trata-se de um mercado resiliente, com forte demanda e, principalmente, receita recorrente, o que garante previsibilidade financeira e base sólida para crescimento contínuo. Como conselho para outros jovens que desejam empreender, a franqueada destaca a importância da persistência, do estudo constante sobre o próprio negócio e o mercado, além da capacidade de treinar, acompanhar e liderar pessoas. “É preciso ter coragem, propósito e força de vontade. O mercado oferece muitas oportunidades para quem está disposto a crescer”, aconselha.

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Família que empreende unida (II)…

Aos 24 anos, Iago Claro e Silva é franqueado da Rockfeller Language Center da unidade de Ponta Grossa (PR). Formado em Gestão Financeira, ele atua como diretor Comercial e de Expansão da escola, liderando as áreas de marketing, vendas, financeiro e crescimento do negócio. Iago começou a empreender aos 18 anos e encontrou na franquia a estrutura ideal para aprender com um modelo testado, reduzir riscos e acelerar seu amadurecimento profissional.

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A escolha pela Rockfeller veio pela identificação com a metodologia focada em conversação, ensino prático e os valores da marca. A operação também conta com a irmã, Victoria Claro e Silva, de 27 anos, que atua como diretora Acadêmica, à frente das áreas administrativa e pedagógica. Ambos iniciaram suas trajetórias profissionais ainda na adolescência, trabalhando em escolas de inglês. Para Iago, ser da Geração Z agrega à escola uma leitura mais ágil do mercado, familiaridade com tecnologia e capacidade de adaptação constante. “O diferencial está em unir inovação e energia com estratégia, disciplina e visão de longo prazo”, destaca.

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