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Epreendedorismo

Nova editora de Opinião do Correio fala do desafio de suceder Dad Squarisi

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A jornalista Carmen de Souza assume a editoria de Opinião do Correio Braziliense – (crédito: Ed Alves/CB)

Subeditora de Saúde, Ciência e Tecnologia há mais de uma década, Carmen Souza começou como estagiária no jornal e comanda a editoria que, por quase 30 anos, teve Dad Squarisi à frente. “Uma pessoa generosa e grandiosa”, destacou a jornalista premiada

Laezia Bezerra

Com mais de 20 anos de carreira, a jornalista Carmen Souza é a nova editora de Opinião do Correio. Há três décadas, a editoria foi comandada por Dad Squarisi, que morreu em 10 de agosto deste ano.

Carmen começou no jornalismo e no Correio Braziliense como estagiária, escrevendo para o caderno Trabalho & Formação Profissional. Durante sua trajetória, teve passagens pelas editorias de PolíticaBrasil e Economia. Ela foi repórter, colunista, apresentadora do CB.Saúde e subeditora em várias editorias. Há mais de 10 anos estava como sub de SaúdeCiência e Tecnologia.

Ao longo da carreira, a nova editora de Opinião recebeu vários prêmios, entre eles o Bradesco de Longevidade, o Senai de Jornalismo e o da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho. Além destes, foi finalista no Vladmir Herzog com a série Histórias de Consciência. Neste mês, foi eleita uma das 50 jornalistas negras mais admiradas do país.

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“É uma grata surpresa e uma grande honra receber o convite para ocupar um lugar que foi preenchido brilhantemente por uma pessoa tão generosa e grandiosa como Dad Squarisi. Assumir uma editoria que tem um papel importante para questões-chave da sociedade, como a pluralidade do debate, o respeito às diferenças, o combate a fake news, a valorização da produção de conhecimento e o compromisso com a ética é, de fato, um grande desafio. Essa é uma marca do jornal, e é um prazer poder continuar trabalhando por isso, agora em uma nova função”, destacou Carmen.

Pretos no topo

Desde 2021, a jornalista assina a coluna Pretos no topo, no caderno Trabalho & Formação, que coloca em pauta a vida de negras e negros e mostra como anda o mercado de trabalho para essa população. Além disso, assumiu, em 2020, a bancada do programa CB.Saúde, com entrevistas a especialistas em vários temas da área.

Para Carmen, uma das expectativas daqui para frente é trazer para a editoria de caráter tradicional todas as funcionalidades e possibilidades das mídias sociais. “Esse tem sido um dos objetivos do Correio e essa editoria tem condições e vai contribuir muito, priorizando sempre o caminho da pluralidade e da ética”, garantiu.

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50 mais admiradas

Carmen destacou, ainda, que o novo caminho a ser trilhado será feito de forma muito harmoniosa. “Esse desafio será ao lado de Rosane Garcia, excelente profissional, experiente e inovadora. Então, tenho absoluta certeza de que faremos uma grande parceria com muita harmonia”, observou, destacando a atual subeditora de Opinião.

O presidente do Correio Braziliense, Guilherme Machado, ressaltou que a escolha da nova editora de Opinião é orgulho para o jornal. “Ter uma jovem brasiliense à frente dessa editoria é muito importante e nos deixa bastante orgulhosos”, afirmou o executivo do jornal.

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Consórcio ganha espaço como alternativa de planejamento financeiro das famílias

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O endividamento das famílias brasileiras alcançou 82% em julho de 2026, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O levantamento mostra ainda que esse é o maior patamar já registrado pelo 6º mês seguido. No mesmo mesmo período de 2025, esse índice era de 78,5%. A pesquisa aponta ainda que, em média, 29,5% dos orçamentos das famílias estão comprometidos com dívidas, cenário que reforça a importância de decisões de consumo baseadas em planejamento e compatibilidade com a renda.

Nesse contexto, o consórcio pode ser uma alternativa para as pessoas que pretendem adquirir um bem ou contratar um serviço. A modalidade permite realizar a aquisição de maneira programada, com previsibilidade das parcelas e sem a incidência de juros. Por meio da formação de grupos de pessoas que contribuem mensalmente para um fundo comum, o participante pode ser contemplado por sorteio ou lance nas assembleias, conforme as regras.

A procura pela modalidade vem acompanhando esse movimento de maior atenção ao planejamento financeiro. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), as vendas de cotas chegaram a 2,82 milhões de novas cotas no primeiro semestre de 2026, crescimento de 14,6% em relação a 2025. No mesmo período, o número de participantes ativos alcançou 13,36 milhões, expansão de 12,6% em relação a junho do ano anterior.

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Para José Climério Silva Souza, diretor executivo do Consórcio Nacional Bancorbrás, a modalidade pode contribuir para organizar a aquisição de um bem dentro da capacidade financeira de cada família. “O consórcio permite estabelecer um objetivo e transformá-lo em um projeto, sem a cobrança de juros. Isso favorece uma decisão de compra mais planejada e pode contribuir para a formação de patrimônio sem comprometer de forma excessiva o orçamento”, afirma.

O dirigente ainda acrescenta que a ausência de juros não significa inexistência de custos, uma vez que a prestação que se paga mensalmente contempla, além do fundo comum, a taxa de administração, o fundo de reserva e algum seguro, quando contratado. “É importante que o consumidor avalie o valor da parcela, o prazo, os custos previstos em contrato e sua capacidade de pagamento, antes de aderir ao grupo”, reforça.

A modalidade pode ser utilizada para diferentes objetivos, incluindo a aquisição de imóveis, veículos ou serviços. Além do sorteio ou lance, o consorciado ainda pode realizar o “lance embutido”, que consiste em abater da carta de crédito parte do valor ofertado.  Os créditos e parcelas são reajustados anualmente com base em índice definido em contrato, assegurando o poder de compra dos consorciados que ainda aguardam contemplação.

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Para mais informações acesse o site ou entre em contato pelo telefone 0800 726 8484.

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