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“Os radicais se aproveitam da falta de esperança”

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Para Elizabeth Accioly, acordo Mercosul-União Europeia, que envolve 750 milhões de habitantes nos dois blocos, é importante política e economicamente – (crédito: Vicente Nunes/CB/D.A Press)

Especialista no acordo negociado entre Mercosul e União Europeia, Elizabeth Accioly vê com preocupação a eventual vitória do extremista de direita Javier Milei nas eleições argentinas, que ocorrem neste domingo (22/10)

Vicente Nunes

Lisboa — Uma das maiores autoridades quando o assunto é o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, que vem sendo negociado há mais de duas décadas, a advogada Elizabeth Accioly, doutora pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e professora associada da Universidade Europeia de Lisboa, vê com enorme preocupação a possibilidade de vitória do candidato de extrema direita, Javier Milei, à Presidência da Argentina. Para ela, a eleição do radical será uma resposta ao descontentamento da população, especialmente a mais jovem, com os consecutivos erros de políticas econômicas e a falta de perspectivas para o futuro. Milei já disse que, se vitorioso, tirará a Argentina do Mercosul, bloco que reúne, além do país, Brasil, Uruguai e Paraguai.

“Os extremos estão ganhando espaço porque os demais partidos não conseguem apresentar algo que mude a percepção de que tudo está errado. Todos querem algo novo, porque, quando olham para o futuro, não veem nada que lhes dê esperança. No Brasil, a situação também está difícil, a pobreza voltou, muitas pessoas estão vivendo nas ruas”, afirma a professora. No entender dela, esse descontentamento é um fenômeno mundial, decorrente da falta de lideranças capazes de se contraporem ao radicalismo. “Tanto a América do Sul quanto a União Europeia se ressentem da falta de lideranças. Com isso, os extremos ganham espaço.”

Muitos apostavam que, com a Espanha na presidência temporária da União Europeia, o acordo com o Mercosul fosse, finalmente, fechado. Mas também as turbulências políticas naquele país e as posições contrárias de Irlanda e França ao acordo, por causa de questões agrícolas, se impuseram no meio do caminho e frearam possíveis avanços. “Agora, há a eleição na Argentina e, no ano que vem, ocorrerão as eleições para o Parlamento Europeu, em que a segunda força poderá ser a ultradireita. Os ocupantes das principais cadeiras vão mudar e tudo recomeçará de novo”, diz a professora, admitindo, porém, ter esperança de que os dois blocos, em algum momento, se acertem. Veja, a seguir, os principais trechos da entrevista ao Correio.

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Há risco de o candidato de extrema direita Javier Milei ser eleito no primeiro turno na Argentina?

Eu acho que sim, sobretudo por causa dos jovens. Creio que a juventude está ficando cansada de tantas promessas não cumpridas e de consecutivos erros em políticas econômicas. Mas não é só na Argentina que vemos esse movimento. Temos de olhar para o mundo, que está mudando como um todo. Os extremos estão ganhando espaço porque os demais partidos não conseguem apresentar algo que mude a percepção de que tudo está errado. Todos querem algo novo, porque, quando olham para o futuro, não veem nada que lhes dê esperança. No Brasil, a situação também está difícil, a pobreza voltou, muitas pessoas estão vivendo nas ruas.

O Brasil está muito caro.

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Sim, muito caro, e o que vemos são famílias inteiras morando nas ruas. Assim, quando olhamos para tudo isso, pensamos: como será o futuro? A grande preocupação é essa. E, na Argentina, acho que o Milei, surpreendentemente, conseguirá se eleger, porque se posiciona como o novo, com seu radicalismo, enquanto os demais candidatos prometem mais do mesmo.

Nunca se deve falar que já era, porque o Mercosul foi para a UTI várias vezes. Já mataram o Mercosul várias vezes, e ele está aí há mais de 30 anos. O que temos de levar em conta são duas palavrinhas mágicas: interesse e oportunidade. Isso vale para todos os lados, inclusive para a União Europeia. O momento é de expectativa. A previsão de que o acordo entre o Mercosul e a UE sairia neste segundo semestre não se confirmará. Agora, tem todo esse contexto na Argentina, com a ascensão da extrema direita. Não podemos esquecer que o Uruguai, com a vitória de um governo de direita, também ameaçou sair do Mercosul, mas continua no bloco. Portanto, nós nunca podemos dizer acabou. Temos sempre esperança.

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Havia uma grande expectativa de que, com a Espanha na presidência temporária da União Europeia neste segundo semestre, o acordo entre o bloco e o Mercosul sairia. Mas nada avançou.

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É verdade, havia uma grande expectativa de que tudo já estivesse traçado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanches. E deve-se fazer justiça: todas as vezes em que a Espanha está na presidência da União Europeia dá um impulso muito grande. Sempre tem um marco para o Mercosul. Por isso, a expectativa grande de que o acordo avançasse. Mas, do jeito que tudo está, inclusive com a questão política na Espanha, não vai passar mais nada neste segundo semestre. Infelizmente.

A senhora lançou a quinta edição de seu livro Mercosul e União Europeia — Estrutura Jurídico-Institucional e, no seu discurso, disse que estava pronta para a sexta edição, com o fechamento do acordo entre os dois blocos. É frustrante ver que pouco se avançou?

Creio que acordos funcionam quando há vontade política. Se não houver vontade política, nenhum acordo sai do papel. O problema é que temos 27 atores políticos de um lado e quatro do outro. Tanto para o Mercosul quanto para a União Europeia um acordo comercial seria muito bom. Do lado europeu, há a questão das guerras, e o bloco já perdeu um sócio muito importante — o Reino Unido — em termos militares, econômicos e de força política dentro da própria União Europeia. O Reino Unido faz parte do Conselho de Segurança da ONU. Agora, a UE, dos 27 países, tem só a França no Conselho de Segurança. E, de repente, olha-se outra vez para o Mercosul como um celeiro alimentar e que pode render benefícios.

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Apesar da convergência de interesses, como a senhora disse, o que resolve é a política. E o problema desses acordos é que sempre há uma eleição no meio do caminho, como, agora, na Argentina.

Usando uma expressão futebolística, eleições embolam o meio de campo, e as coisas param. Tudo entra em compasso de espera até que se saiba o resultado das urnas. A bola da vez é a Argentina. Logo que tomou posse, o presidente Lula fez uma visita ao Uruguai, que vinha negociando um acordo em separado com a China. E ele falou que, se era para fazer um acordo com a China, que fosse pelo Mercosul. O Uruguai, assim como o Paraguai, onde também as eleições foram recentes, está fechado com o Mercosul.

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Do lado da Europa, a resistência ao acordo com o Mercosul é mais evidente na França e na Irlanda, por causa das questões agrícolas. O risco sempre presente de uma crise alimentar por causa de guerras como a da Rússia com a Ucrânia pode derrubar essa resistência?

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Com certeza, porque, quando há interesses maiores, pesa a posição supranacional. Seria importante que a União Europeia olhasse para uma região que, além dos interesses econômicos, converge para as questões dos valores. É importante também privilegiar isso, principalmente, num momento de regressão desses valores, como a democracia. A América Latina e o Mercosul convergem para os valores que a União Europeia defende.

A regressão que a senhora se refere é a ascensão da extrema direita?

Exatamente. A União Europeia está com um grau importante e preocupante de avanço da extrema direita. Vamos ver o que acontecerá nas eleições europeias, em junho de 2024, que serão o grande termômetro. É importante ressaltar que países como a Suécia, a Finlândia e a Itália optaram por essa posição mais radical. Uma das grandes preocupações é que a segunda força do Parlamento Europeu pode ser a extrema direita. Serão eurodeputados pagos pelo bloco para estarem lá contra essa união, que foi o que aconteceu com o Brexit.

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E contra o Mercosul.

Muito provavelmente. No próximo ano, haverá mudanças nas cadeiras na União Europeia. Mudará a Comissão Europeia, que está trabalhando com muito afinco para o acordo entre o Mercosul e a UE. Então, mudará o presidente do Conselho Europeu, mudarão todos os dirigentes da União Europeia e, daí, começará tudo de novo.

Hoje, infelizmente, não se vê uma liderança na Europa como, por exemplo, Angela Merkel.

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Realmente, lideranças fortes fazem muita falta. Quando há uma crise, há muitas e não há nenhuma. Vemos a atual presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Às vezes, ela avança em alguns assuntos que não caem bem dentro da União Europeia. Vemos o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, que não tem muita projeção. Vemos o alto representante para a Política Externa, Josep Borrell, entre aspas, o ministro dos Negócios Estrangeiros, que também não tem muita projeção. Ou seja, são três, mas não há nenhum. Na verdade, essas pessoas que deveriam ser o rosto da União. Antes, era a chanceler da Alemanha, que é apenas mais um membro da UE, mas havia uma direção, um peso e alguém respeitado dentro da União Europeia. Hoje, realmente, há esse vácuo, essa falta de liderança.

Do que se tem hoje, o acordo é favorável ao Mercosul e à União Europeia. É preciso fazer algum ajuste?

Em todo acordo, as duas partes têm de ganhar e têm de ceder em alguns pontos. Na minha opinião, esse acordo é importante não só pela parte econômica — são 750 milhões de habitantes envolvidos —, mas também pela parte política. Unir as pontes entre a América do Sul e a Europa é muito importante.

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Com população mais velha, franquias surgem como opção para aposentados que desejam empreender

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Com modelos de negócio estruturados e marcas consolidadas, o franchising oferece previsibilidade, know-how e suporte para empreendedores iniciantes

 

São Paulo (SP), abril de 2026: Segundo os dados inéditos divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira envelheceu e o número de idosos atingiu um recorde histórico. O levantamento da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), realizado em 2025, mostra que pessoas com 60 anos ou mais já representam 16,6% do total de brasileiros, o equivalente a 212,7 milhões de residentes no ano passado. Enquanto parte desse perfil populacional opta por usufruir do período de descanso, há também quem enxergue a aposentadoria como um novo ciclo de oportunidades, mantendo-se ativo por meio do empreendedorismo.

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Nesse contexto, o mercado franchising desponta como uma escolha estratégica, ao oferecer operações validadas, suporte contínuo e menor exposição a riscos, sendo atrativa para empresários em sua primeira experiência do outro lado do balcão. Segundo dados divulgados pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), o setor registrou crescimento de 13,5% em 2025, ultrapassando faturamento de R$ 301 bilhões no período, reforçando sua relevância e atratividade no cenário econômico atual.

 

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Para inspirar pessoas que têm o mesmo perfil e desejam se tornar empresários, conheça histórias de aposentados que decidiram se manter ativos no mercado empresarial e conquistaram o sucesso investindo no próprio negócio em diferentes marcas de franquias.

 

Água Doce Sabores do Brasil

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Para realizar um dos seus sonhos antigos, Sueli Fragoso trabalhou por mais de 30 anos como bancária. A chegada da tão sonhada aposentadoria permitiu o investimento em um negócio de alimentação que proporcionava a realização de um objetivo antigo. “Era moradora de Bauru, no interior de São Paulo, e frequentava assiduamente a Água Doce da cidade. A estrutura, os pratos e as bebidas de qualidade sempre me chamaram a atenção. Quando me aposentei, estudei algumas alternativas e vi que era em uma franquia da rede que iria realizar um dos meus sonhos. Como atuei por cinco anos em um banco na cidade de Lençóis Paulista, notei que muitos moradores se deslocavam até Bauru para frequentar a unidade da Água Doce. Não pensei duas vezes em investir em um restaurante da franquia na cidade, para oferecer o que há de melhor na culinária brasileira”, comenta Fragoso, que junto com o marido José Eduardo, administram a operação desde 2007.

 

Divino Fogão

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Aposentado desde 1997, Nilton Vidigal trabalhou por anos em uma confecção, atividade em que encerrou sua trajetória profissional dentro do ambiente corporativo. Para complementar a renda e não ficar ocioso, Nilton decidiu investir no segmento de franquias, abrindo seu primeiro negócio próprio no setor de sorvetes, no mesmo ano da sua aposentadoria. Após ingressar neste mercado, o empresário não saiu mais do franchising. Já em 2013, ele se tornou franqueado do Divino Fogão, uma rede de Food Service especializada em culinária da fazenda. Junto ao seu filho, Ricardo Vidigal, Nilton administra 80% do negócio localizado no Shopping Atrium, em Santo André, no ABC paulista. Além disso, os dois também são sócios de outro restaurante da marca, no Santana Parque Shopping, na zona norte da capital paulista. Para Nilton, se manter em atividade é essencial para o corpo e a mente, mesmo após a aposentadoria. “Estou no dia a dia do negócio, sempre atento às demandas que a operação necessita. Com isso, me mantenho ativo e em constante aprendizado mesmo tendo mais de 75 anos”, revela.

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LavPop by 5àsec

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Aposentado desde 2013, Rinaldo Henrique, de 58 anos, buscou no mercado de franquias uma alternativa para complementar a renda e deixar um patrimônio para sua família no futuro. A procura demandou alguns anos, pois foi necessário avaliar o mercado e negócios que proporcionassem segurança e confiança ao funcionário público. A chance de empreender veio em 2024 ao conhecer o Grupo 5àsec. “Ao pesquisar, vimos que o setor de lavanderias, principalmente de autosserviço, estava em crescimento no Brasil. Decidimos apostar na LavPop, que está em franca expansão por todo o Brasil e conta com o know-how de 30 anos da 5àsec no Brasil”, comenta Rinaldo, que possui como sócia sua esposa Kátia Henrique. A unidade foi aberta em maio do ano passado em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. De acordo com o empresário, mês a mês, a operação prospera, tanto que estão investindo na terceira máquina de lavar para ampliar o fluxo de clientes na loja localizada em um posto de gasolina da cidade. “É um desejo investir em mais unidades da rede. Neste primeiro momento, estamos colhendo os frutos do investimento da primeira operação, mas não descartamos crescer no futuro”, finaliza Rinaldo.

 

Microlins

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Com 72 anos, o aposentado Jose Carlos Lucentini já tinha vivido o empreendedorismo antes mesmo de pendurar as chuteiras em 2016, após atuar em uma consultoria de alimentação. Mas sua história como empresário do franchising começou em 2025 ao se tornar franqueado da Microlins, rede de cursos profissionalizantes parte do Grupo MoveEdu. O primeiro contato com a marca ocorreu muitos anos antes, quando apadrinhou dois jovens que fizeram cursos na escola. “A recepção, a qualidade dos cursos e a didática dos livros me impactou bastante na época. Fiquei com esta lembrança na memória”, relembra José. Mas a virada de chave só ocorreu após ver um conteúdo da Microlins quando visitou sua filha na Austrália. “Relembrei de todo meu contato com a marca e, ao voltar para o Brasil, decidi procurar para entender mais sobre o processo de franquia”, comenta. Junto com sua filha Beatriz Lucentini, ele investiu na primeira escola em Valinhos, interior de São Paulo, e alguns meses depois na unidade de Louveira, também no estado paulista. “Depois de me aposentar, não quis me tornar inativo, pois tenho uma mente pulsante e busco me movimentar sempre. Para ser empreendedor após determinada idade é preciso ter vontade de trabalhar. Mesmo após minha experiência no mercado corporativo e no setor de educação, onde já publiquei sete livros e dei aulas no ensino superior, dentro das franquias ainda estou aprendendo e descobrindo outro universo. Quero sempre ter novas experiências”, finaliza Lucentini.

 

Milon

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A trajetória de Katia Maria Cisne Fernandes, de 66 anos, no empreendedorismo começou antes mesmo da aposentadoria e teve início a partir da parceria construída ao lado do marido, Ricardo Fernandes, com quem compartilhou quase 48 anos de vida. Desde os anos 2000, o casal atuava como representante comercial no estado do Ceará no Grupo Kyly, detentor da marca Milon. Em 2016, ela decidiu investir no modelo de franquias da rede, e inaugurou uma unidade em Fortaleza (CE). Ela se tornou a primeira franqueada da Milon no Brasil. Após o falecimento do marido, ela deu continuidade ao trabalho iniciado em conjunto e afirma que, mesmo após a aposentadoria, segue com o mesmo foco, visando obter um crescimento contínuo. “Os desafios existem, como em qualquer outro negócio. Mas todos são possíveis de serem superados com dedicação e foco. Para isso, é fundamental ter o desejo de aprender mais a cada dia. Hoje, já aposentada, com meus filhos criados e com a loja completando 10 anos, não enxergo meu negócio apenas como uma fonte de renda, mas como uma realização pessoal, algo que me dá prazer. Sinto uma satisfação gigante em cuidar da minha franquia Milon”, comenta.

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Peça Rara Brechó

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O casal Luiz Henrique Ribeiro Barbosa e Elisabete Lourenço da Silva decidiram empreender após a aposentadoria dele, com a aquisição de uma loja Peça Rara Brechó, no formato pocket, com pouco mais de 100m² e setor feminino. Segundo o franqueado não houve uma preparação para a pós-aposentadoria. Primeiramente, compraram um salão de beleza para a esposa, que trabalhava no segmento há mais de 30 anos, enquanto ele prestava consultoria. O salão foi vendido em 2022, mas logo investiram em uma pequena loja de lingerie. No final de 2023, já clientes do Peça Rara Brechó, foram visitar uma loja da marca em outro bairro – até então não sabiam que era franquia – e perceberam que era exatamente igual a anterior. Em conversa com a proprietária marcaram uma reunião para saber os detalhes da franquia e a possibilidade de abrir uma versão pocket em alguma cidade do interior paulista. Em relação ao futuro, Luiz pretende seguir à frente da operação por pelo menos 5 anos.

 

Rockfeller

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Iara Dietrich, 62 anos, é uma avó, aposentada, inspiradora que equilibra a vida profissional e pessoal com maestria. Com três filhos e cinco netos, ela sempre manteve sua carreira ativa, inicialmente como professora de espanhol. Empreendedora por natureza, Iara realizou o sonho de ter seu próprio negócio ao abrir uma franquia da Rockfeller, uma rede de escolas de idiomas. Ao lado de sua filha mais velha, Maria Clara, que é sua sócia e diretora comercial, Iara consolidou a escola com uma identidade de qualidade e seriedade. Além do trabalho, ela valoriza os momentos com os netos, especialmente cozinhando e tocando piano juntos.

 

Royal Face

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Aos 66 anos, Antônio dos Reis Almeida encontrou uma oportunidade de empreender após a aposentadoria. A inspiração veio de um amigo cuja esposa trabalhava na operação da Royal Face em Goiânia, capital de Goiás, e apresentou o modelo de negócios da franquia. A Royal Face, maior rede de harmonização facial e corporal, possui mais de 270 unidades em todo país, tendo como sócios a atriz Flávia Alessandra e o comunicador Otaviano Costa, além da rede de fazer parte do Grupo SMZTO. Buscando a solidez e o potencial da marca, Antônio decidiu investir no setor de estética, adquirindo sua primeira unidade em Maceió, no estado de Alagoas. O sucesso da empreitada o levou a expandir seus horizontes, abrindo novas operações em Lauro de Freitas, na Bahia; em Campina Grande, na Paraíba, e em Manaus, no Amazonas, consolidando sua trajetória como franqueado de destaque na rede.

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