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Mulheres incriveis

Começa primeira pós-graduação inédita ofertada exclusivamente pela Escola de Governo

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A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, realizou na sexta-feira (30.09) a aula inaugural da Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Pública com foco na Eficiência, ofertada exclusivamente pelo Estado.

A pós-graduação visa desenvolver competências de gestão nos servidores públicos, aliando teoria à prática, proporcionando uma melhor atuação em prol de melhorias na gestão pública, desenvolvendo e aprimorando competências e habilidades essenciais para articular, gerir e pensar a ação governamental de forma eficiente, estratégica e inovadora.

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Durante a aula inaugural, o titular da Seplag, Basílio Bezerra, destacou a ação inédita da primeira pós-graduação ofertada exclusivamente pela Escola de Governo e com corpo docente composto integralmente por servidores públicos estaduais.

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Ele disse também que o curso faz parte da perspectiva adotada pela atual gestão, na qual a melhoria dos serviços prestados à sociedade está diretamente vinculada ao nível de eficiência das instituições públicas, tendo a qualificação dos servidores como um dos principais pilares.

“É necessário que o servidor desenvolva uma visão ampla do lugar que ocupa na administração, pois essa percepção de atuação frente ao todo irá transformar sua maneira de pensar e, por conseguinte, de agir, maximizando os benefícios e rendimentos de sua atividade, e, consequentemente, prestando melhores serviços à população”.

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Durante dois anos, 40 servidores de diversos órgãos e entidades terão a oportunidade de desenvolver competências de gestão aliando teoria à prática. A qualificação, totalmente gratuita, é mais uma das ações de governo em prol da capacitação dos servidores, com vistas a melhorar a eficiência da máquina pública, já que um servidor mais qualificado presta serviços de excelência à população.

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Durante a aula inaugural o secretário adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas da Seplag, Sandro Brandão, disse que o propósito da aula de abertura foi apresentar um panorama das estratégias do Governo para promover um serviço mais eficiente para o cidadão, por meio de ações de transformação digital e governança de dados.

“O Governo está se estruturando para essa nova realidade e já colhe o fruto das decisões e diretrizes que seguem o definido na Lei de Governo Digital e o que funcionou em países considerados digitalmente avançados, como a Estônia e Finlândia. Nesta pós-graduação, os alunos conseguirão se aprofundar ainda mais nestas discussões e estarão habilitados a serem agentes de transformação em seus respectivos órgãos”.

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Já a secretária adjunta da Escola de Governo, Marioneide Angélica Kliemaschewsk, falou um pouco do caminho percorrido pela Escola, que foi credenciada, neste ano, junto ao Conselho Estadual de Educação como Instituição de Ensino Superior.

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“Passamos por um processo de reestruturação pedagógica e organizacional, além de um resgate histórico, nos ressignificando enquanto Instituição de Ensino Superior”.

Fonte: GOV MT

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Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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